domingo, 21 de novembro de 2010
Passport - Jubilee Concert (1974)
1. Handmade (5:42)
2. Freedom Jazz Dance (6:00)
3. Schirokko (9:30)
4. Rockport (9:15)
5. Rock Me Baby (4:40)
6. Lemuria's Dance (6:55)
- Buddy Guy / guitar
- Philip Catherine / guitar
- Johnny Griffin / saxophone, saxophone (Tenor)
- Les McCann / piano, keyboards, vocals
- Klaus Doldinger / keyboards, saxophone, saxophone (Soprano & Tenor), Moog synthesizer
- Wolfgang Schmid / bass, guitar, bass (electric)
- Curt Cress / drums
- Kristian Schultze / organ, piano, keyboards
- Pete York / percussion, drums
Passport - Second (1972)
01. Mandragora (3:46)
02. Nexus (5:23)
03. Fairy tale (7:32)
04. Get yourself a second passport (4:03)
05. Registration O (9:24)
06. Horizon beyond (6:46)
07. The cat from Katmandu (4:38)
02. Nexus (5:23)
03. Fairy tale (7:32)
04. Get yourself a second passport (4:03)
05. Registration O (9:24)
06. Horizon beyond (6:46)
07. The cat from Katmandu (4:38)
Passport - Doldinger (1971)
1. Uranus (6:35)
2. Shirokko (5:44)
3. Hexensabbat (4:27)
4. Nostalgia (5:13)
5. Lemuria's dance (4:37)
6. Continuation (9:53)
7. Madhouse jam (5:47)
- Klaus Doldinger / alto, soprano & tenor saxes, keyboards
- Jimmy Jackson / organ
- Olaf Kübler / tenor saxophone, flute
- Udo Lindenberg / drums
- Lothar Meid / bass guitar
PASSAPORT banda alemã de jazz/Rock com algumas outras fusões de boa música. Fundada por Ace Saxeman, compositor e arranjador, Klaus Doldinger, sax e também arranjador, Curt Cress (percussão), Kristian Schultze (teclados) e Wolfgang Schmid (baixo e violão). Esta foi a formação clássica que começou com o seu álbum "Looking Through", ocorrendo o seu lançamento em 1973 no EUA.
Essa formação clássica continuou ao longo dos próximos cinco álbuns. Utilizando jazz eletrônica spacey com estilos de rock e clássicos, este grupo foi muito inovador. Klaus tem um talento especial e superior para criar algumas das mais belas melodias no Sax. Curt Cress foi provavelmente um dos primeiros bateristas a experimentar com bateria eletrônica.
violão clássico baixista Wolfgang Schmid acrescenta uma demension agradável. E use Kristian Schultze de sintetizador e mellotron lhes dá um som expansivo orquestrais. Após o seu 8 º álbum, PASSAPORT passou por muitas encarnações diferentes com Klaus apenas como o denominador comum em todos eles. Na década de 80, Klaus fez outros projetos como trilhas sonoras de filmes, mais notavelmente "Das Boot".
Mas foi a formação clássica que expandiu seu público e deu-lhes a aclamação da crítica.
Passport - Ataraxia (1978)
1. Ataraxia, Pt. 1 (2:55)
2. Ataraxia, Pt. 2 (5:23)
3. Sky Blue (4:38)
4. Mandrake (4:27)
5. Reng Ding Dang Dong (3:01)
6. Loco-Motive (4:17)
7. The Secret (5:05)
8. Louisianna (4:32)
9. Algeria (5:12)
- Klaus Doldinger / saxophones, flute, keyboards, Mellotron
- Willy Ketzer / drums
- Elmer Louis / percussion
- Roy Louis / guitar
- Guillermo G. Marchena / vocals, percussion
- Dieter Petereit / electric bass
- Hendrik Schaper / keyboards
Passport - Iguacu (1977)
1. Bahia do sol (5:53)
2. Aguamarinha (4:10)
3. Bird of paradise (5:36)
4. Sambukada (4:30)
5. Iguaçu (8:42)
6. Praia lame (2:58)
7. Heavy weight (4:30)
8. Guna Guna (4:28)
Passport - Oceanline (1980)
1.Departure
2.Allegory
3.Ancient Saga
4.Ocean Liner
5.Rub-A-Dub
6.Uptown Rendezvous
7.Bassride
8.Scope
9.Seaside
Passport - Garden of Eden (1979)
1.Big Bang
2.Garden of Eden
3.Dawn
4.Light I
5.Light II
6.Snake
7.Gates of Paradise
8.Dreamware
9.Good Earth Smile
10.Children's Dance
Passport - Heavy Nights (1986)
1. Bahia praia (5:13)
2. Playing games (4:13)
3. Here today (5:57)
4. Forever (5:36)
5. Heavy nights (6:03)
6. Easy come, easy go (4:24)
7. Remembrance (4:50)
8. It's magic (4:14)
Passport - Man In The Mirror (1983)
1.Glass Cluture
2.Evocation
3.Mango Tango
4.Great Escape, The
5.Nightfall
6.In the Eye of the Storm
7.Walkin' on Air
8.Man in the Mirror
Passport - Earthborn (1982)
1.Palm Tree Song
2.Ball the Jack
3.Bassic
4.Earthborn
5.New Moon
6.Allemande
7.Leave Taking
8.Abakus
9.Night Delighter
Passport - Blues Roots And Some Other Songs (1991)
1. Blues Roots (3:51)
2. Inner City Blues (4:25)
3. Louisiana Sunset (4:49)
4. Time Signal (5:50)
5. Born Under A Bad Sign (4:47)
6. Blue Avenue (4:31)
7. Goodbye Pork Pie Hat (4:47)
8. How Did You Know (3:30)
9. Love Utopia (3:27)
10. Idgo Now (5:09)
Passport - Passport To Paradise (1996)
1. Blue Kind Of Mind
2. Ovation
3. Jungle Song
4. Happy Landing
5. Melancholia
6. A Night At Kippie's
7. Walking Man
8. Green Lagoon
9. Gimme A Break
10. La Moutte
11. Escape
- Klaus Doldinger / saxophone (Tenor & Soprano)
- Peter O'Mara / guitar
- Ernst Stroer / percussion
- Wolfgang Haffner / drums
- Roberto Di Gioia / multi instruments
- Biboul Darouiche / percussion
Passport - Down To Earth (1993)
1. Wise Up (5:25)
2. Lowdown And Flyin' High (6:55)
3. Korako (6:31)
4. Allemande Deux (6:31)
5. Nighttime In The City (5:02)
6. Esperanto (5:24)
7. Passport's In The House (5:00)
8. Missing You (4:59)
9. Ridin' On A Rainbow (5:19)
10. Never Ending Blues (6:55)
Passport - Back To Brazil (2003)
1. Samba Cinema
2. Airport
3. Praia do Flamengo
4. Melancholia
5. Moon Over Bahia
6. After Hours
7. Aurora
8. Boogie
9. Where Have You Been?
10. Bellydance
11. Jazzaloop
12. Rio Jam
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
My Romantic Music for You - Downloads
1.- Asia - Gone Too Far
2.- Asia - On The Coldest Day In Hell3.- Black Label Society - Nothings The Same
4.- Black Label Society - The Last Goodbye
5.- Bread - If
6.- Celso Blues Boy - Sempre Brilhará
7.- Chickenfoot - Learning To Fall
8.- Chris Rea - September Blue
9.- Chris Rea - Tell Me Theres A Heaven
10.- Colin Hay - How Long Will It Last
11.- Cult - Edie
12.- Cult - Painted Of My Heart
13.- David Coverdale - Take Me For A Little While
14.- Deep Purple - Soldier of Fortune
15.- Def Leppard - Bringin' On The Heartbreak
16.- Delta Goodrem - Out Of The Blue
17.- Dr. Sin - Think It Over
18.- Eric Clapton - Blue Eyes Blue
19.- Eric Gales - Sara Smile
20.- Gary Moore - One Day
21.- Hammerfall - In Memoriam
22.- Hammerfall - Remember Yesterday
23.- Hinder - Better Than Me
24.- Hinder - Lips Of An Angel
25.- Jeff Healey Band - Rachael`s Song
26.- John Wetton - Emma
27.- Johnny Van Zant - Brickyard Road
28.- Josh Groban - You Raise Me Up
29.- Kitaro - In Peace
30.- Philip Bailey - Walking On The Chinese Wall
31.- Pink Floyd - Wearing The Inside Out
32.- Queensryche - Silent Lucidity
33.- Reo Speedwagon - Heard It From A Friend
34.- Ritchie Blackmore - Stranger In Us All
35.- Robert Plant - Ship Of Fools
36.- Scorpions - Aways Someware
37.- Sonata Arctica - Letter to Dana
38.- Stratovarius - Forever
domingo, 7 de novembro de 2010
Hellfueled - Volume One (2004)
01. Let Me Out
02. Midnight Lady
03. Second Deal
04. Someone Lives Inside
05. Eternal
06. Mindbreaker
07. Sunrise
08. Live My Life
09. Rock´N´Roll
10. Break Free
11. Hunt Me Down
Andy Alkman - Vocal
Jocke Lundgren - Guitar
Henke Lönn - Bass
Kent Svensson - Drums
Hellfueled é uma banda da Suécia que lança primeiro CD, após alguns Eps.
Fazia algum tempo que não ouvia um trabalho tão espontâneo como este, que apresenta um heavy metal com aquele cheiro de rock n´ roll que pouquíssimas bandas conseguem fazer bem feito. Agora, o que vai realmente marcar esta banda é seu vocalista: o cara chama-se Andy Alkman e tem uma voz idêntica à do bom velhinho Ozzy Osbourne, o timbre, as inflexões, tudo! É de espantar e não tem como deixar de comentar este fato, mas só um detalhem lembra muito o Ozzy em carreira solo, nenhum pouco na fase Sabbath.
A sonoridade também lembra bastante o que Ozzy, inclusive os trabalhos de guitarras de Jocke Lundgren lembram em vários momentos o estilo nervosão e das fortes pegadas de Zakk Wylde. E o time se completa com Henke Lönn no baixo e Kent Svensson na bateria.
Apesar das músicas não chegarem a quatro minutos, todas são destaques, o cd começa de maneira matadora e termina do mesmo modo, matando! São riffs galopantes, solos cheios de peso e feeling, refrãos grudentos; poucos backing vocais, mas de muito bom gosto, tudo flui num ritmo que não tem como não empolgar a quem escuta.
Mas o relevante aqui é que Volume One é um disco excelente, muito superior aos últimos trabalhos do Sabbath e Ozzy, digno de estar na prateleira de qualquer apreciador de rock pesado, seja lá de que vertente for.
02. Midnight Lady
03. Second Deal
04. Someone Lives Inside
05. Eternal
06. Mindbreaker
07. Sunrise
08. Live My Life
09. Rock´N´Roll
10. Break Free
11. Hunt Me Down
Andy Alkman - Vocal
Jocke Lundgren - Guitar
Henke Lönn - Bass
Kent Svensson - Drums
Hellfueled é uma banda da Suécia que lança primeiro CD, após alguns Eps.
Fazia algum tempo que não ouvia um trabalho tão espontâneo como este, que apresenta um heavy metal com aquele cheiro de rock n´ roll que pouquíssimas bandas conseguem fazer bem feito. Agora, o que vai realmente marcar esta banda é seu vocalista: o cara chama-se Andy Alkman e tem uma voz idêntica à do bom velhinho Ozzy Osbourne, o timbre, as inflexões, tudo! É de espantar e não tem como deixar de comentar este fato, mas só um detalhem lembra muito o Ozzy em carreira solo, nenhum pouco na fase Sabbath.
A sonoridade também lembra bastante o que Ozzy, inclusive os trabalhos de guitarras de Jocke Lundgren lembram em vários momentos o estilo nervosão e das fortes pegadas de Zakk Wylde. E o time se completa com Henke Lönn no baixo e Kent Svensson na bateria.
Apesar das músicas não chegarem a quatro minutos, todas são destaques, o cd começa de maneira matadora e termina do mesmo modo, matando! São riffs galopantes, solos cheios de peso e feeling, refrãos grudentos; poucos backing vocais, mas de muito bom gosto, tudo flui num ritmo que não tem como não empolgar a quem escuta.
Mas o relevante aqui é que Volume One é um disco excelente, muito superior aos últimos trabalhos do Sabbath e Ozzy, digno de estar na prateleira de qualquer apreciador de rock pesado, seja lá de que vertente for.
Chrome Division - Booze, Broads & Beelzebub (2008)
01. The Second Coming
02. Booze, Broads and Beelzebub
03. Wine Of Sin
04. Raven Black Cadillac
05. Life Of A Fighter
06. The Devil Walks Proud
07. Hate This Town
08. The Boys From The East
09. Doomsday Riders
10. Lets Hear It
11. Sharp Dressed Man
12. Bad Broad (Good Girl Gone Bad)
13. Raise Your Flag
Banda Norueguesa que me deixou de queixo caido, um som ao mesmo tempo fundado em raízes do Hard, mas com uma energia futurista que realmente mexeu com meus ouvidos famintos....digo famintos, porque procuro sempre coisas novas com características de caráter, e esse som tem isso, os caras conseguiram inovar sem se parecerem mais uma banda xerox das tantas que aparecem a todo momento.
Demais, demais...eu recomendo!!!!!!!!
02. Booze, Broads and Beelzebub
03. Wine Of Sin
04. Raven Black Cadillac
05. Life Of A Fighter
06. The Devil Walks Proud
07. Hate This Town
08. The Boys From The East
09. Doomsday Riders
10. Lets Hear It
11. Sharp Dressed Man
12. Bad Broad (Good Girl Gone Bad)
13. Raise Your Flag
Banda Norueguesa que me deixou de queixo caido, um som ao mesmo tempo fundado em raízes do Hard, mas com uma energia futurista que realmente mexeu com meus ouvidos famintos....digo famintos, porque procuro sempre coisas novas com características de caráter, e esse som tem isso, os caras conseguiram inovar sem se parecerem mais uma banda xerox das tantas que aparecem a todo momento.
Demais, demais...eu recomendo!!!!!!!!
terça-feira, 2 de novembro de 2010
RTZ - Lost And Found + Delp & Goudreau (2004)
"Lost and Found" :
01 - One Step Away
02 - Fool For Love
03 - Such A Fool
04 - Rise Above It All
05 - Social Disease
06 - I'm On A Roll
07 - Rock The Night
08 - Winners And Losers
09 - Power Of Love
10 - Show Me
11 - Better And Better
12 - Dangerous (bonus track)
"Delp & Goudreau" :
01 - What You Leave Behind
02 - Hands Of Time
03 - Let It Roll
04 - Out Of My Hands
05 - Keep On Runnin'
06 - Everyday
07 - I Need Your Love
08 - The Rhythm Won't Stop
09 - Reconciliation
10 - My One True Love
Brad Delp : Vocals
Barry Goudreau : Guitar
Brian Maes : Keyboards
Tim Archibald : Bass
David Stefanelli : Drums
01 - One Step Away
02 - Fool For Love
03 - Such A Fool
04 - Rise Above It All
05 - Social Disease
06 - I'm On A Roll
07 - Rock The Night
08 - Winners And Losers
09 - Power Of Love
10 - Show Me
11 - Better And Better
12 - Dangerous (bonus track)
"Delp & Goudreau" :
01 - What You Leave Behind
02 - Hands Of Time
03 - Let It Roll
04 - Out Of My Hands
05 - Keep On Runnin'
06 - Everyday
07 - I Need Your Love
08 - The Rhythm Won't Stop
09 - Reconciliation
10 - My One True Love
Brad Delp : Vocals
Barry Goudreau : Guitar
Brian Maes : Keyboards
Tim Archibald : Bass
David Stefanelli : Drums
RTZ - Return to Zero (1991)
1. Face The Music
2. There's Another Side
3. All You've Got
4. This Is My Life
5. Rain Down On Me
6. Every Door Is Open
7. Devil To Pay
8. Until Your Love Comes Back Around
9. Livin' For The Rock 'N' Roll
10. Hard Time (In The Big House)
11. Return To Zero
Brad Delp - lead and background vocals
Barry Goudreau - guitar, background vocals
Brian Maes - keyboards, harmonica, tambourine, background vocals
Tim Archibald - bass
David Stefanelli - drums, background vocals
Me emociono duas vezes quando falo desse cara....."Brad Delp", a primeira porque ele não está mais conosco, morreu em 2007 aos 55 anos, e a segunda, pela voz maravilhosa e melodiosa que tinha. Quem não conhece a banda BOSTON, os maiores sucessos sairam de sua garganta.
Aqui no RTZ, Brad vem acompanhado do guitarrista Barry Goudreau, também do BOSTON, e fazem um som bem parecido com o BOSTON, mas o que vale a pena mesmo é ouvir e viajar na nostalgia da voz do Brad.
2. There's Another Side
3. All You've Got
4. This Is My Life
5. Rain Down On Me
6. Every Door Is Open
7. Devil To Pay
8. Until Your Love Comes Back Around
9. Livin' For The Rock 'N' Roll
10. Hard Time (In The Big House)
11. Return To Zero
Brad Delp - lead and background vocals
Barry Goudreau - guitar, background vocals
Brian Maes - keyboards, harmonica, tambourine, background vocals
Tim Archibald - bass
David Stefanelli - drums, background vocals
Me emociono duas vezes quando falo desse cara....."Brad Delp", a primeira porque ele não está mais conosco, morreu em 2007 aos 55 anos, e a segunda, pela voz maravilhosa e melodiosa que tinha. Quem não conhece a banda BOSTON, os maiores sucessos sairam de sua garganta.
Aqui no RTZ, Brad vem acompanhado do guitarrista Barry Goudreau, também do BOSTON, e fazem um som bem parecido com o BOSTON, mas o que vale a pena mesmo é ouvir e viajar na nostalgia da voz do Brad.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Craig Goldy's Ritual - Hidden in Plain Site (1991)
1. Eye For An Eye
2. Over And Over
3. Hidden In Plain Sight
4. Anytime Anywhere
5. Forever More
6. Rainfall
7. What's On My Mind
8. In My Head
9. Hard Times Comin'
10. Seein' Double
11. Right For The Wrong Reason
12. Starchaser
Craig Goldy - Guitars
Mike Stone - Vocals
David Glenn Eisley - Vocals
Tom Rucci - Bass
Carl Marelli - Drums
Doug Allen - Keyboards
Craig Goldy é conhecido por ter substituído Vivian Campbell na banda solo de Ronnie James Dio nos anos 80, além de ter feito parte do Giuffria e ter substituído Jake E. Lee no Rough Cutt, antes de seu ingresso nas bandas supracitadas e hoje ser guitarrista do Budgie, clássica banda do Hard Rock e Heavy Metal dos anos 70. Hidden in Plain Sight é o único álbum do projeto Craig Goldy's Ritual e apresenta um melodic/Hard Rock bem oitentista no qual Goldy mostra porque de fato seria a melhor substituição para Vivian Campbell.
O disco foi trabalhado ao lado do ótimo vocalista David Glenn Eisley, ex integrante do Giuffria assim como Goldy, aqui retribuindo o favor de ter o exímio guitarrista em sua banda solo. Pra quem não conhece, a pegada de Goldy é bem característica e ao mesmo tempo mantendo um padrão da sua geração, trata-se de um daqueles guitarristas de Hard Rock virtuosos mas que não são fritadores insanos, lembrando caras como John Norum e John Sykes. Sendo esse o único lançamento do projeto, Craig mais tarde lançaria 2 álbuns solo, respectivamente Insufficient Therapy de 93 e Better Late Than Never que tão fodas de achar. (Vamos falar de Rock)
Simplesmente indispensável e obrigatório na coleção!!!!
Super Recomendadíssimo!!!!
Inocentes - Adeus Carne (1987)
01 Patria Amada (Clemente)
02 Eu (Clemente)
03 Morrer aos 18 (André Cainã)
04 Não Sei Quem Sou (Clemente)
05 Tambores (Clemente)
06 Não é Permitido (Clemente)
07 Em Pedaços (Clemente)
08 Cidade Chumbo (Clemente - André Cainã)
09 Na Sarjeta (Clemente - Ronaldo - Tonhão)
10 Pesadelo (Paulo César Pinheiro - Maurício Tapajós)
11 Adeus Carne (Inocentes)
"Adeus Carne" (WEA) é o segundo álbum da banda paulista Inocentes, lançado em 1987.
Inocentes, sempre liderados pelo inquieto vocalista Clemente (à frente)
O Inocentes foi formado em Agosto de 1981, por três ex-membros do Condutores de Cadáver, o guitarrista Antônio Carlos Calegari, o baterista Marcelino Gonzales e o baixista Clemente, este, o mais experiente, pois já havia tocado no Restos de Nada, uma das primeiras bandas punk paulistanas. Os três chamaram o novato Maurício para assumir os vocais.
O nome Inocentes teria sido inspirado em uma música dos primórdios do punk inglês, de John Cooper Clarke, "Innocents", que fez parte da coletânea Streets do selo Beggar’s Banquet. Suas influências foram bandas como Buzzcocks, The Vibrators, Generation X, New York Dolls, The Saints e Ramones.
Em 1982, foram convidados, junto com Cólera e Olho Seco, a participar da coletânea Grito Suburbano, o primeiro registro sonoro das bandas punks brasileiras, lançada pelo selo Punk Rock Discos em 1982.
Com a explosão do movimento punk paulistano para todo o Brasil, o Inocentes conseguiu projeção nacional e se tornou um de seus porta-vozes. Eles viraram personagens do documentário em vídeo Garotos do Subúrbio, dirigido por Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus), e exibido no MASP em 1982, e do curta Pânico em SP, dirigido por Mário Dalcêndio Jr.. No fim do mesmo ano, já com um novo vocalista, Ariel Uliana Jr., participam do festival O Começo do Fim do Mundo, no SESC Pompéia, em São Paulo, que foi registrado ao vivo e lançado em disco no ano seguinte em forma de coletânea.
Em 1983, fazem parte da invasão ao Rio de Janeiro por punks paulistanos, tocando no Circo Voador com sete bandas punk paulistas e mais Paralamas do Sucesso, de Brasília, e Coquetel Molotov, do Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, entram em estúdio para gravar seu primeiro LP, Miséria e Fome, que tem dez de suas treze músicas censuradas e acaba virando o compacto Miséria e Fome, com apenas três faixas que foram liberadas pela censura. Participam do média-metragem Punks, dirigido por Sarah Yakni e Alberto Gieco, e no fim do ano, já como um trio com Clemente nos vocais, a banda acaba em pleno palco do Napalm (casa noturna precursora do Madame Satã), devido aos rumos que o movimento punk havia tomado (as brigas entre gangs aumentavam a cada dia, não havia mais shows e zines).
O Inocentes voltou em 1984 com uma nova formação, Antônio "Tonhão" Parlato na bateria, André Parlato no baixo, Ronaldo dos Passos na guitarra e Clemente nos vocais e guitarra. E também com uma nova proposta, um som mais próximo do pós-punk e o objetivo de tocar além das fronteiras do movimento punk, fazendo parte parte do chamado rock paulista com bandas como Patife Band, Ira!, As Mercenárias, Voluntários da Pátria, Smack, 365, entre outras. Tocaram no Lira Paulistana, Zona Fantasma, Via Berlim, Rose Bom Bom e Circo Voador, no Rio de Janeiro, onde fizeram a abertura de um show da Legião Urbana.
Nesse mesmo ano, Grito Suburbano é lançado na Alemanha com o nome de Volks Grito, pelo selo Vinyl Boogie, e a banda é incluída na coletânea Life is Joke, que contou com bandas punk do mundo inteiro, lançada pelo selo Weird System também da Alemanha.
Em 1986, Branco Mello dos Titãs leva uma demo deles para a Warner - WEA que os contrata, e lançam o mini-LP Pânico em SP, produzido por Branco e Pena Schmidt, tornando-se a primeira banda punk brasileira a gravar por uma multinacional. O disco é bem recebido pela mídia e a banda excursiona por todo o Brasil pela primeira vez. As vendas na Warner são boas, mas não são as esperadas pela gravadora. Apesar disso, a banda conquista respeito e público por todo o país. Pânico em SP apresenta uma sonoridade mais limpa, mas sem perder as raízes punk rock do grupo, incluido a regravação de "(Salvem) El Salvador", do compacto Miséria e Fome, e músicas antigas que ainda não haviam sido gravadas, como o ska "Não Acordem a Cidade", que também foi o primeiro vídeoclipe da banda. Devido à banda ter assinado com uma multinacional, na época alguns punks disseram que eles foram "vendidos" ao sistema.
O segundo álbum pela Warner, Adeus Carne, sai em 1987 e foi produzido por Geraldo D’Arbilly e Pena Schmidt. Contém músicas que tocaram nas rádios rock, como "Pátria Amada" (que se tornou seu segundo vídeoclipe), "Tambores" e "Cidade Chumbo". O show de lançamento, realizado no Center Norte, no estacionamento do shopping na zona norte de São Paulo, reúne mais de dez mil pessoas. Apesar de tudo isso, a gravadora deixa a banda de lado por considerá-la "difícil" de trabalhar. São dois clássicos punk BR que estou ouvindo direto.
02 Eu (Clemente)
03 Morrer aos 18 (André Cainã)
04 Não Sei Quem Sou (Clemente)
05 Tambores (Clemente)
06 Não é Permitido (Clemente)
07 Em Pedaços (Clemente)
08 Cidade Chumbo (Clemente - André Cainã)
09 Na Sarjeta (Clemente - Ronaldo - Tonhão)
10 Pesadelo (Paulo César Pinheiro - Maurício Tapajós)
11 Adeus Carne (Inocentes)
"Adeus Carne" (WEA) é o segundo álbum da banda paulista Inocentes, lançado em 1987.
Inocentes, sempre liderados pelo inquieto vocalista Clemente (à frente)
O Inocentes foi formado em Agosto de 1981, por três ex-membros do Condutores de Cadáver, o guitarrista Antônio Carlos Calegari, o baterista Marcelino Gonzales e o baixista Clemente, este, o mais experiente, pois já havia tocado no Restos de Nada, uma das primeiras bandas punk paulistanas. Os três chamaram o novato Maurício para assumir os vocais.
O nome Inocentes teria sido inspirado em uma música dos primórdios do punk inglês, de John Cooper Clarke, "Innocents", que fez parte da coletânea Streets do selo Beggar’s Banquet. Suas influências foram bandas como Buzzcocks, The Vibrators, Generation X, New York Dolls, The Saints e Ramones.
Em 1982, foram convidados, junto com Cólera e Olho Seco, a participar da coletânea Grito Suburbano, o primeiro registro sonoro das bandas punks brasileiras, lançada pelo selo Punk Rock Discos em 1982.
Com a explosão do movimento punk paulistano para todo o Brasil, o Inocentes conseguiu projeção nacional e se tornou um de seus porta-vozes. Eles viraram personagens do documentário em vídeo Garotos do Subúrbio, dirigido por Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus), e exibido no MASP em 1982, e do curta Pânico em SP, dirigido por Mário Dalcêndio Jr.. No fim do mesmo ano, já com um novo vocalista, Ariel Uliana Jr., participam do festival O Começo do Fim do Mundo, no SESC Pompéia, em São Paulo, que foi registrado ao vivo e lançado em disco no ano seguinte em forma de coletânea.
Em 1983, fazem parte da invasão ao Rio de Janeiro por punks paulistanos, tocando no Circo Voador com sete bandas punk paulistas e mais Paralamas do Sucesso, de Brasília, e Coquetel Molotov, do Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, entram em estúdio para gravar seu primeiro LP, Miséria e Fome, que tem dez de suas treze músicas censuradas e acaba virando o compacto Miséria e Fome, com apenas três faixas que foram liberadas pela censura. Participam do média-metragem Punks, dirigido por Sarah Yakni e Alberto Gieco, e no fim do ano, já como um trio com Clemente nos vocais, a banda acaba em pleno palco do Napalm (casa noturna precursora do Madame Satã), devido aos rumos que o movimento punk havia tomado (as brigas entre gangs aumentavam a cada dia, não havia mais shows e zines).
O Inocentes voltou em 1984 com uma nova formação, Antônio "Tonhão" Parlato na bateria, André Parlato no baixo, Ronaldo dos Passos na guitarra e Clemente nos vocais e guitarra. E também com uma nova proposta, um som mais próximo do pós-punk e o objetivo de tocar além das fronteiras do movimento punk, fazendo parte parte do chamado rock paulista com bandas como Patife Band, Ira!, As Mercenárias, Voluntários da Pátria, Smack, 365, entre outras. Tocaram no Lira Paulistana, Zona Fantasma, Via Berlim, Rose Bom Bom e Circo Voador, no Rio de Janeiro, onde fizeram a abertura de um show da Legião Urbana.
Nesse mesmo ano, Grito Suburbano é lançado na Alemanha com o nome de Volks Grito, pelo selo Vinyl Boogie, e a banda é incluída na coletânea Life is Joke, que contou com bandas punk do mundo inteiro, lançada pelo selo Weird System também da Alemanha.
Em 1986, Branco Mello dos Titãs leva uma demo deles para a Warner - WEA que os contrata, e lançam o mini-LP Pânico em SP, produzido por Branco e Pena Schmidt, tornando-se a primeira banda punk brasileira a gravar por uma multinacional. O disco é bem recebido pela mídia e a banda excursiona por todo o Brasil pela primeira vez. As vendas na Warner são boas, mas não são as esperadas pela gravadora. Apesar disso, a banda conquista respeito e público por todo o país. Pânico em SP apresenta uma sonoridade mais limpa, mas sem perder as raízes punk rock do grupo, incluido a regravação de "(Salvem) El Salvador", do compacto Miséria e Fome, e músicas antigas que ainda não haviam sido gravadas, como o ska "Não Acordem a Cidade", que também foi o primeiro vídeoclipe da banda. Devido à banda ter assinado com uma multinacional, na época alguns punks disseram que eles foram "vendidos" ao sistema.
O segundo álbum pela Warner, Adeus Carne, sai em 1987 e foi produzido por Geraldo D’Arbilly e Pena Schmidt. Contém músicas que tocaram nas rádios rock, como "Pátria Amada" (que se tornou seu segundo vídeoclipe), "Tambores" e "Cidade Chumbo". O show de lançamento, realizado no Center Norte, no estacionamento do shopping na zona norte de São Paulo, reúne mais de dez mil pessoas. Apesar de tudo isso, a gravadora deixa a banda de lado por considerá-la "difícil" de trabalhar. São dois clássicos punk BR que estou ouvindo direto.
domingo, 31 de outubro de 2010
Kamikaze - Kamikaze (1986)
01-Machado de Guerra
02-Guerra Do Pó
03-Jogo Sujo
04-Força Motriz
05-Trilha Do Metal
06-Viva Por Você
07-Hey Amigo
08-Meia Noite
09-Não Há Lugar
10-Não Volta Não
11-Blues e Dor
12-Roleta Russa
13-Nunca Se Viu
14-Blues De Ninguém
15-Agora É Com Você
16-A Madrugada Só Mentiu
17-You Can Blow It With Your Fingers
18-Proxenetas
Guilherme Bizzoto (voz)
Reginaldo Silva (guitarra)
Gustavo Duarte (baixo)
João Guimarães (bateria)
Em 1986 a cena roqueira de Belo Horizonte fervia. Na área de Metal, havia sido lançado o split-album Sepultura/Overdose pelo selo Cogumelo Records. A cidade se agitava em grande festivais de rádios e era fundado o primeiro estúdio verdadeiramente de rock de BH: o JG Estúdio.
Oriundo do projeto Tribo de Solos, o estúdio começou suas atividades com o Sepultura (os dois primeiros LP's foram gravados lá), mas já lançava de forma independente o primeiro EP do grupo Kamikaze, que estourou nas rádios com “Machado de Guerra” e se tornou o hino de toda uma geração de roqueiros do Brasil.
O EP continha outros petardos como “Trilha do Metal”, “Força Motriz”e “Agora é com você”. Após participar de uma coletânea da BMG “Rock Forte”, o Kamikaze gravou seu primeiro álbum intitulado “Kamikaze II”, em 1990 pela Cogumelo Records. O texto abaixo de autoria do jornalista e crítico Kiko Ferreira indica bem a qualidade do som feito pelo Kamikaze:
“Cinco anos depois de surgir no então efervescente cenário do rock mineiro o Kamikaze mostra por que foi um dos mais bem sucedidos sobreviventes da chamada geração 80. Sem exibir a timidez entediante de alguns grupos ou a petulância estéril de falsos veteranos, o grupo faz um rock sangüíneo, virulento, onde os decibéis funcionam a favor da música, num equilíbrio surpreendente.
O Kamikaze não guarda no bolso modernismos inconseqüentes ou postura de aluguel. Vive o rock com o frescor dos anos 70, a tecnologia dos anos 80 e a postura honesta que parece direcionar a arte e a própria vida dos 90. A formação básica – baixo, bateria, guitarra, vocal – não permite truques baratos. É tocar direito, sem vacilos e com perfeita integração das partes. E, com o talento dos quatro, isso fica fácil.
A voz potente de Guilherme Bizotto à frente, duelando com a guitarra de Reginaldo Silva ganha sólido apoio do baixo marcante de Gustavo e da bateria experiente de João Guimarães. Seja denunciando o vale-tudo do jogo sujo do poder (Jogo Sujo), a ruidosa guerrilha urbana (Machado de Guerra – Guerra do Pó) ou anunciando prazeres da música (Blues de Ninguém), o Kamikaze mostra que tem estilo e que está no caminho certo.”
Em 1994 o Kamikaze se reunia novamente para gravar 6 faixas, com diversas parcerias incluindo o letrista Chico Amaral (Skank). Daí surgem “Meia Noite”, “A Madrugada Só Mentiu”, “Não Volta Não”, “Proxenetas” e ainda “Nunca Se Viu” e “Não Há Lugar”.
No ano 2000 a Cogumelo Records lançava uma coletânea do Kamikaze, resgatando o trabalho de uma das melhores bandas de rock do Brasil.
Quatro anos depois o Kamikaze volta à ativa para gravar um novo CD. Produzido e gravado por Chico Neves, mixado pelo produtor do Pearl Jam, Tchad Blake e masterizado por Bob Ludwig, o trabalho conta com diversas parcerias, como Chico Amaral (Skank), Affonsinho (ex-Hanói-Hanói), o Poeta Paulo Leminski e o Escritor Délcio Vieira Salomon, dentre outros nomes da cena cultural mineira.
O trabalho independente surge com treze novas canções autorais e uma regravação de “She Drives Me Crazy”. Vem assinado pelos próprios músicos do Kamikaze, que não pouparam esforços no refinamento da qualidade do som.
A crítica do Produtor Musical da Som Livre e da Rede Globo, Rogério Vaz, revela a coerência da proposta:
“Achei fantástico o CD, com belos arranjos... Os timbres estão ótimos também... É muito legal quando a gente vê um trabalho tão bem feito, ainda mais se tratando de rock. O projeto gráfico é foda, conceitual, arrojado, um dos melhores que eu tenho visto por ai. O que é bom tem sempre espaço”.
Além do CD o Grupo gravou um vídeo-clip da canção “Carregador”. O vídeo veiculou por algum tempo na MTV brasileira.
Para intensificar a divulgação do novo CD, em novembro de 2005 o experiente W. Muriel foi convidado para substituir Bizzoto nos vocais do Kamikaze. Com o novo vocalista, ânimos renovados e novas canções o Kamikaze recorre às bases que sempre fundamentaram a sua música.
Passados vinte anos de batalha o Kamikaze se constitui, cada vez mais, pelo requinte de uma banda que cuida do que é realmente essencial – do som. Está, então, pronta para ampliar seu rebanho de fiéis seguidores.
O Kamikaze, como um vinho denso e raro, não parece se preocupar com o tempo.
02-Guerra Do Pó
03-Jogo Sujo
04-Força Motriz
05-Trilha Do Metal
06-Viva Por Você
07-Hey Amigo
08-Meia Noite
09-Não Há Lugar
10-Não Volta Não
11-Blues e Dor
12-Roleta Russa
13-Nunca Se Viu
14-Blues De Ninguém
15-Agora É Com Você
16-A Madrugada Só Mentiu
17-You Can Blow It With Your Fingers
18-Proxenetas
Guilherme Bizzoto (voz)
Reginaldo Silva (guitarra)
Gustavo Duarte (baixo)
João Guimarães (bateria)
Em 1986 a cena roqueira de Belo Horizonte fervia. Na área de Metal, havia sido lançado o split-album Sepultura/Overdose pelo selo Cogumelo Records. A cidade se agitava em grande festivais de rádios e era fundado o primeiro estúdio verdadeiramente de rock de BH: o JG Estúdio.
Oriundo do projeto Tribo de Solos, o estúdio começou suas atividades com o Sepultura (os dois primeiros LP's foram gravados lá), mas já lançava de forma independente o primeiro EP do grupo Kamikaze, que estourou nas rádios com “Machado de Guerra” e se tornou o hino de toda uma geração de roqueiros do Brasil.
O EP continha outros petardos como “Trilha do Metal”, “Força Motriz”e “Agora é com você”. Após participar de uma coletânea da BMG “Rock Forte”, o Kamikaze gravou seu primeiro álbum intitulado “Kamikaze II”, em 1990 pela Cogumelo Records. O texto abaixo de autoria do jornalista e crítico Kiko Ferreira indica bem a qualidade do som feito pelo Kamikaze:
“Cinco anos depois de surgir no então efervescente cenário do rock mineiro o Kamikaze mostra por que foi um dos mais bem sucedidos sobreviventes da chamada geração 80. Sem exibir a timidez entediante de alguns grupos ou a petulância estéril de falsos veteranos, o grupo faz um rock sangüíneo, virulento, onde os decibéis funcionam a favor da música, num equilíbrio surpreendente.
O Kamikaze não guarda no bolso modernismos inconseqüentes ou postura de aluguel. Vive o rock com o frescor dos anos 70, a tecnologia dos anos 80 e a postura honesta que parece direcionar a arte e a própria vida dos 90. A formação básica – baixo, bateria, guitarra, vocal – não permite truques baratos. É tocar direito, sem vacilos e com perfeita integração das partes. E, com o talento dos quatro, isso fica fácil.
A voz potente de Guilherme Bizotto à frente, duelando com a guitarra de Reginaldo Silva ganha sólido apoio do baixo marcante de Gustavo e da bateria experiente de João Guimarães. Seja denunciando o vale-tudo do jogo sujo do poder (Jogo Sujo), a ruidosa guerrilha urbana (Machado de Guerra – Guerra do Pó) ou anunciando prazeres da música (Blues de Ninguém), o Kamikaze mostra que tem estilo e que está no caminho certo.”
Em 1994 o Kamikaze se reunia novamente para gravar 6 faixas, com diversas parcerias incluindo o letrista Chico Amaral (Skank). Daí surgem “Meia Noite”, “A Madrugada Só Mentiu”, “Não Volta Não”, “Proxenetas” e ainda “Nunca Se Viu” e “Não Há Lugar”.
No ano 2000 a Cogumelo Records lançava uma coletânea do Kamikaze, resgatando o trabalho de uma das melhores bandas de rock do Brasil.
Quatro anos depois o Kamikaze volta à ativa para gravar um novo CD. Produzido e gravado por Chico Neves, mixado pelo produtor do Pearl Jam, Tchad Blake e masterizado por Bob Ludwig, o trabalho conta com diversas parcerias, como Chico Amaral (Skank), Affonsinho (ex-Hanói-Hanói), o Poeta Paulo Leminski e o Escritor Délcio Vieira Salomon, dentre outros nomes da cena cultural mineira.
O trabalho independente surge com treze novas canções autorais e uma regravação de “She Drives Me Crazy”. Vem assinado pelos próprios músicos do Kamikaze, que não pouparam esforços no refinamento da qualidade do som.
A crítica do Produtor Musical da Som Livre e da Rede Globo, Rogério Vaz, revela a coerência da proposta:
“Achei fantástico o CD, com belos arranjos... Os timbres estão ótimos também... É muito legal quando a gente vê um trabalho tão bem feito, ainda mais se tratando de rock. O projeto gráfico é foda, conceitual, arrojado, um dos melhores que eu tenho visto por ai. O que é bom tem sempre espaço”.
Além do CD o Grupo gravou um vídeo-clip da canção “Carregador”. O vídeo veiculou por algum tempo na MTV brasileira.
Para intensificar a divulgação do novo CD, em novembro de 2005 o experiente W. Muriel foi convidado para substituir Bizzoto nos vocais do Kamikaze. Com o novo vocalista, ânimos renovados e novas canções o Kamikaze recorre às bases que sempre fundamentaram a sua música.
Passados vinte anos de batalha o Kamikaze se constitui, cada vez mais, pelo requinte de uma banda que cuida do que é realmente essencial – do som. Está, então, pronta para ampliar seu rebanho de fiéis seguidores.
O Kamikaze, como um vinho denso e raro, não parece se preocupar com o tempo.
Patrulha do Espaço - Patrulha (1982)
1. Columbia
2. Bomba
3. Jeito Agressivo
4. Festa do Rock
5. Mar Metálico
6. Cão Vadio
7. Transcedental
8. Meus 26 Anos
Patrulha do Espaço é uma banda Paulistana de rock.
O conjunto foi criado em 1977 por Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), juntamente com o baterista Rolando Castello Júnior (que já havia tocado com o Made in Brazil e com o Aeroblus, da Argentina), o baixista Oswaldo “Cokinho” Gennari e o guitarrista irlandês John Flavin (ex-Secos & Molhados).
Formação
Patrulha do Espaço, subtítulo da música instrumental Honky Tonky do clássico disco solo Lóki de Arnaldo, estreou no 1° Concerto Latino Americano de Rock, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo, em setembro de 1977, tornando-se uma das principais expressões do rock paulistano e brasileiro das últimas décadas.
Com a saída de Arnaldo Baptista, em 1978, a banda passou a contar com a participação de Percy Weiss nos vocais e realizou a gravação do primeiro disco independente de rock do Brasil, conhecido como Disco Preto, de onde os hits “Arrepiado” e “Vamos curtir uma juntos” marcaram o sucesso das oito faixas lançadas em vinil.
Anos 80
De 1979 a 1985, a Patrulha do Espaço consolidou-se como o primeiro trio de rock pesado realizando centenas de shows, com destaque para a abertura das apresentações do Van Halen em São Paulo em 1983, quando recebeu elogios pessoais de Eddie Van Halen. São desse período as gravações do terceiro, quarto e quinto discos da Patrulha, contendo canções como “Columbia”, “Festa do Rock” e “Não tenha medo”.
A Patrulha do Espaço contou, ainda nesta fase, com a participação do guitarrista argentino Pappo (Riff e Aeroblus), que resultou na gravação do disco Patrulha 85 editado inclusive na Argentina, com as canções “Olho Animal” e “Robot”.
Anos 90
2. Bomba
3. Jeito Agressivo
4. Festa do Rock
5. Mar Metálico
6. Cão Vadio
7. Transcedental
8. Meus 26 Anos
Patrulha do Espaço é uma banda Paulistana de rock.
O conjunto foi criado em 1977 por Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), juntamente com o baterista Rolando Castello Júnior (que já havia tocado com o Made in Brazil e com o Aeroblus, da Argentina), o baixista Oswaldo “Cokinho” Gennari e o guitarrista irlandês John Flavin (ex-Secos & Molhados).
Formação
Patrulha do Espaço, subtítulo da música instrumental Honky Tonky do clássico disco solo Lóki de Arnaldo, estreou no 1° Concerto Latino Americano de Rock, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo, em setembro de 1977, tornando-se uma das principais expressões do rock paulistano e brasileiro das últimas décadas.
Com a saída de Arnaldo Baptista, em 1978, a banda passou a contar com a participação de Percy Weiss nos vocais e realizou a gravação do primeiro disco independente de rock do Brasil, conhecido como Disco Preto, de onde os hits “Arrepiado” e “Vamos curtir uma juntos” marcaram o sucesso das oito faixas lançadas em vinil.
Anos 80
De 1979 a 1985, a Patrulha do Espaço consolidou-se como o primeiro trio de rock pesado realizando centenas de shows, com destaque para a abertura das apresentações do Van Halen em São Paulo em 1983, quando recebeu elogios pessoais de Eddie Van Halen. São desse período as gravações do terceiro, quarto e quinto discos da Patrulha, contendo canções como “Columbia”, “Festa do Rock” e “Não tenha medo”.
A Patrulha do Espaço contou, ainda nesta fase, com a participação do guitarrista argentino Pappo (Riff e Aeroblus), que resultou na gravação do disco Patrulha 85 editado inclusive na Argentina, com as canções “Olho Animal” e “Robot”.
Anos 90
Patrulha do Espaço - Patrulha do Espaço 4 (1983)
1. Não Tenha Medo
2. Bruxas
3. OVNIs
4. Atenção
5. Nihil Wave
6. Fogo Cruzado
7. Piratas do Espaço
8. Fantasia
9. NAB
10. Dudu’s Bolero
Rolando Castello Junior - Bateria e Vocal
Eduardo Chermont - Guitarra e Vocal
Sérgio Santana - Baixo e Vocal
2. Bruxas
3. OVNIs
4. Atenção
5. Nihil Wave
6. Fogo Cruzado
7. Piratas do Espaço
8. Fantasia
9. NAB
10. Dudu’s Bolero
Rolando Castello Junior - Bateria e Vocal
Eduardo Chermont - Guitarra e Vocal
Sérgio Santana - Baixo e Vocal
Os Replicantes - O Futuro é Vortex (1986)
1. "Boy do Subterrâneo"
2. "Surfista Calhorda"
3. "Hippie-Punk-Rajneesh"
4. "One Player"
5. "A Verdadeira Corrida Espacial"
6. "O Futuro é Vórtex"
7. "Choque"
8. "Ele Quer Ser Punk"
9. "Motel da Esquina"
10. "Mulher Enrustida"
11. "Hardcore"
12. "O Banco"
13. "Censor"
14. "Porque Não"
Wander Wildner (vocal)
Cláudio Heinz (guitarra)
Heron Heinz (baixo)
Carlos Gerbase(bateria)
Os Replicantes é uma banda de rock brasileira, formada na cidade de Porto Alegre em 1983. No cenário musical gaúcho, o punk rock se desenvolveu bastante entre a população mais pobre. Várias bandas apareceram, como Graforréia Xilarmônica, Garotos da Rua, Engenheiros do Hawaii, De Falla, entre outros.
Em 16 de maio de 1984, com Wander Wildner (vocal), Cláudio Heinz (guitarra), Heron Heinz (baixo) e Carlos Gerbase(bateria), a banda se apresentou profissionalmente pela primeira vez, no Bar Ocidente, em Porto Alegre.
Até 2006, gravaram dez discos, duas fitas de vídeo, um DVD e fizeram duas turnês pela Europa.
Em 1984, gravam a música Nicotina num estúdio de jingle, de quatro canais, com a ajuda de Carlos Eduardo Miranda. Levaram a música para a recém criada Rádio Ipanema FM, que a incluiu na programação.
Em 1985 eles passam a fazer mais shows, gravam um videoclip de Nicotina, o primeiro da história do rock gaúcho, e resolvem gravar seu primeiro disco: um compacto duplo (vinil) com quatro músicas: Nicotina, Rock Star, O Futuro é Vortex e Surfista Calhorda. O disco é distribuido pelo selo Vortex, dos Replicantes, de forma independente o compacto chega em várias cidades brasileiras, e vende duas mil cópias.
2. "Surfista Calhorda"
3. "Hippie-Punk-Rajneesh"
4. "One Player"
5. "A Verdadeira Corrida Espacial"
6. "O Futuro é Vórtex"
7. "Choque"
8. "Ele Quer Ser Punk"
9. "Motel da Esquina"
10. "Mulher Enrustida"
11. "Hardcore"
12. "O Banco"
13. "Censor"
14. "Porque Não"
Wander Wildner (vocal)
Cláudio Heinz (guitarra)
Heron Heinz (baixo)
Carlos Gerbase(bateria)
Os Replicantes é uma banda de rock brasileira, formada na cidade de Porto Alegre em 1983. No cenário musical gaúcho, o punk rock se desenvolveu bastante entre a população mais pobre. Várias bandas apareceram, como Graforréia Xilarmônica, Garotos da Rua, Engenheiros do Hawaii, De Falla, entre outros.
Em 16 de maio de 1984, com Wander Wildner (vocal), Cláudio Heinz (guitarra), Heron Heinz (baixo) e Carlos Gerbase(bateria), a banda se apresentou profissionalmente pela primeira vez, no Bar Ocidente, em Porto Alegre.
Até 2006, gravaram dez discos, duas fitas de vídeo, um DVD e fizeram duas turnês pela Europa.
Em 1984, gravam a música Nicotina num estúdio de jingle, de quatro canais, com a ajuda de Carlos Eduardo Miranda. Levaram a música para a recém criada Rádio Ipanema FM, que a incluiu na programação.
Em 1985 eles passam a fazer mais shows, gravam um videoclip de Nicotina, o primeiro da história do rock gaúcho, e resolvem gravar seu primeiro disco: um compacto duplo (vinil) com quatro músicas: Nicotina, Rock Star, O Futuro é Vortex e Surfista Calhorda. O disco é distribuido pelo selo Vortex, dos Replicantes, de forma independente o compacto chega em várias cidades brasileiras, e vende duas mil cópias.
Os Replicantes - Old School Veterans Brasiliasta (2006)
01. Surfista Calhorda
02. Old School Veterans Braziliastas
03. Problemas
04. Ele Quer Ser Punk
05. Desculpa Meu Amor
06. Hippie-Punk-Rajneesh
07. O Traste
08. Festa Punk
09. Longe Pacas
10. Agora é Tarde
11. Nicotina
12. A Verdadeira Corrida Espacial
13. Chegou a Hora de Ver Quem é Quem
14. Lembrar de Ser Feliz Agora
02. Old School Veterans Braziliastas
03. Problemas
04. Ele Quer Ser Punk
05. Desculpa Meu Amor
06. Hippie-Punk-Rajneesh
07. O Traste
08. Festa Punk
09. Longe Pacas
10. Agora é Tarde
11. Nicotina
12. A Verdadeira Corrida Espacial
13. Chegou a Hora de Ver Quem é Quem
14. Lembrar de Ser Feliz Agora
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Vlad V - Vlad V (1994)
01. Filhos de uma Era
02. Asas de um Louco
03. Criança da Noite
04. Anjos da Noite
05. Nos Campos da Mente
06. É Hora de Despertar
07. Sobre as Montanhas
08. Salamandra
09. Biafare
Formação atual:
Jean Carlo Sousa: guitarra, violão, bandolim, harmônica, flauta e vocais.
Klauss Pfiffer Toffaneto: baixo.
Flavio Theilacker: bateria.
Ex-integrantes:
Jairson Dorigatti (Doriga): teclados, acordeão e vocais.
Humberto Klitzke: baixo, violão, bandolim e vocais.
Beto Luciani: guitarra, violão e vocais.
Pablo Demarchi: violão.
Cláudio Castilho Reif: baixo.
A banda Vlad V, da cidade de Blumenau, é muito provavelmente a única da região do Vale do Itajaí, senão de todo o estado de Santa Catarina, com mais de vinte anos de estrada, seis álbuns lançados – mais uma coletânea –, fãs fiéis que seguem a banda a todos os shows possíveis, resenhas publicadas na Europa e no Japão e presença marcada na grande maioria dos festivais underground do estado.
Com nova formação e um sétimo álbum a caminho, o Vlad V não deixa de, de certa forma, voltar às origens e promete o trabalho mais pesado da carreira. Este trabalho apresentará algumas composições inéditas, mas tem como objetivo presentear os velhos fãs com as covers que a banda sempre apresentou ao vivo contendo suas principais influências: Led Zeppelin, Deep Purple, Rush, Jethro Tull e Black Sabbath.
E já que falamos em volta às origens, fazemos uma breve viagem no tempo e voltamos a março de 1986, quando houve a primeira aparição da banda no festival Blumenália, obviamente na cidade de Blumenau, terra natal da banda. A formação do Vlad na época consistia em Jean Carlo (guitarra e vocal), Renato Luís Funke (baixo), Carlos Zimmermann (bateria) e Alexandre Pellems (vocal). Com a repercussão causada na época, a banda decide encarar a vida profissional e com isso passa a abrir caminho numa época em que a cena Rock apenas engatinhava no estado.
No ano seguinte saem de cena Renato e Carlos e entram os experientes Jurandir Camilo - o Kiko (baixo) – e Mário Aurélio – o Kaneka (bateria). Em 1988 Alexandre também sai de cena e Jean Carlo assume definitivamente os vocais e guitarra, e como power-trio a banda passa a se consolidar como um nome de peso na região, gravando em outubro do mesmo ano a música Entre as Nuvens que entra na programação das rádios, sendo uma das mais pedidas no ano que se seguiu. O sucesso foi tão grande que Entre as Nuvens é presença garantida no repertório da banda até os dias de hoje.
Passando por sucessivas mudanças de formação, a banda se muda para São Paulo no ano de 1992. Contando com Osni Neumann (O “Sapo” – citado por Jean Carlo como um dos melhores bateristas do cenário catarinense) e Charles Mogck (Chaleco) no baixo, participam do programa da MTV "Fúria Metal" com o VJ Gastão Moreira, além de se apresentarem em importantes casas noturnas como Black Jack, Café Piu-Piu, Café Pedaço, Aeroanta, Britania, entre outras, com excelente repercussão de público e crítica. De volta depois de um ano fazendo contatos, mas com dificuldades de manter a estabilidade com a explosão do Grunge e problemas internos, a formação se desfez.
Contra todas as adversidades, em 1993, Jean Carlo, prezando pela música acima de tudo, segue com o nome Vlad V e grava o primeiro LP auto-intitulado – Vlad V – com músicos de estúdio. Foi um dos primeiros discos de Rock em Santa Catarina na época, o que fez com que a repercussão aumentasse principalmente com as ótimas críticas da mídia especializada. Por ser uma banda com influências de Hard Rock, Progressivo e Rock Clássico, chamou a atenção também o fato de a banda compor as músicas em português, algo atípico para o estilo, especialmente na cena underground e ainda mais numa época que, dentro do rock pesado, passaram a se destacar Angra e Sepultura. Mas o fato é que esta também passou a ser uma das marcas da banda. No ano seguinte entra o baterista Flávio Theilacker, sólido membro da banda e parceiro de Jean Carlo até os dias de hoje.
Nos anos seguintes, com os integrantes Humberto Klitzke (baixo) e Jairson Dorigatti – o Doriga (teclados) – , a banda continua a crescer e grava seu segundo disco – A Espada e o Dragão. Devido a um golpe dado pela gravadora Prize Records, o álbum acaba sendo lançado somente em 1998. Este álbum rendeu ao Vlad o título de “Rush brasileiro”, e a banda passou a ser sempre identificada não só pelo virtuosismo de Jean Carlo que passou a se firmar como multi-instrumentista (no álbum ele toca banjo, violão, guitarra, flauta, harmônica, além dos vocais), mas também à qualidade e timbre de voz sempre comparado ao de Geddy Lee, da referida banda canadense. Além disso sempre destacou-se também a qualidade melódica das composições, a complexidade e beleza dos arranjos e a musicalidade da banda como um todo, especialmente pela conciliação de diversas influências e estilos responsáveis pela originalidade do som. Com esse disco o Vlad também foi pioneiro no formato digital e conseguiu repercussão na mídia especializada de países como Bélgica, Holanda, França, Finlândia e Japão. Aqui, definitivamente, se firmaram não só como a maior banda do cenário Underground catarinense, como uma das maiores do sul do país e foi considerada por muitos órgãos especializados em Rock como a melhor banda do Brasil, especialmente no segmento Hard Rock Progressivo. Em novembro do mesmo ano, sai de cena Humberto Klitzke e o baixista passa a ser Cláudio Reiff, e a partir de então o Vlad V entra na fase mais estável da banda e passa a trabalhar em seu terceiro disco – O Quinto Sol – lançado ao final de 1999.
Nessa fase, a banda investe ainda mais na faceta progressiva e Jean Carlo passa a se dedicar mais à flauta. Com a entrada do guitarrista Beto Luciani, a banda lança o quarto disco – Vol. IV – em 2002. Logo os fãs e a crítica especializada identificaram uma maior presença da influência de Jehtro Tull na banda, justamente devido às flautas, mas a banda também passou a incorporar muitos elementos da música brasileira, com influências de Zé Ramalho e Alceu Valença.
Ao fim do ano sai de cena o tecladista Doriga, e a banda resolve inaugurar uma fase mais acústica, valorizando mais a melodia das flautas e a influência de música brasileira. Com isso, é lançado em 2005 o quinto trabalho do Vlad – Viagens Acústicas.
No começo de 2006 sai de cena Beto Luciani, e por um curto período a banda conta com a presença de Pablo Demarchi nos violões, mas até o lançamento do sexto álbum da banda – Siga o Som –, em 2007, a banda voltava, depois de quase 15 anos, a ser um trio.
Assim o Vlad V foi abandonando a fase acústica dos últimos dois discos e, valorizando a formação em power trio, as guitarras voltaram a falar mais alto. Conseqüentemente, em 2008, o grupo lançou a coletânea Longe do Fim, com um apanhado das músicas preferidas dos fãs que há anos seguem o Vlad pela região.
No finzinho de 2009 sai de cena Cláudio Reiff, depois de uma contribuição de mais de onze anos, e entra o caçula da banda Klauss Tofanetto (baixo e backing vocals). Com o Klauss, o Vlad volta às origens, investe mais em presença de palco e prepara seu sétimo “filho” (não, não é o 7th Son of a 7th Son) contendo as covers que sempre marcaram os shows e influenciaram a banda, prometendo ser o disco mais pesado da carreira banda.
02. Asas de um Louco
03. Criança da Noite
04. Anjos da Noite
05. Nos Campos da Mente
06. É Hora de Despertar
07. Sobre as Montanhas
08. Salamandra
09. Biafare
Formação atual:
Jean Carlo Sousa: guitarra, violão, bandolim, harmônica, flauta e vocais.
Klauss Pfiffer Toffaneto: baixo.
Flavio Theilacker: bateria.
Ex-integrantes:
Jairson Dorigatti (Doriga): teclados, acordeão e vocais.
Humberto Klitzke: baixo, violão, bandolim e vocais.
Beto Luciani: guitarra, violão e vocais.
Pablo Demarchi: violão.
Cláudio Castilho Reif: baixo.
A banda Vlad V, da cidade de Blumenau, é muito provavelmente a única da região do Vale do Itajaí, senão de todo o estado de Santa Catarina, com mais de vinte anos de estrada, seis álbuns lançados – mais uma coletânea –, fãs fiéis que seguem a banda a todos os shows possíveis, resenhas publicadas na Europa e no Japão e presença marcada na grande maioria dos festivais underground do estado.
Com nova formação e um sétimo álbum a caminho, o Vlad V não deixa de, de certa forma, voltar às origens e promete o trabalho mais pesado da carreira. Este trabalho apresentará algumas composições inéditas, mas tem como objetivo presentear os velhos fãs com as covers que a banda sempre apresentou ao vivo contendo suas principais influências: Led Zeppelin, Deep Purple, Rush, Jethro Tull e Black Sabbath.
E já que falamos em volta às origens, fazemos uma breve viagem no tempo e voltamos a março de 1986, quando houve a primeira aparição da banda no festival Blumenália, obviamente na cidade de Blumenau, terra natal da banda. A formação do Vlad na época consistia em Jean Carlo (guitarra e vocal), Renato Luís Funke (baixo), Carlos Zimmermann (bateria) e Alexandre Pellems (vocal). Com a repercussão causada na época, a banda decide encarar a vida profissional e com isso passa a abrir caminho numa época em que a cena Rock apenas engatinhava no estado.
No ano seguinte saem de cena Renato e Carlos e entram os experientes Jurandir Camilo - o Kiko (baixo) – e Mário Aurélio – o Kaneka (bateria). Em 1988 Alexandre também sai de cena e Jean Carlo assume definitivamente os vocais e guitarra, e como power-trio a banda passa a se consolidar como um nome de peso na região, gravando em outubro do mesmo ano a música Entre as Nuvens que entra na programação das rádios, sendo uma das mais pedidas no ano que se seguiu. O sucesso foi tão grande que Entre as Nuvens é presença garantida no repertório da banda até os dias de hoje.
Passando por sucessivas mudanças de formação, a banda se muda para São Paulo no ano de 1992. Contando com Osni Neumann (O “Sapo” – citado por Jean Carlo como um dos melhores bateristas do cenário catarinense) e Charles Mogck (Chaleco) no baixo, participam do programa da MTV "Fúria Metal" com o VJ Gastão Moreira, além de se apresentarem em importantes casas noturnas como Black Jack, Café Piu-Piu, Café Pedaço, Aeroanta, Britania, entre outras, com excelente repercussão de público e crítica. De volta depois de um ano fazendo contatos, mas com dificuldades de manter a estabilidade com a explosão do Grunge e problemas internos, a formação se desfez.
Contra todas as adversidades, em 1993, Jean Carlo, prezando pela música acima de tudo, segue com o nome Vlad V e grava o primeiro LP auto-intitulado – Vlad V – com músicos de estúdio. Foi um dos primeiros discos de Rock em Santa Catarina na época, o que fez com que a repercussão aumentasse principalmente com as ótimas críticas da mídia especializada. Por ser uma banda com influências de Hard Rock, Progressivo e Rock Clássico, chamou a atenção também o fato de a banda compor as músicas em português, algo atípico para o estilo, especialmente na cena underground e ainda mais numa época que, dentro do rock pesado, passaram a se destacar Angra e Sepultura. Mas o fato é que esta também passou a ser uma das marcas da banda. No ano seguinte entra o baterista Flávio Theilacker, sólido membro da banda e parceiro de Jean Carlo até os dias de hoje.
Nos anos seguintes, com os integrantes Humberto Klitzke (baixo) e Jairson Dorigatti – o Doriga (teclados) – , a banda continua a crescer e grava seu segundo disco – A Espada e o Dragão. Devido a um golpe dado pela gravadora Prize Records, o álbum acaba sendo lançado somente em 1998. Este álbum rendeu ao Vlad o título de “Rush brasileiro”, e a banda passou a ser sempre identificada não só pelo virtuosismo de Jean Carlo que passou a se firmar como multi-instrumentista (no álbum ele toca banjo, violão, guitarra, flauta, harmônica, além dos vocais), mas também à qualidade e timbre de voz sempre comparado ao de Geddy Lee, da referida banda canadense. Além disso sempre destacou-se também a qualidade melódica das composições, a complexidade e beleza dos arranjos e a musicalidade da banda como um todo, especialmente pela conciliação de diversas influências e estilos responsáveis pela originalidade do som. Com esse disco o Vlad também foi pioneiro no formato digital e conseguiu repercussão na mídia especializada de países como Bélgica, Holanda, França, Finlândia e Japão. Aqui, definitivamente, se firmaram não só como a maior banda do cenário Underground catarinense, como uma das maiores do sul do país e foi considerada por muitos órgãos especializados em Rock como a melhor banda do Brasil, especialmente no segmento Hard Rock Progressivo. Em novembro do mesmo ano, sai de cena Humberto Klitzke e o baixista passa a ser Cláudio Reiff, e a partir de então o Vlad V entra na fase mais estável da banda e passa a trabalhar em seu terceiro disco – O Quinto Sol – lançado ao final de 1999.
Nessa fase, a banda investe ainda mais na faceta progressiva e Jean Carlo passa a se dedicar mais à flauta. Com a entrada do guitarrista Beto Luciani, a banda lança o quarto disco – Vol. IV – em 2002. Logo os fãs e a crítica especializada identificaram uma maior presença da influência de Jehtro Tull na banda, justamente devido às flautas, mas a banda também passou a incorporar muitos elementos da música brasileira, com influências de Zé Ramalho e Alceu Valença.
Ao fim do ano sai de cena o tecladista Doriga, e a banda resolve inaugurar uma fase mais acústica, valorizando mais a melodia das flautas e a influência de música brasileira. Com isso, é lançado em 2005 o quinto trabalho do Vlad – Viagens Acústicas.
No começo de 2006 sai de cena Beto Luciani, e por um curto período a banda conta com a presença de Pablo Demarchi nos violões, mas até o lançamento do sexto álbum da banda – Siga o Som –, em 2007, a banda voltava, depois de quase 15 anos, a ser um trio.
Assim o Vlad V foi abandonando a fase acústica dos últimos dois discos e, valorizando a formação em power trio, as guitarras voltaram a falar mais alto. Conseqüentemente, em 2008, o grupo lançou a coletânea Longe do Fim, com um apanhado das músicas preferidas dos fãs que há anos seguem o Vlad pela região.
No finzinho de 2009 sai de cena Cláudio Reiff, depois de uma contribuição de mais de onze anos, e entra o caçula da banda Klauss Tofanetto (baixo e backing vocals). Com o Klauss, o Vlad volta às origens, investe mais em presença de palco e prepara seu sétimo “filho” (não, não é o 7th Son of a 7th Son) contendo as covers que sempre marcaram os shows e influenciaram a banda, prometendo ser o disco mais pesado da carreira banda.
Vlad V - A Espada e o Dragão (1997)
01. Longe do Fim
02. A Espada e o Dragão
03. Face das Sombras
04. Borboleta da Noite
05. Mama
06. Entre as Nuvens
07. Canção de um Nômade
08. Pã
09. Vlad V
Jean Carlo - Guitarra, Violão Folk, Flauta, Harmônica e Voz
Doriga - Teclados, Acordeon e Vocais
Humberto Klitzke - Baixo, Violão Clássico, Bandolin e Vocais
Flavio Theilacker - Bateria, Percussão e Vocais
02. A Espada e o Dragão
03. Face das Sombras
04. Borboleta da Noite
05. Mama
06. Entre as Nuvens
07. Canção de um Nômade
08. Pã
09. Vlad V
Jean Carlo - Guitarra, Violão Folk, Flauta, Harmônica e Voz
Doriga - Teclados, Acordeon e Vocais
Humberto Klitzke - Baixo, Violão Clássico, Bandolin e Vocais
Flavio Theilacker - Bateria, Percussão e Vocais
Vlad V - O Quinto Sol (1999)
01. Na Estrada
02. O Momento
03. Em Suas Mãos
04. Guardião dos Sonhos
05. Lago Sagrado
06. Olhos da Noite
07. O Chamado da Montanha
08. Fique Atento
09. Mundo Afora
10. Um Lamento
11. Morgenland
12. O Guerra Vence o Homem
13. Caminho do Vento
02. O Momento
03. Em Suas Mãos
04. Guardião dos Sonhos
05. Lago Sagrado
06. Olhos da Noite
07. O Chamado da Montanha
08. Fique Atento
09. Mundo Afora
10. Um Lamento
11. Morgenland
12. O Guerra Vence o Homem
13. Caminho do Vento
Vlad V - IV (2001)
01. Os Donos do Poder
02. Káli
03. Dança de Shiva
04. Plantar, Colher
05. Vento Sul
06. Thick As a Brick
07. Pôr-do-Sol em São Chico
08. O Pescador
09. Cavaleiros na Paisagem
10. Doce Lar dos Malucos
11. Move Over
12. Não se Deixe Levar Por Seus Olhos
13. Cavalgada
14. Tull Medley
02. Káli
03. Dança de Shiva
04. Plantar, Colher
05. Vento Sul
06. Thick As a Brick
07. Pôr-do-Sol em São Chico
08. O Pescador
09. Cavaleiros na Paisagem
10. Doce Lar dos Malucos
11. Move Over
12. Não se Deixe Levar Por Seus Olhos
13. Cavalgada
14. Tull Medley
Vlad V - Viagens Acústicas (2005)
01. Intro
02. Cavaleiros da Paisagem
03. Doce Lar dos Malucos
04. Entre as Nuvens
05. Lago Sagrado
06. Mercedez Benz
07. Asas de um Louco
08. Vale das Nascentes
09. Questão de Tempo
10. AS Montanhas do Sul
11. Olhos da Noite
02. Cavaleiros da Paisagem
03. Doce Lar dos Malucos
04. Entre as Nuvens
05. Lago Sagrado
06. Mercedez Benz
07. Asas de um Louco
08. Vale das Nascentes
09. Questão de Tempo
10. AS Montanhas do Sul
11. Olhos da Noite
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Mixto Quente - Mixto Quente (1982)
1.- Não Vá Embora
2.- Você Tá Demais
3.- Deixe Tudo
4.- Caminho Certo
5.- Os Bons Tempos
6.- Bruxa
7.- Desprevinida
8.- Sexta à Noite
9.- Os bons tempos - bônus out take
10.- Desprevinida - bônus out take
Kim (guitar, vocals)
Raul Miller (guitar)
Frajola Marcelo (bass)
Beny Berger (drums)
Márcio Milani (bass)
Thomas Beerman (guitar e vocais)
Taí, essa raridade do anos 80, banda de rock criada por Thomas ex-Bagga's Guru e Celso Kim Vechionne do Made in Brazil. Não sei dizer o que teria acontecido, para que o Kim deixasse o Made nesse período que andou como guitarrista do Mixto, talvez tenha sido briguinha de irmão, em todo caso, rolou e pronto. A banda toca um rock'n roll básico, mas para época era bem inovadora. Essa postagem vai para um grande amigo "Miltinho" espero que curta bastante meu amigo.
forte abraço.
Michael Schenker Group - One Night at Budokan (1981)
1. Armed And Ready
2. Cry For The Nations
3. Attack Of The Mad Axeman
4. But i Want More
5. Victim Of Illusion
6. Into The Arena
7. On And On
8. Never Trust A Stranger
9. Let Sleeping Dogs Lie
10. Courvoisier Concerto
11. Lost Horizons
12. Doctor Doctor
13. Are Your Ready To Rock
Michael Schenker - Guitarra
Gary Barden - Voz
Paul Raymond - Guitarra, teclados
Chris Glen - Bass
Cozy Powell - Bateria
Na minha humilde opinião de apaixonado por "hard rock", digo que Michael Schenker, já é uma lenda viva. Se você ainda não concorda e acha que prá ser uma "lenda" precisa estar com muita idade e a beira da morte, digo que é engano seu pensar assim, mas respeito todas as opiniões e ponto.
Tem dezenas de motivos para considerá-lo uma lenda, mas vamos falar desse Cd em especial, afinal é dele que estamos falando, rss...
Postei esse Cd por uma única e consistente verdade.....é....o...melhor cd ao vivo que já ouvi desse cara, ponto.
2. Cry For The Nations
3. Attack Of The Mad Axeman
4. But i Want More
5. Victim Of Illusion
6. Into The Arena
7. On And On
8. Never Trust A Stranger
9. Let Sleeping Dogs Lie
10. Courvoisier Concerto
11. Lost Horizons
12. Doctor Doctor
13. Are Your Ready To Rock
Michael Schenker - Guitarra
Gary Barden - Voz
Paul Raymond - Guitarra, teclados
Chris Glen - Bass
Cozy Powell - Bateria
Na minha humilde opinião de apaixonado por "hard rock", digo que Michael Schenker, já é uma lenda viva. Se você ainda não concorda e acha que prá ser uma "lenda" precisa estar com muita idade e a beira da morte, digo que é engano seu pensar assim, mas respeito todas as opiniões e ponto.
Tem dezenas de motivos para considerá-lo uma lenda, mas vamos falar desse Cd em especial, afinal é dele que estamos falando, rss...
Postei esse Cd por uma única e consistente verdade.....é....o...melhor cd ao vivo que já ouvi desse cara, ponto.
domingo, 24 de outubro de 2010
Brian Bromberg - Plays Jimi Hendrix (2010)
1. Fire (4:42)
2. Manic Depression (4:27)
3. The Wind Cries Mary (4:14)
4. Voodoo Chile (7:05)
5. Freedom (4:47)
6. All Along THe Watchtower (4:41)
7. Foxey Lady (4:48)
8. Hey Joe (6:28)
9. Crosstown> Traffic (3:43)
10. Spanish Castle Magic (5:39)
11. Purple Haze (6:43)
Brian Bromberg - 4 string bass, tenor bass, piccolo bass, 5 string, bass,
fretless bass, upright bass, vocals.
Vinnie Colaiuta – drums
Nascido em Tucson, Arizona em 1960, ele inicialmente seguiu seu pai e irmão mais velho tocando bateria. Depois de lutar com o violoncelo em primárias e secundárias do ensino médio, Brian passou para o baixo a mando de uma professora e tomou gosto de imediato. A partir dos 14-18, desafiado pelo instrumento tornar-se proficional o suficiente para realizar vários Shows 5 a 7 noites por semana. Aos 18 anos, conseguiu seu primeiro show grande como um membro da banda de sax tenor,a lenda Stan Getz e desde então tocou baixo acústico e elétrico com centenas de artistas que vão de Horace Silver, McRae Carmen e Harris Eddie Lee Ritenour, Nancy Wilson, Teena Marie e Dudley Moore.
"Bromberg Plays Hendrix" é uma homenagem de um virtuoso para o outro. Para Brian assumir músicas clássicas de Hendrix é nada menos que surpreendente. Ele faz as suas próprias músicas, mantendo o espírito e a emoção crua dos originais.
Mas o melhor nisso tudo se dá pelo lado super peculiar, você irá ouvir os clássicos de Hendrix solados por baixo, ao contrário de tudo que você já ouviu por aí, enquanto o baixo sola, a guitarra e bateria fazem as bases....isso é incrível, deleite total.
2. Manic Depression (4:27)
3. The Wind Cries Mary (4:14)
4. Voodoo Chile (7:05)
5. Freedom (4:47)
6. All Along THe Watchtower (4:41)
7. Foxey Lady (4:48)
8. Hey Joe (6:28)
9. Crosstown> Traffic (3:43)
10. Spanish Castle Magic (5:39)
11. Purple Haze (6:43)
Brian Bromberg - 4 string bass, tenor bass, piccolo bass, 5 string, bass,
fretless bass, upright bass, vocals.
Vinnie Colaiuta – drums
Nascido em Tucson, Arizona em 1960, ele inicialmente seguiu seu pai e irmão mais velho tocando bateria. Depois de lutar com o violoncelo em primárias e secundárias do ensino médio, Brian passou para o baixo a mando de uma professora e tomou gosto de imediato. A partir dos 14-18, desafiado pelo instrumento tornar-se proficional o suficiente para realizar vários Shows 5 a 7 noites por semana. Aos 18 anos, conseguiu seu primeiro show grande como um membro da banda de sax tenor,a lenda Stan Getz e desde então tocou baixo acústico e elétrico com centenas de artistas que vão de Horace Silver, McRae Carmen e Harris Eddie Lee Ritenour, Nancy Wilson, Teena Marie e Dudley Moore.
"Bromberg Plays Hendrix" é uma homenagem de um virtuoso para o outro. Para Brian assumir músicas clássicas de Hendrix é nada menos que surpreendente. Ele faz as suas próprias músicas, mantendo o espírito e a emoção crua dos originais.
Mas o melhor nisso tudo se dá pelo lado super peculiar, você irá ouvir os clássicos de Hendrix solados por baixo, ao contrário de tudo que você já ouviu por aí, enquanto o baixo sola, a guitarra e bateria fazem as bases....isso é incrível, deleite total.
Alex Beyrodt - Voodoo Circle (2008)
01. Spewing Lies
02. Desperate Heart
03. Kingdom of the Blind
04. Man and Machine
05. Master of Illusion
06. We'll Never Learn
07. Dream of Eden
08. Heaven Can Wait
09. Angels Will Cry
10. Enter My World of Darkness
11. Wings Of Sorrow (Bonus Track)
12. White Lady Requiem
13. Dream Of Eden (David Readman Version - Bonus Track)
Alex Beyrodt (Guitars - Silent Force, Primal Fear, Sinner, Missa Mercuria)
David Readman (Vocals – Pink Cream 69, Adagio)
Mat Sinner (Bass – Sinner, Primal Fear)
Mel Gaynor (Drums – Simple Minds , Gary Moore , Brian May)
Jimmy Kresik (Keyboards)
Special Guests
Doogie White (Vocals, duet on #7 – Rainbow, Yngwie Malmsteen)
Rudy Sarzo (Bass – Ozzy, Quiet Riot, Dio, Whitesnake)
Norifumu Shima (Guitars – Concerto Moon)
Richard Andersson (Keyboards – Majestic, Space Odyssey , Evil Masquerade)
O guitarrista Alex Beyrodt, conhecido por ser a mente por trás do Silent Force, além de ter integrado Primal Fear e Sinner, reuniu um time de figuras conhecidas da cena Hard/Heavy e deu início ao Voodoo Circle, projeto que investe no Power Metal Neoclássico com claras influências setentistas. Quem curte Malmsteen pode pegar sem medo, a sonoridade é muito semelhante.
Além do próprio Alex, o destaque vai para os vocais de David Readman, mostrando porque é um dos melhores vocalistas da atual geração, cantando com muito feeling e técnica. Um trabalho onde, apesar do guitarrista ser a estrela principal, o espírito de banda é conservado e a musicalidade está em primeiro lugar. Pra baixar e escutar no último volume.
Demon - The Unexpected Guest (1982)
Assim como no álbum anterior (“Night Of The Demon"), a banda investe no Heavy/Hard oitentista com extrema qualidade e originalidade. O maior destaque, como sempre, fica para o vocal único de Dave Hill, o grande mentor da banda ao lado do guitarrista Mal Spooner (falecido em 84 - pneumonia). Todo o álbum é excelente, mas, é inesquecível a introdução (“An Observation”), que lembra uma trilha de suspense e terror, com uma menina em uma respiração ofegante, seguida por "Don´t Break The Circle", prá mim a melhor música da banda e uma das melhores do Heavy em todos os tempos. Infelizmente, como já citado na resenha anterior, após este álbum a banda perdeu a fórmula e começou a investir num som mais voltado para o Rock Progressivo e viagens psicodélicas, perdendo todas características originais. Mesmo após o retorno a ativa em 2005, quando tentou algo que lembrasse suas raízes, jamais conseguiu produzir algo que chegasse perto dos 2 primeiros álbuns, verdadeiras obras-primas do METAL!
01-Intro: An Observation
02-Don't Break The Circle
03-The Spell
04-Total Possession
05-Sign Of A Madman
06-Victim Of Fortune
07-Have We Been Here Before ?
08-Strange Institution
09-The Grand Illusion
10-Beyond The Gates
11-Deliver Us From Evil
12-Outro
13-Don't Break The Circle (1988 Remix)
14-Have We Been Here Before? (Out-Take)
15-Victim Of Fortune (Out-Take)
16-Strange Institution (Out-Take)
Dave Hill (Vocal)
Mal Spooner (Guitar)
John Wright (Drums)
Chris Ellis (Bass)
Les Hunt (Guitar)
01-Intro: An Observation
02-Don't Break The Circle
03-The Spell
04-Total Possession
05-Sign Of A Madman
06-Victim Of Fortune
07-Have We Been Here Before ?
08-Strange Institution
09-The Grand Illusion
10-Beyond The Gates
11-Deliver Us From Evil
12-Outro
13-Don't Break The Circle (1988 Remix)
14-Have We Been Here Before? (Out-Take)
15-Victim Of Fortune (Out-Take)
16-Strange Institution (Out-Take)
Dave Hill (Vocal)
Mal Spooner (Guitar)
John Wright (Drums)
Chris Ellis (Bass)
Les Hunt (Guitar)
Demon - Night Of The Demon (1981)
1. Full Moon
2. Night Of The Demon
3. Into The Nightmare
4. Father Of Time
5. Decisions
6. Liar
7. Big Love
8. Ride The Wind
9. Fool To Play The Hard Way
10. One Helluva Night
Dave Hill (vocal)
Mal Spooner (guitarra)
Clive Cook (guitarra)
Paul Riley (baixo)
John Wright (bateria)
Todos falam de bandas injustiçadas por aí, aqui está a minha banda ijustiçada. Banda inglesa que faz um hard heavy de primeira grandeza. riffs pesadíssimos, grandes pegadas e não deixa a peteca cair.
Digna de estar na cabeceira de qualquer rockeiro que viveu como eu, os anos 80.
Uma banda quase que esquecida pelo bangers , o Demon surgiu em 80 na Inglaterra. O seu primeiro disco, “Night of the Demon”, foi um dos melhores lançamentos daquele ano. A faixa título, junto de “Decisions” e “Fool to Play the Hard Way” já valem o disco. Antes do álbum, eles lançaram primeiramente o single “Liar” pela Clay Records que era um obscuro selo inglês.
A formação oficial da banda era: Dave Hill (v) Mal Spooner (g) Clive Cook (g) Paul Riley (b) e John Wright (d). Quando eles assinaram com a Carrere que editaria o “Night o f The Demon”, Clive Cook e Paul Riley foram substituídos por Les Hunt e Chris Ellis respectivamente. Esta nova formação gravaria o disco “Expected the Unexpected”.
Neste álbum a banda já havia voltado a trabalhar com a Clay, que estava melhor estruturada e lançou seus lp´s seguintes: "The Plague" (1983) e "British Standard Approved" (1985). Este último se transformou no seu melhor álbum até a data, trazendo novas mudanças para o grupo: Gavin Sutherland (b), John Waterhouse (g), e Steve Watts (k) entravam na banda, e traziam outras influências para o som do Demon.
Em 85 eles lançariam “Heart of Our Time”. Nesta época aconteceu um fato que chocou muito a banda: sete dias após aprontarem o novo trabalho, o guitarrista Mal Spooner faleceu devido a uma pneumonia. Apesar do abalo, eles seguiram em frente. Para o disco "Breakout" (87) a banda trazia mais uma mudança no Line-up. O competente Andy Dale era oficialmente o novo baixista.
No final dos anos 80, O Demon ainda lançou “Taking The World By Storm” em 1989 e um álbum ao vivo, gravado na Alemanha em 1990 chamado “Helluva Night”. A banda continuou as mudanças no line up, até se estabilizar em 92 com Mike Thomas (b) e Paul Rosscrow (d). O disco lançado deixa muito a desejar e a banda se congela até 2001, quando retorna com o disco “Spaced Out Monkey” que resgata todo o prestígio que a banda havia conquistado no início da carreira.
O Demon continua em atividade até hoje e já lançou 10 álbuns, sendo "Better The Devil You Know" (2005), o último álbum de estúdio da banda. O vocalista Dave Hill é o único integrante original que permanece até hoje. "RESENHA DO METAL MILITIA"
2. Night Of The Demon
3. Into The Nightmare
4. Father Of Time
5. Decisions
6. Liar
7. Big Love
8. Ride The Wind
9. Fool To Play The Hard Way
10. One Helluva Night
Dave Hill (vocal)
Mal Spooner (guitarra)
Clive Cook (guitarra)
Paul Riley (baixo)
John Wright (bateria)
Todos falam de bandas injustiçadas por aí, aqui está a minha banda ijustiçada. Banda inglesa que faz um hard heavy de primeira grandeza. riffs pesadíssimos, grandes pegadas e não deixa a peteca cair.
Digna de estar na cabeceira de qualquer rockeiro que viveu como eu, os anos 80.
Uma banda quase que esquecida pelo bangers , o Demon surgiu em 80 na Inglaterra. O seu primeiro disco, “Night of the Demon”, foi um dos melhores lançamentos daquele ano. A faixa título, junto de “Decisions” e “Fool to Play the Hard Way” já valem o disco. Antes do álbum, eles lançaram primeiramente o single “Liar” pela Clay Records que era um obscuro selo inglês.
A formação oficial da banda era: Dave Hill (v) Mal Spooner (g) Clive Cook (g) Paul Riley (b) e John Wright (d). Quando eles assinaram com a Carrere que editaria o “Night o f The Demon”, Clive Cook e Paul Riley foram substituídos por Les Hunt e Chris Ellis respectivamente. Esta nova formação gravaria o disco “Expected the Unexpected”.
Neste álbum a banda já havia voltado a trabalhar com a Clay, que estava melhor estruturada e lançou seus lp´s seguintes: "The Plague" (1983) e "British Standard Approved" (1985). Este último se transformou no seu melhor álbum até a data, trazendo novas mudanças para o grupo: Gavin Sutherland (b), John Waterhouse (g), e Steve Watts (k) entravam na banda, e traziam outras influências para o som do Demon.
Em 85 eles lançariam “Heart of Our Time”. Nesta época aconteceu um fato que chocou muito a banda: sete dias após aprontarem o novo trabalho, o guitarrista Mal Spooner faleceu devido a uma pneumonia. Apesar do abalo, eles seguiram em frente. Para o disco "Breakout" (87) a banda trazia mais uma mudança no Line-up. O competente Andy Dale era oficialmente o novo baixista.
No final dos anos 80, O Demon ainda lançou “Taking The World By Storm” em 1989 e um álbum ao vivo, gravado na Alemanha em 1990 chamado “Helluva Night”. A banda continuou as mudanças no line up, até se estabilizar em 92 com Mike Thomas (b) e Paul Rosscrow (d). O disco lançado deixa muito a desejar e a banda se congela até 2001, quando retorna com o disco “Spaced Out Monkey” que resgata todo o prestígio que a banda havia conquistado no início da carreira.
O Demon continua em atividade até hoje e já lançou 10 álbuns, sendo "Better The Devil You Know" (2005), o último álbum de estúdio da banda. O vocalista Dave Hill é o único integrante original que permanece até hoje. "RESENHA DO METAL MILITIA"
Demon - British Standard Approved (1985)
1.First Class
2.Cold In The Air
3.Touching The Ice
4.Second Stage
5.Proxima
6.The Link Part 1 & 2
7.New Ground
8.From The Outside
9.Wonderland
10.Hemispheres (British Standard Approved)
11.New Ground Live - Bonus Track
12.Only Sane Man Live - Bonus Track
13.Wonderland - Acoustic 2002 Bonus Track
Dave Hill Vocals, Various Effects, Emulator
Mal Spooner Guitars, Vocals
John Wright Drums, Percussion, Acoustic Guitars
Steven Watts Keyboards, Synths
Andy Dale Bass (Live Bonus Tracks)
John Waterhouse Guitars (Live Bonus Tracks)
2.Cold In The Air
3.Touching The Ice
4.Second Stage
5.Proxima
6.The Link Part 1 & 2
7.New Ground
8.From The Outside
9.Wonderland
10.Hemispheres (British Standard Approved)
11.New Ground Live - Bonus Track
12.Only Sane Man Live - Bonus Track
13.Wonderland - Acoustic 2002 Bonus Track
Dave Hill Vocals, Various Effects, Emulator
Mal Spooner Guitars, Vocals
John Wright Drums, Percussion, Acoustic Guitars
Steven Watts Keyboards, Synths
Andy Dale Bass (Live Bonus Tracks)
John Waterhouse Guitars (Live Bonus Tracks)
Demon - The Plague (1983)
1. The Plague
2. Nowhere to Run
3. Fever in the City
4. Blackheath
5. Blackheath Intro
6. The Writings on the Wall
7. The Only Sane Man
8. A Step Too Far
Dave Hill Lead Vocals
Mal Spooner Rhythm Guitar
Les Hunt Lead Guitar
Chris Ellis Bass
John Wright Drums
Andy Richards Keyboards
2. Nowhere to Run
3. Fever in the City
4. Blackheath
5. Blackheath Intro
6. The Writings on the Wall
7. The Only Sane Man
8. A Step Too Far
Dave Hill Lead Vocals
Mal Spooner Rhythm Guitar
Les Hunt Lead Guitar
Chris Ellis Bass
John Wright Drums
Andy Richards Keyboards
Demon - Taking The World By Storm (1989)
1.Commercial Dynamite
2.Taking The World By Storm
3.The Life Brigade
4.Remembrance Day
5.What Do Think About Hell?
6.Blue Skies In Red Square
7.Time Has Come
Dave Hill Vocals
Steve Watts Synths, Keyboards
John Waterhouse Guitars
Scot Crawford Drums
Nick Bushell Bass
Steve Brookes Rhythm Guitar
2.Taking The World By Storm
3.The Life Brigade
4.Remembrance Day
5.What Do Think About Hell?
6.Blue Skies In Red Square
7.Time Has Come
Dave Hill Vocals
Steve Watts Synths, Keyboards
John Waterhouse Guitars
Scot Crawford Drums
Nick Bushell Bass
Steve Brookes Rhythm Guitar
Demon - Breakout (1987)
1.Life On The Wire
2.Hurricane
3.Breakout
4.Living In The Shadow
5.England's Glory
6.Standing In The Shadow
7.Hollywood
8.Big Chance
9.Through These Eyes
10.Finale
Dave Hill Vocals
John Wright Drums, Percussion
Steve Watts Synths, Keyboards
John Waterhouse Guitars
Andy Dale Bass
2.Hurricane
3.Breakout
4.Living In The Shadow
5.England's Glory
6.Standing In The Shadow
7.Hollywood
8.Big Chance
9.Through These Eyes
10.Finale
Dave Hill Vocals
John Wright Drums, Percussion
Steve Watts Synths, Keyboards
John Waterhouse Guitars
Andy Dale Bass
Demon - Blow Out (1992)
1.Still Worth Fighting For
2.Everything Has Changed
3.Visions Of The Future
4.Tell Me What Your Looking For
5.Stop The Fire
6.Crazy Town
7.Victim Of His Time
8.Million Dollar Ride
9.Wargames
10.Soldier Of Fortune
11.Visions Of The Future Ii
12.Sacred Heart
Dave Hill Vocals
John Waterhouse Lead Guitar
Steve Brookes Guitar
Mike Thomas Bass
Paul Rosscrow Drums
2.Everything Has Changed
3.Visions Of The Future
4.Tell Me What Your Looking For
5.Stop The Fire
6.Crazy Town
7.Victim Of His Time
8.Million Dollar Ride
9.Wargames
10.Soldier Of Fortune
11.Visions Of The Future Ii
12.Sacred Heart
Dave Hill Vocals
John Waterhouse Lead Guitar
Steve Brookes Guitar
Mike Thomas Bass
Paul Rosscrow Drums
Demon - Better The Devil You Know (2005)
1.Better The Devil You Know
2.Dead Of The Night
3.Standing On The Edge
4.Taking On The World
5.Temptation
6.Warriors
7.Live Again
8.Obsession
9.Change
Dave Hill Vocals
Ray Walmsley Guitars
Andy Dale Bass
Karl Finney Guitars
Paul Farrington Keyboards
Neil Ogden Drums
2.Dead Of The Night
3.Standing On The Edge
4.Taking On The World
5.Temptation
6.Warriors
7.Live Again
8.Obsession
9.Change
Dave Hill Vocals
Ray Walmsley Guitars
Andy Dale Bass
Karl Finney Guitars
Paul Farrington Keyboards
Neil Ogden Drums
Demon - Spaced Out Monkey (2001)
1.Never Saw It Coming
2.Sound Of The Underground
3.Cry From The Street
4.Homeless
5.Child Of The Dark Sky
6.Dreamtime
7.Spaced Out Monkey
8.Streetwise Cowboy
9.Alone
10.Where Are You Coming From
11.Get Me Out Of Here
Dave Hill Vocals
Steve Brookes Electric Guitars
Andy Dale Bass, Vocals
Ray Walmsley Acoustic, Electric Guitars, Vocals
John Cotterill Drums
Duncan Hansell Keyboards
2.Sound Of The Underground
3.Cry From The Street
4.Homeless
5.Child Of The Dark Sky
6.Dreamtime
7.Spaced Out Monkey
8.Streetwise Cowboy
9.Alone
10.Where Are You Coming From
11.Get Me Out Of Here
Dave Hill Vocals
Steve Brookes Electric Guitars
Andy Dale Bass, Vocals
Ray Walmsley Acoustic, Electric Guitars, Vocals
John Cotterill Drums
Duncan Hansell Keyboards
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Count Raven - Storm Warning (1990)
1 Intro (Count Raven) 3:08
2 Inam Naudemina 5:50
3 True Revelation 8:54
4 In the Name of Rock*n*Roll 4:23
5 Sometimes a Great Nation 6:04
6 Within the Garden of Mirrors 6:57
7 A Devastating Age 8:38
8 How Can It Be 6:20
9 Social Warfare 7:19
Christian Lindersson (vocals) "Saint Vitus, Terra Firma"
Dan “Fodde” Fondelius (guitars, keyboards, vocals)
Tommy “Wilbur” Eriksson (bass) "Semlah"
Christer “Renfield” Petersson (drums)
A estréia do todo poderoso dos deuses, diga-se deuses do inferno, estou falando dessa banda Suéca "Count Raven" lançado em 1990, com uma sonoridade prá lá de pesado ...naturalmente, nenhum toque elegante nem moderno neste disco.
Count Raven tem verdadeira herança do BLACK SABBATH, Este é também o testemunho da voz, que soa muito Ozzy. Christian Lindersson só foi envolvida neste CD em seguida, o microfone alterado para Dan Fodde Fondelius, que soa como a reencarnação de Ozzy.
Assombrosamente sem pestanejar eu digo; é a verdadeira reencarnação do Sábado Negro.
2 Inam Naudemina 5:50
3 True Revelation 8:54
4 In the Name of Rock*n*Roll 4:23
5 Sometimes a Great Nation 6:04
6 Within the Garden of Mirrors 6:57
7 A Devastating Age 8:38
8 How Can It Be 6:20
9 Social Warfare 7:19
Christian Lindersson (vocals) "Saint Vitus, Terra Firma"
Dan “Fodde” Fondelius (guitars, keyboards, vocals)
Tommy “Wilbur” Eriksson (bass) "Semlah"
Christer “Renfield” Petersson (drums)
A estréia do todo poderoso dos deuses, diga-se deuses do inferno, estou falando dessa banda Suéca "Count Raven" lançado em 1990, com uma sonoridade prá lá de pesado ...naturalmente, nenhum toque elegante nem moderno neste disco.
Count Raven tem verdadeira herança do BLACK SABBATH, Este é também o testemunho da voz, que soa muito Ozzy. Christian Lindersson só foi envolvida neste CD em seguida, o microfone alterado para Dan Fodde Fondelius, que soa como a reencarnação de Ozzy.
Assombrosamente sem pestanejar eu digo; é a verdadeira reencarnação do Sábado Negro.
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