sexta-feira, 4 de março de 2011

Woodstock Festival (1969)


CD 1.Download

1. Handsome Johnny – Richie Havens
2. Freedom – Richie Havens
3. The ‘Fish’ Cheer/I-Feel-Like-I’m-Fixin’-To-Die Rag – Country Joe McDonald
4. Rainbows All Over Your Blues – John B. Sebastian
5. I Had A Dream – John B. Sebastian
6. If I Were A Carpenter – Tim Hardin
7. Beautiful People – Melanie
8. Coming Into Los Angeles – Arlo Guthrie
9. Walking Down The Line – Arlo Guthrie
10. Joe Hill – Joan Baez
11. Sweet Sir Galahad – Joan Baez
12. Drug Store Truck Drivin’ Man – Joan Baez
13. Soul Sacrifice – Santana
14. Blood Of The Sun – Mountain
15. Theme For An Imaginary Western – Mountain


CD 2.Download

1. Leaving This Town – Canned Heat
2. Going Up The Country – Canned Heat
3. Commotion – Creedence Clearwater Revival
4. Green River – Creedence Clearwater Revival
5. Ninety-Nine And A Half (Won’t Do) – Creedence Clearwater Revival
6. I Put A Spell On You – Creedence Clearwater Revival
7. Try – Janis Joplin8. Work Me Lord – Janis Joplin
9. Ball & Chain – Janis Joplin
10. Medley: Dance To The Music/Music Lover/I Want To Take You Higher – Sly & The Family Stone
11. We’re Not Gonna Take It – The Who


CD 3.Download

1. Volunteers – Jefferson Airplane
2. Somebody To Love – Jefferson Airplane
3. Saturday Afternoon/Won’t You Try – Jefferson Airplane
4. Uncle Sam Blues – Jefferson Airplane
5. White Rabbit – Jefferson Airplane
6. Let’s Go Get Stoned – Joe Cocker
7. With A Little Help From My Friends – Joe Cocker
8. Rock & Soul Music – Country Joe & The Fish
9. I’m Going Home – Ten Years After
10. Long Black Veil – Band
11. Loving You Is Sweeter Than Ever – Band
12. The Weight – Band
13. Mean Town Blues – Johnny Winter



CD 4.Download

1. Suite: Judy Blue Eyes – Crosby, Stills, & Nash
2. Guinnevere – Crosby, Stills, Nash & Young
3. Marrakesh Express – Crosby, Stills, Nash & Young
4. 4 + 20 – Crosby, Stills, Nash & Young
5. Sea Of Madness – Crosby, Stills, Nash & Young
6. Find The Cost Of Freedom – Crosby, Stills, & Nash
7. Love March – Paul Butterfeild Blues Band
8. At The Hop – Sha Na Na
9. Voodoo Chile (Slight Return)/Stepping Stone – Jimi Hendrix
10. Star Spangled Banner – Jimi Hendrix
11. Purple Haze – Jimi Hendrix

Vale a pena relembrar. Afinal, nenhum outro festival de música teve tanta repercussão e tanta importância como esse. Apesar de suas outras edições e de outros grandes festivais de música, Woodstock permanece como o mais importante evento musical da história contemporânea.
Para entender sua importância, é preciso voltar um pouco no tempo. O mundo, e especialmente os Estados Unidos, passava por tempos difíceis de guerra, violência e desilusão. A década de 60, a mais conturbada década do século, chegava ao fim, com uma sensação reinante de ”e agora?” no ar. E é nesse clima de final de festa, no último ano da década, que o maior evento de música já feito encontra terreno fértil para se consolidar. O festival de Woodstock, realizado em 1969, reuniu uma multidão de mais de 450 mil jovens para 3 dias de amor e música.

O festival foi idealizado e levado a cabo por quatro jovens, John Roberts, Joel Rosenman, Artie Kornfeld e Michael Lang. Roberts e Rosenman eram jovens milionários procurando um investimento interessante para seu dinheiro. Os dois até colocaram um anúncio no jornal dizendo: ”jovens homens com capital ilimitado procuram oportunidades de investimento e propostas de negócios interessantes e originais”. Lang e Kornfeld tinham as idéias interessantes e originais – mas não tinham o dinheiro. Os dois pensavam em fazer uma gravadora independente especializada em rock localizada numa cidadezinha afastada de Manhattam chamada Woodstock, ou em realizar um festival misturando exposição cultural, shows de rock e estilo de vida da contracultura. O quarteto acabou se encontrando e decidindo pelo festival, mas no campo e com o nome de Woodstock. O evento foi tomando forma.
Woodstock aconteceria fora da cidade grande, enfatizando o clima existente de ”volta ao campo”, e estava sendo programado para ser o maior festival musical de todos os tempos. Para atrair seu público alvo, os jovens, foram usados todos os símbolos e frases consagrados pela contracultura. O próprio slogan do evento, ”três dias de paz e música” , era baseado na contracultura. O slogan continha em si o sentimento antiguerra, o conceito da Era de Aquárius (disseminado com o musical ”Hair”), e a intenção dos organizadores de manter a paz no evento. O próprio Kornfeld explicou que festival não deveria ser pensado como construção de palcos, assinatura de contratos ou venda de ingressos. Woodstock deveria ser um estado de espírito, um acontecimento para se tornar um ícone de toda uma geração.

Os organizadores foram considerados loucos e pretensiosos porintencionarem realizar o maior festival de música já feito e reunir 100 mil pessoas. Mas Woodstock superou todas as expectativas e se revelou um verdadeiro fenômeno. Quase meio milhão de pessoas foram até Woodstock aproveitar 3 dias de mentes abertas, amor livre, drogas liberadas e muito rock. O festival acarretou um dos piores engarrafamentos em Nova Iorque, mas não houve nenhum acidente ou violência durante o festival. Criou-se uma nação dentro de uma nação, reunida por seus ideais e sua vontade de se divertir, embaladas ao som de The Who, Jefferson Airplane, Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Joe Cocker, Bob Dylan e todos os grandes nomes do rock da era, hoje verdadeiras lendas.
O evento tornou-se um verdadeiro ícone da contracultura. A força jovem e a liberdade assustaram os mais velhos e conservadores. As dimensões de Woodstock foram além das 450 mil pessoas reunidas no festival, tanto que as discussões sobre sua importância persistem, mesmo 3 décadas depois. E até hoje o evento divide opiniões.
Muitos dizem que Woodstock foi o fim de toda a ingenuidade e utopia que cercavam os anos 60. Outros dizem que foi o apogeu de todas as mudanças e desenvolvimento na sociedade. Mas todos concordam que o festival foi um marco importante não só para a história da música, mas para a história do homem.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Eram Os Deuses Astronautas (Erich Von Daniken)

Eram os Deuses Astronautas? (Erinnerungen an die Zukunft, no original alemão) é um livro escrito em 1968 pelo suíço Erich von Däniken, onde o autor teoriza a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas que para cá teriam se deslocado.

Von Däniken apresentou como provas ligações entre as colossais pirâmides egípcias e incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outros grandes mistérios arquitetônicos. Ele também cria uma teoria de cruzamentos entre os extraterrestres e espécies primatas, gerando a espécie humana.

Dizia o autor também que esses extraterrestres eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro.

Unido à época lançada - um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou acadêmica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.


Esse post pode soar contraditório a alguns outros escritos neste espaço, se você acompanha o blog não pense que sou uma escritora sem uma definida opinião, mas sou também um ser humano como qualquer outro que recorre a algumas teorias para tornar a vida algo com mais sentido.

Existe uma teoria postulada por Erick Von Daniken que respeito muito e confirmo que vale a pena a busca por informações a respeito da mesma. O livro escrito por ele “Eram os Deuses Astronautas?” sugere informações baseadas em provas verídicas de que não estamos sozinhos no universo e que temos origem extraterrestre.

Quando comecei ir à busca dessas informações dei risada da audácia do autor em escrever algo dessa maneira. Achei a idéia dele improvável de ter ocorrido, uma teoria absurda, mas mesmo assim me aprofundei e acabei me apaixonando pela quantidade de informações coletadas pelo autor.

Não devemos negar teorias. Para podermos argumentar contra qualquer coisa devemos realmente saber do que estamos falando e estudar a respeito.

Se a busca pelo desconhecido lhe interessa vale a pena ler este livro. Se você não gosta de ler, apesar de estar em um blog dedicado a leitura, o Youtube disponibiliza dois documentários a respeito do assunto. Se todas essas informações foram novas a você se prepare para mudar alguns pontos de vista a respeito de nossas origens.

Se mesmo fornecendo caminhos para o conhecimento você ler meu post e achar um absurdo e não procurar informação é sinal que o leitor não é muito bem vindo aqui. Lembre-se que antes de criticar algo procure informações a respeito após isso possui total liberdade em me chamar de maluca ou coisas do gênero. Se acreditar na teoria que um ser chamado deus criou todo universo de uma maneira absurda basta para sua mente tudo bem, mas para mim isso não basta.

O Nome da Rosa (Umberto Eco)

O enredo de O Nome da Rosa gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano William de Baskerville, assessorado pelo noviço Adson de Melk, vai a fundo em suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas,obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risona criada por Eco e atribuída romantescamente à Aristóteles. A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca.

No romance, Umberto Eco relembra a problemática suscitada pelo nominalismo entre o que é essencial, que parece ser o nome da rosa como nome, em si um conceito, portanto um universal, dessa forma, eterno, imutável, imortal e de sua contraposição a rosa particular, individual no mundo, flor de existência única na realidade, que por acontecer, também é passageira, mortal e transitória.

O próprio nome do livro suscita uma questão que relembra a questão dos universais e dos particulares, que se refere a saber se o nome da rosa é universal ou particular. O quadro da questão pode ser representado de forma tradicional pelo quadrilátero de proposições lógicas. A questão se refere ao juízo que fazemos do nome da rosa: se ele é universal, por exemplo: O nome da rosa é imortal; particular: O nome da rosa é passageiro (mortal) e ainda: Nenhum nome da rosa é imortal ou: Algum nome de rosa é passageiro. Os vértices do quadrilátero seriam formados por esses quatro juízos. Seria algum desses juízos verdadeiro ou falso? Se sim ou não, nisso há alguma contradição? Haveria outras possibilidades, outras incertezas?

Eco sugere no O Nome da Rosa, um ambiente no qual as contradições, oposições, querelas e inquisições, no início do século XIV, justificam ações humanas, as virtudes e os crimes dos personagens, monges copistas de uma abadia cuja maior riqueza é o conhecimento de sua biblioteca. Para os personagens, a discussão do essencial e do particular, do espiritual e da realidade material, do poder secular e da insurreição, dos conceitos e das palavras entranham pelo mundo uma teia de inter-relações das mais conflituosas. A representação, a palavra e o texto escrito passam a ter uma importância vital na organização da abadia beneditina, gestando o microcosmo do narrador.

No O Nome da Rosa, conhecido e desconhecido tecem caminhos secretos pela abadia de pedra e representações, definindo uma história de investigação onde as deduções lógico-gramaticais, são nas mãos do autor similares àquelas dos romances policiais modernos. Por outro lado, a narrativa se afasta do simples romance policial não somente pelo fato de ser escrito ao final do século XX, mas porque expõe e aproxima-se de um mundo de incertezas. A arquitetura da abadia faz lembrar os (des)caminhos do labirinto da internet e a difícil situação de decidir politicamente em uma Itália dividida entre o norte rico e articulado e o sul pobre e violento. Esse Sul (Africae), mais representado que real, dito virtual em sua realidade, é no espaço socioeconômico do final do século XX mais que um elemento isolado.

Além disso, "O Nome da Rosa" é uma viagem imaginária à Idade Média europeia. A oportunidade de reflexão aberta das questões filosóficas, dos conceitos de certo e errado, de bem e mal, da moral cristã, do que está por trás dos conceitos e crenças atuais, mesmo que por contraste com o conjunto de questionamentos que ecoam dos séculos atrás, é uma herança a ser compartilhadas pelos leitores dessa obra aberta.

O Livro Negro do Cristianismo - Jacopo Sergio Laura Malucelli

Livro - O Livro Negro do Cristianismo - Dois Mil Anos de Crimes em Nome de Deus

Em 1º de junho de 1307, frei Dulcino, líder da seita cristã dos apostólicos, foi queimado vivo em Vercelli, na Itália. Acusado de heresia, antes de ser atirado a fogueira teve a carne arrancada com alicate quente, o nariz quebrado e os órgãos genitais mutilados. Sua história é uma entre as tantas narradas em O livro negro do cristianismo, um vasto panorama das atrocidades praticadas pela Igreja Católica ao longo de dois mil anos.Aqui o catolicismo é analisado sem restrições: da época de seu reconhecimento pelo imperador romano Constantino, no século IV, até a polêmica omissão da Igreja diante do movimento nazifascista em plena Segunda Guerra Mundial, todos os pecados cometidos em nome de Deus são listados em detalhes. A extensa relação de crimes inclui enriquecimento ilícito, tortura e milhares de mortes.Vividos pelos primeiros cristãos, os ensinamentos de Jesus Cristo deram lugar a rígidos dogmas impostos aos fiéis com o passar do tempo. .Qualquer idéia contrária ao que determinava o papa era sinônimo de heresia, e o resultado dessa postura intolerante são acontecimentos tão importantes quanto lamentáveis: a perseguição aos judeus, o genocídio nas Cruzadas, os suplícios promovidos pela Santa Inquisição, o massacre dos huguenotes, o apoio ao regime escravocrata na América católica, entre outros. Uma obra para quem deseja conhecer os obscuros porões da instituição mais poderosa de nossa era.

A história da religião monoteísta mais difundida no mundo passou, nos últimos 2000 anos, por muitos desmandos e apresentou inúmeros atos de abuso de poder. Caça às bruxas e aos hereges, Inquisição, escravidão, colonialismo, apoio a ditaduras européias e sul-americanas, pedofilia...Este é um livro que não se cala e que percorre a história cristã por meio de seus atos mais sanguinários e repressivos.

Os Templários - Esses Grandes Senhores de Mantos Brancos (Michael Lamy)

Corramos antes o risco de, em conjunto, nos aventurarmos por caminhos não balizados, mesmo que possamos perder-nos neles. Tentemos esclarecer, de passagem, os mistérios das origens da Ordem e a influência de São Bernardo. Interessemo-nos pela colossal potência econômica e política que a Ordem do Templo representou e pelos meios que empregou, pelas fontes da sua riqueza. Investiguemos se foi herética e que cultos estranhos foram eventualmente praticados no seu seio. E, para tal, dediquemo-nos a examinar os vestígios que os Templários nos deixaram, nomeadamente gravados na pedra. Interroguemo-nos sobre a origem do impulso que deram à arquitetura da sua época e sobre as fontes dos seus conhecimentos nesta matéria. Procuremos na sua prisão e no seu processo as chaves mais misteriosas. Estudemos o que pode sobreviver desta Ordem e, por fim, visitemos alguns locais onde podemos respirar o odor estranho da sua presença e procurar os sinais tangíveis daquilo a que se convencionou chamar a História Secreta dos Templários.

Histórias e Mistérios dos Templários – Pedro Silva

Neste valoroso estudo, Pedro Silva – autor português, nascido em Tomar, cidade templária por excelência – nos revela dois séculos de história da mais famosa organização religiosa e militar criada na Idade Média: Os Cavaleiros Templários, monges e guerreiros beligerantes na defesa da fé cristã. Fundada em 1119, a Ordem prosperou em riqueza e prestígio, tendo participação decisiva na consolidação do território português e papel importante no descobrimento do Brasil. Uma leitura imprescindível que nos transporta ao universo mágico desses misteriosos cavaleiros e suas grandiosas cruzadas.

O autor Pedro Silva nasceu em Tomar (Portugal). Cedo deu provas do seu interesse pela escrita, tendo alcançado o seu primeiro prêmio literário com apenas dez anos de idade. Colaborador assíduo de diversos órgãos de comunicação social, o autor alcançou a sua estréia literária em 2000, através da obra sobre os Templários chamada "Ordem do Templo: Em Nome da Fé Cristã". Um ano depois lançou no Brasil "História e Mistérios dos Templários". No ano de 2002, lança-se no campo da ficção, com um conjunto de contos apelidados "Escritos Errantes (histórias leves como o vento mas tocantes como a tempestade)".

Com o lançamento de "Ku Klux Klan: Pesadelo Branco", o autor reata a sua paixão pelo ensaio histórico, é um estudo intenso sobre a sociedade secreta norte-americana. Em 2005, lança "Tripla Imparável I: Juventude em Acção".

Paralelamente a isso, é cronista dos seguintes órgãos de comunicação portugueses:

Tribuna da Marinha Grande, Jornal O Templário, O Almonda e foi Diretor da revista templária "Das Brumas do Templo e do Graal.

No presente ano (2005) lançou três quatro outros livros, todos no Brasil.

quarta-feira, 2 de março de 2011

John Entwistle - The Antology (1996)

My Size
What Are We Doing Here?
I Believe In Everything
Ten Little Friends
Apron Strings
I Feel Better
I Wonder
The Window Shopper
My Wife
Roller Skate Kate
Peg Leg Peggy
Made In Japan
Drowning
Mad Dog
Fallen Angel
Dancing Master
Too Late The Hero
Red Red Robin


John Alec Entwistle (9 de outubro de 1944 - 27 de junho de 2002) foi um baixista, compositor, cantor e trompetista britânico, mais conhecido por seu trabalho no baixo com a banda de rock The Who.

Sua sonoridade agressiva no instrumento influenciou várias gerações de baixistas, levando-o a ser definido como "o maior baixista da história do rock" por publicações como Greenwich Time e The Ledger.
A pegada base de seu instrumento era alcançada através da utilização de linhas pentatônicas e um som agudo pouco comum, alcançado através da utilização de cordas de aço RotoSound. Entwistle possuía uma coleção de mais de 200 instrumentos, refletindo as diferentes marcas que utilizou durante sua carreira: baixos Fender e Rickenbacker nos anos 60, Gibson e Alembic nos anos 70, Warwick nos anos 80 e baixos Status de fibra de carbono nos anos 90.

Bill Ward - Ward One (1989)

01. Shooting Gallery (Mobile)
02. Short Stories
03. Bombers (Can Open Bomb Bays)
04. Pink Clouds An Island
05. Light Up The Candles (Let There Be Peace Tonight)
06. Snakes And Ladders
07. Jack's Land
08. Living Naked
09. Music For A Raw Nerve Ending
10. Tall Stories
11. Sweep
12. Along The Way



William Thomas Ward, mais conhecido como Bill Ward (5 de maio de 1948, Aston, Birmingham, Inglaterra) é um baterista inglês, sendo o primeiro e um dos fundadores da banda britânica de heavy metal Black Sabbath.

Bill Ward e Tony Iommi tocavam em uma banda chamada Mythology, posteriormente uniram-se a eles o vocalista e o baixista da banda Rare Breed, Ozzy Osbourne e Geezer Butler, formava-se então o Black Sabbath. De 1969 a 1980 Ward participou de todos os álbuns do Black Sabbath.

Ele deixou a banda em agosto de 1980, por motivos pessoais, durante a turnê do álbum Heaven and Hell. Em 1983 Ward retorna a banda para a gravação de Born Again mas, após a gravação do álbum, devido à problemas de saúde, teve de afastar-se novamente. No verão de 1984 Ward retorna ao Black Sabbath, porém, neste período a banda não gravou mais nenhum álbum. Apenas participou, em 1985, da primeira versão do Live Aid, onde o Black Sabbath foi convidado para tocar com sua formação original.

Após o Live Aid, pouco se ouviu falar de Bill Ward, mas em 1990 ele gravou seu primeiro álbum solo, chamado "Ward One: Along the Way", que contou entre outras com a participação de seu ex-companheiro de Black Sabbath, Ozzy Osbourne, cantando em duas músicas.

Em 1992, Ozzy Osbourne anunciou sua "No More Tears" e subiu ao palco com o Black Sabbath original no dia 15 de agosto, em Costa Mesa, EUA, onde a banda tocou quatro músicas.

Em 1997, Ward lança mais um álbum solo, "When the Bough Breaks" e depois junta-se ao Black Sabbath para dois shows realizados em Birmingham que resultaram na gravação do álbum Reunion.


O baterista do Black Sabbath, Bill Ward, postou a seguinte mensagem de fim de ano em seu site oficial:
Estive tentando chegar em condições de colocar meus pensamentos e experiências de 2010 no papel, e, infelizmente, na véspera do Natal, eu me encontro exausto do simples peso da vida, em termos de vida. Lembrar de qualquer coisa positiva é árduo sem bater de frente com a perda e a tristeza persistente que senti por aqueles que morreram esse ano, e mais recentemente, o pai de minha esposa, Richard. É difícil sorrir quando você não está sorrindo por dentro.
Contudo, deixando a melancolia de lado, eu tenho muito por ser grato. Estou vivo, sóbrio e cercado de pessoas, crianças e animais amáveis e as criaturas que vivem fora de casa. Eu me sinto abençoado por ainda ter um teto sobre minha cabeça e uma chama no coração.
Penso muito no que vocês já sabem que, por um tempo em 1983, eu perdi e me afastei da maior parte do que eu falava, pedindo um trocado para beber e andando sem rumo por ruas sombrias. As sobras dos meus dias eram na maioria insatisfatórias.
Em 2010, eu tentei ser muito paciente com meus projetos em curso, os quais, às vezes, parecem presos por circunstâncias fora do controle. Frustrações entram em erupção enquanto caminhamos lentamente em direção a arremates, somente para sermos interrompidos novamente por algum outro evento inesperado.
Eu, juntamente com meus colegas, temos sido meticulosos no ambiente de trabalho. Nós realmente conquistamos muito em documentários, entrevistas e oportunidades multimídia, etc. Alguns dos maiores projetos ainda estão ligeiramente fora de alcance. Estou bem em saber que chegamos tão longe e poder, antes do Natal, somar algo e chamar atenção.
Esse ano eu tentei fazer 'a coisa certa', e espero não ter ficado no caminho do curso da vida de ninguém. Eu tenho continuamente diminuído minhas expectativas do que eu acho que mereço ou quero. Eu foquei especialmente no que os Estados Unidos, minha esposa, meus amigos, meus filhos ou Deus devem fazer por mim. Eu tive que me render a cada dia à 'realidade', goste ou não, e, novamente, eu mantenho as expectativas rendidas. É um trabalho duro, especialmente quando há muitos desafios à minha frente. Eventualmente dá certo – tudo dá certo.
Vendo os Estados Unidos, Inglaterra e muitos outros países serem arrasados, ainda mais esse ano, foi de partir o coração. Muitos estão sofrendo – pessoas belas –, é tudo muito triste. Se o 'agora' é um salvador moderno, então espero que ele salve as incontáveis pessoas que estão vivendo nas ruas e nas esquinas há dez anos para manter sua 'segurança'. É uma lição dura - 'a segurança financeira' vai nos decpcionar todas as vezes; de tempos em tempos, ela vai nos decepcionar, e se você está vivendo a memória dos bons velhos tempos ou de quando a vida era muito melhor, então faça uma tentativa de encontrar o 'agora', porque, com certeza, você vai perecer no 'ontem'.
Eu tenho de me lembrar de dar um beijo em alguém que precisa de um beijo hoje, abraçar alguém que precisa de um abraço hoje, e, se eu comer, eu vou me lembrar de dizer obrigado e estar agradecido.
Acho que a compaixão e a esperança hoje se renderam, e o perdão é uma parte do amor e o amor é uma verdadeira e positiva fonte de energia, mesmo para os mais frágeis dentre nós. O amor é um sobrevivente; o amor nos move.
Todos nós temos os componentes que criam o amor; alguns tem de cavar mais fundo para permitir que o amor floresça.
Espero que vocês encontrem o amor, e espero que lhe sirva bem e traga sorriso e alegria de volta a você. Deixe o amor próximo a seu coração, porque, com certeza, vamos continuar a enfrentar mais um ano de realidade.
Como sempre, ergo meu copo d’água e desejo a vocês toda felicidade, saúde e amor em 2011.
Fiquem em segurança. Fiquem fortes.

Geddy Lee - My Favorite Headache (2000)


01. My Favorite Headache - 4'44
02. The Present Tense - 3'25
03. Window To The World - 3'01
04. Working At Perfekt - 4'59
05. Runaway Train - 4'31
06. The Angels' Share - 4'34
07. Moving To Bohemia - 4'25
08. Home On The Strange - 3'47
09. Slipping - 5'06
10. Still - 4'29
11. Grace To Grace - 4'57

Geddy Lee - voz/baixo/piano/guitarra/programações e percussão
Ben Mink - guitarra/violão/violino/viola e programações
Matt Cameron - bateria

Gary Lee Weinrib (Toronto, 29 de julho de 1953) é um músico canadense. Ele é baixista, vocalista e tecladista da banda canadense de rock progressivo Rush. Como vocalista, caracteriza-se pelo seu timbre peculiar - "anasalado" - que vai desde o agudo (característico nos primeiros discos do Rush) até o grave com facilidade. Já como baixista é considerado um dos melhores relacionados ao instrumento. Isso porque Geddy não toca como o de costume. Ele praticamente sola o tempo inteiro. Em seu projeto solo intitulado sugestivamente "My Favorite Headache" (2000), Geddy deixou de lado seu virtuosismo e enveredou por um caminho mais melódico. Neste trabalho seu som ficou mais "acessível". Na época de lançamento, o músico declarou que buscava uma outra forma de expressão, "não precisando subir e descer escalas em alta velocidade".

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Allman Brothers Band


Patrimônio da música americana e fundadores do Southern Rock, os Allman Brothers começaram em 1969 em Jacksonville, Florida com uma mistura de blues, rock e country. Formada inicialmente por Duane Allman na guitarra e guitarra slide, Gregg Allman no teclado e vocais, Dickey Betts também na guitarra e vocais, Berry Oakley no baixo e os bateristas Butch Trucks e Jai Johanny "Jaimoe" Johanson. Chamou a atenção o impressionante poder de improvisação da banda, fazendo de suas apresentações verdadeiras Jam sections, extendendo muito a duração das músicas. Após a gravação do álbum At the Fillmore East em 1971, Duane Allman morreu num acidente de moto, a banda estava no meio da gravação de seu próximo álbum, Each a peach, e o finalizou como um quinteto, com Dickey Betts tocando as guitarras e slide guitar. 


A banda decidiu não inserir outro guitarrista para o lugar de Duane, mas sim um piano, tocado por Chuck Leavell. Berry Oakley morreu pouco tempo depois, também de acidente de moto, a apenas alguns quarteirões do local do acidente de Duane, mas a banda em meio a tanta tragédia resolveu não parar, então Lamar Williams foi chamado para o baixo. Em 1974, Gregg Allman e Dickey Betts lançaram discos solo, Gregg casou-se com Cher e começou uma vida voltada para a fama e fortuna, o que desagradou os outros membros da banda. Seria difícil continuar, pois os crescentes problemas, a pressão dos outros inegrantes da banda e o envolvimento com álcool e drogas além de outros hábitos pessoais colocariam tudo a perder.

Em 76 a banda se desfez retornando mais tarde em 1979, porém com outra formação e sofrendo a mudança das tendências musicais da época, o que não levou muito tempo até outra dissolução, outra nota triste, Lamar Williams faleceu com câncer em 1983. Em 1989, a banda foi reativada novamente, em parte devido à decisão da PolyGram para emitir a caixa com quatro CD-set retrospectivo Dreams. Eles se reuniram novamente e introduziram outro guitarrista, Warren Haynes ao lado de Dickey Betts, com Woody Allen tocando baixo, Chuck Leavell concordou em participar da turnê com os Rolling Stones como tecladista. O grupo se manteve junto desde 1989, superando problemas com saúde e drogas, que minavam seus esforços em compor novos sucessos.

Obrigado aos Allman Brothers por abrirem caminho para bandas de southern rock como Marshall Tucker Band, Lynyrd Skynyrd, Blackfoot, Outlaws, Sea Level, Molly Hatchett dentre outras. Ao longo de sua existência, tocaram vários músicos, mudando a formação constantemente. Dentre eles estão os guitarristas Dan Toler, Jack Pearson e Jimmy Herring, os tecladistas Chuck Leavell que depois formaria outra banda de southern rock, o Sea Level, Johnny Neel que também tocou harmônica, os baixistas Lamar Williams, Allen Woody que formaria mais tarde o Gov’t Mule com Warren Haynes e o baterista Frankie Toler. Entraram para o Rock and Roll Hall of Fame em 2004, merecido reconhecimento a uma banda que literalmente deu a volta por cima. Atualmente The Allman Brothers Band conta com a seguinte formação: Gregg Allman no teclado e vocais, Warren Haynes e Derek Trucks nas guitarras, Oteil Burbridge no baixo, Butch Trucks e Jai Johanny "Jaimoe" Johanson na bateria e Marc Quinones na percussão.



The Allman Brothers Band - The Allman Brothers Band (1969)

01- Don’t Want You No More
02- It’s Not My Cross To Bear
03- Black Hearted Woman
04- Trouble No More
05- Dreams
06- Whipping Post

The Allman Brothers Band - Idlewild South (1970)

01- Revival
02- Don’t Keep Me Wonderin’
03- Midnight Rider
04- In Memory of Elizabeth Reed
05- (I’m Your) Hoochie Coochie Man
06- Please Call Home
07- Leave My Blues at Home

The Allman Brothers Band - With or Without You (1970)

01- One More Ride
02- Home Jam
03- Little Martha
04- Statesboro Blues
05- In Memory of Elizabeth Reed
06- Midnight Rider
07- Hoochie Coochie Man
08- One More Ride
09- Allman Jam
10- Instrumental Jam
11- Trouble No More
12- Don’t Keep Me Wondering
13- You Don’t Love Me
14- Terraplane Blues / Come on in my Kitchen / Jesus Make Up My Dying Bed

The Allman Brothers Band - Beginnings (1973)

01- Don't Want You No More
02- It's Not My Cross to Bear
03- Black Hearted Woman
04- Trouble No More
05- Every Hungry Woman
06- Dreams
07- Whipping Post
08- Revival
09- Don't Keep Me Wonderin'
10- Midnight Rider
11- In Memory of Elizabeth Reed
12- Hoochie Coochie Man
13- Please Call Home
14- Leave My Blues at Home

The Allman Brothers Band - Brothers And Sisters (1973)

01- Wasted Words
02- Ramblin’ Man
03- Come and Go Blues
04- Jelly Jelly
05- Southbound
06- Jessica
07- Pony Boy

The Allman Brothers Band - Duane & Gregg (1973)

01 - Morning Dew
02 - God Rest His Soul
03 - Nobody Knows You When You-re Down And Out
04 - Come Down And Get Me
05 - Melissa
06 - I-ll Change For You
07 - Back Down Home With You
08 - Well I Know Too Well
09 - In The Morning When I-m Real

The Allman Brothers Band - Win, Lose Or Draw (1975)

01- Can’t Lose What You Never Had
02- Just Another Love Song
03- Nevertheless
04- Win, Lose or Draw
05- Louisiana Lou and Three Card Monty John
06- High Falls
07- Sweet Mama

The Allman Brothers Band - Wipe The Windows, Check The Oil, Dollar Gas (1976)

01- Introduction by Bill Graham
02- Wasted Words
03- Southbound
04- Ramblin' Man
05- In Memory of Elizabeth Reed
06- Ain't Wastin' Time No More
07- Come and Go Blues
08- Can't Lose What You Never Had
09- Don't Want You No More
10- It's Not My Cross to Bear
11- Jessica

The Allman Brothers Band - Enlightened Rogues (1979)

01- Crazy Love
02- Can’t Take It With You
03- Pegasus
04- Need Your Love So Bad
05- Blind Love
06- Try It One More Time
07- Just Ain’t Easy
08- Sail Away

The Allman Brothers Band - Reach For The Sky (1980)

01- Hell And High Water
02- Mystery Woman
03- From The Madness Of The West
04- I Got A Right To Be Wrong
05- Angeline
06- Famous Last Words
07- Keep On Keepin’ On
08- So Long

The Allman Brothers Band - Brothers Of The Road (1981)

01- Brothers of the Road
02- Leavin’
03- Straight from the Heart
04- The Heat is On
05- Maybe We Can Go Back to Yesterday
06- The Judgment
07- Two Rights
08- Never Knew How Much (I Needed You)
09- Things You Used to Do
10- I Beg of You

The Allman Brothers Band - Seven Turns (1990)

01- Good Clean Fun
02- Let Me Ride
03- Low Down Dirty Mean
04- Shine It On
05- Loaded Dice
06- Seven Turns
07- Gambler’s Roll
08- True Gravity
09- It Ain’t Over Yet

The Allman Brothers Band - Shades Of Two Worlds (1991)

01- End of the Line
02- Bad Rain
03- Nobody Knows
04- Desert Blues
05- Get On With Your Life
06- Midnight Man
07- Kind of Bird
08- Come On In My Kitchen

domingo, 13 de fevereiro de 2011

John Fogerty - The Long Road Home In Concert (Live) (2006)

1. Intro
2. Travelin Band
3. Green River
4. Wholl Stop The Rain
5. Blue Moon Nights
6. Lodi
7. Lookin Out My Backdoor
8. Hot Rod Heart
9. Rambunctious Boy
10. Shes Got Baggage
11. Born On The Bayou
12. Bootleg
13. Run Through The Jungle
14. Deja Vu (All Over Again)
15. Have You Ever Seen The Rain?
16. Tombstone Shadow
17. Keep On Chooglin
18. Sweet Hitch Hiker
19. Hey Tonight
20. Down On The Corner
21. Centerfield
22. Up Around The Bend
23. The Old Man Down The Road
24. Fortunate Son
25. Bad Moon Rising
26. Rockin All Over The World
27. Proud Mary
28. Bonus Track: Deja Vu (All Over Again)

John Fogerty (Berkeley, Califórnia, 28 de maio de 1945) é um cantor, guitarrista e compositor norte-americano, foi fundador e líder da banda Creedence Clearwater Revival.

John Cameron Fogerty e o seu irmão, Tom Fogerty, formaram uma banda no final dos anos 1950 que se chamava Tommy Fogerty and the Blue Velvets e em meados dos anos 1960 trocaram de nome para The Golliwogs.

Em 1968, já com o nome de Creedence Clearwater Revival, a banda editou o seu primeiro álbum que continha o grande êxito, Suzie Q.

Em 1971, devido a tensões entre ambos, Tom deixa o grupo. John tenta manter o grupo unido que ainda edita mais um álbum com o título de Mardi Gras que seria no entanto, o último.

Em 2003, a Revista Rolling Stone incluíu John Fogerty no nº 40 da sua lista dos melhores guitarristas de todos os tempos

Paul Rodgers - Cut Loose (1983)

01. Fragile
02. Cut Loose
03. Live in Peace
04. Sweet Sensation
05. Rising Sun
06. Boogie Mama
07. Morning After the Night Before
08. Northwinds
09. Superstar Woman
10. Talking Guitar Blues


Paul Rodgers nasceu em Middlesbrough, Reino Unido, em 17 de Dezembro de 1949. Foi o mítico vocalista da banda Free formada no final dos anos 60 juntamente com Paul Kossoff, Simon Kirke e Andy Fraser que teve como êxitos "Wishing Well" e "All Right Now", que mais tarde iria a acabar dando lugar à Bad Company juntamente com Mick Ralphs, Simon Kirke e Boz Burrell que também teve magníficos êxitos tais como "Can't Get Enough Of Your Love" e "Feel Like Makin' Love".

Recentemente Rodgers fez uma tour com a banda Queen onde fizeram juntamente com Brian May e Roger Taylor a turnê do novo CD intitulado The Cosmos Rock. Em suas turnês com o Queen, os shows eram titulados como "Queen + Paul Rodgers", propositalmente, pois tocavam em seus shows tanto musicas da banda Queen quanto músicas de Paul (Free e Bad Company)

A música continua em sua familia com seus dois filhos, Jasmine Rodgers e Steven Rodgers, que compoem uma banda de rock alternativo intitulada Bôa.

Paul Rodgers ficou conhecido por sua voz com "drive" natural (voz rasgada) e ao mesmo tempo grave em que consegue alcançar notas típicas do gênero do rock setentista com vibratos redondos. Suas influências mais marcantes para composição de seu estilo vocálico são: Otis Redding, Wilson Pickett, James Brown, John Lee Hooker, Albert King e Beatles.

Paul Rodgers quase foi chamado para fazer parte da banda britânica Deep Purple com a saída de Ian Gillan.
É considerado o terceiro maior vocalista de rock de todos os tempos, atrás somente de Robert Plant (Led Zeppelin) e Freddie Mercury (Queen).
Free e Bad Company são consideradas duas das mais importantes bandas dos anos 60 e 70, ao lado de Led Zeppelin, Deep Purple e UFO.
Paul Rodgers junto com Jimmy Page formaram um banda chamada "The Firm" em meados dos anos 80.

The Firm - The Firm (1985)

1. Closer" (Page/Rodgers) – 2:52
2. Make or Break" (Rodgers) – 4:21
3. Someone to Love" (Page/Rodgers) – 4:55
4. Together" (Page/Rodgers) – 3:54
5. Radioactive" (Rodgers) – 2:49
6. You've Lost That Lovin' Feeling" (Barry Mann, Cynthia Weil, Phil Spector) – 4:33
7. Money Can't Buy" (Rodgers) – 3:35
8. Satisfaction Guaranteed" (Page/Rodgers) – 4:07
9. Midnight Moonlight" (Page/Rodgers) – 9:13

Paul Rodgers - lead vocals, rhythm guitar, acoustic guitar
Jimmy Page - lead & rhythm guitars, acoustic guitar
Tony Franklin - bass, keyboards, synthesizer
Chris Slade - drums, percussion, backing vocals

Músicos convidados

Steve Dawson - Trumpet (Track 1)
Paul "Shilts" Weimar - Baritone sax (Track 1)
Willie Garnett - Tenor sax (Track 1)
Don Weller - Tenor sax solo (Track 1)
Sam Brown - Backing vocals (Track 6, 9)
Helen Chappelle - Backing vocals (Track 6, 9)
Joy Yates - Backing vocals (Track 6, 9)

The Firm - Mean Business (1986)

1. Fortune Hunter" (Page/Rodgers) – 5:00
2. Cadillac" (Page/Rodgers) – 5:57
3. All the King's Horses" (Rodgers) – 3:16
4. Live in Peace" (Rodgers) – 5:05
5. Tear Down the Walls" (Page/Rodgers) – 4:43
6. Dreaming" (Franklin) – 6:00
7. Free to Live" (Page/Rodgers) – 4:13
8. Spirit of Love" (Rodgers) – 5:06

Paul Rodgers - Vocals, acoustic and electric guitars, producer
Jimmy Page - Acoustic and electric guitars, producer
Tony Franklin - Bass guitar, keyboards, synthesizer
Chris Slade - Drums and percussion, backing vocals

Paul Rodgers - The Law - The Law (1991)

1. For a Little ride" (Mangold, Mardones) - 3:54
2. Miss You in a Heartbeat" (Collen) - 4:32
3. Stone Cold" (Champlin) - 4:13
4. Come Save Me (Julianne)" (Black, Downs, Roberts) - 4:01
5. Laying Down the Law" (Rodgers) - 4:22
6. Nature of the Beast" (Adams, Vallance) - 3:53
7. Stone" (Rea) - 5:12
8. Anything for You" (Diamond, McCusker) - 3:57
9. Best of My Love" (Williams) - 4:36
10.Tough Love" (Rodgers) - 3:41
11.Missing You Bad Girl (Rodgers) - 4:42
12.That's When You Fall in Love" (Rodgers) - 3:47 (Bonus track on 2008)

Paul Rodgers: Vocals
Kenny Jones: Drums
John Staehely: Guitar
Pino Palladino: Bass
David Gilmour: Guitar on "Stone"
Chris Rea: Guitar on "Stone"

Paul Rodgers : A Tribute to Muddy Waters (1993)


1. Muddy Water Blues (Acoustic Version) (w/Buddy Guy) 2. Louisiana Blues (w/Trevor Rabin)
3. Can't Be Satisfied (w/Brian Setzer)
4. Rollin' Stone (w/Jeff Beck)
5. Good Morning Little School Girl (Part 1) (w/Jeff Beck)
6. I'm Your Hoochie Coochie Man (w/Steve Miller)
7. She's Alright (w/Trevor Rabin)
8. Standing Around Crying (w/David Gilmour)
9. The Hunter (w/Slash)
10. She Moves Me (w/Gary Moore)
11. I'm Ready (w/Brian May)
12. I Just Want To Make Love To You (w/Jeff Beck)
13. Born Under A Bad Sign (w/Neal Schon)
14. Good Morning Little School Girl (Part 2) (w/Richie Sambora)
15. Muddy Water Blues (Electric Version) (w/Neal Schon)

Muddy Waters Blues - A Tribute To Muddy Waters (1993) é o segundo álbum solo de Paul Rodgers em dez anos (o primeiro, Cut Loose, foi lançado em 1983), contém inúmeras participações especiais, poderia ser facilmente apelidado de "o disco da constelação" tamanha quantidade de mestres guitarristas que participam. Anote aí:
Brian May
Brian Setzer
Buddy Guy
David Gilmour
Jeff Beck
Gary Moore
Richie Sambora
Slash
Neal Schon
Trevor Rabin etc,,
Como ele mesmo disse em uma entrevista à Folha de São Paulo na época "... o David Gilmour arrasa no meu disco".
Se fossemos considerar apenas as participações já valeria a pena.
O mais gostoso é mergulhar na peculiaridade de cada guitarrista, sentir a alma única em cada canção, um brilho super, mais que especial para os hinos de Muddy.

Paul Rodgers & Company - Live In San Francisco (1993)


Intro
Can't Get Enough
Good Morning Little School Girl/Part 1 & 2
Standing Around Crying
Rollin' Stone
Little Wing
All Right Now
Feel Like Making Love
I Can't Be Satisfied
Louisiana Blues
The Hunter
Rock Me Baby
Crossroads

Paul Rodgers (vocals)
Todd Jensen (bass)
Deen Castronovo (drums)
Neal Schon (guitar)
Special guests on guitars: Brian Setzer, Slash, Trevor Rabin

Paul Rodgers - Now & Live (1997)

CD1 NOW
The same as on the album Now (1997)

Soul Of Love
Overloaded
Heart Of Fire
Saving Grace
All I Really Want Is You
Chasing Shadows
Love Is All I Need
Nights Like This
Shadows Of The Sun
I Lost It All
Holding Back The Storm

CD2 LIVE
The same as on the album Live: The Loreley Tapes (1996)

Little Bit Of Love
Be My Friend
Feel Like Makin' Love
Louisiana Blues
Muddy Water Blues
Rolling Stone
I'm Ready
Wishing Well
Mr Big
Fire And Water
The Hunter
Can't Get Enough
All Right Now

Paul Rodgers - The Hendrix Set (1993)

1. Purple Haze"
2. Stone Free"
3. Little Wing"
4. Manic Depression"
5. Foxy Lady"

Paul Rodgers: Vocals
Neal Schon: Guitar
Todd Jensen: Bass
Deen Castronovo: Drums

Paul Rodgers - Radioactive - New Castle City Hall (2001)

01. Burning Sky (Rodgers) 5.27
02. Deep Blue (Rodgers) 2.45
03. My Brother Jake (Fraser/Rodgers) 3.32
04. Fire And Water (Fraser/Rodgers) 6.11
05. Rock 'N Roll Fantasy (Rodgers) 5.54
06. Ride On Pony (Fraser/Rodgers) 4.18
07. I Got The Power (Rodgers) 3.29
08. Seagull (Rodgers/Ralphs) 5.20
09. Muddy Water Blues (Rodgers) 5.21
10. Radioactive (Roadgers) 4.06
11. Mr. Big (Fraser/Kirke/Jossoff/Rodgers) 4.28
12. Alright Now (Fraser/Rodgers) 7.00
13. Silver Blue And Gold (Rodgers) 5.16
14. Bad Company (Rodgers/Kirke) 6.15
15. Ready For Love (Ralphs) 8.16

Paul Rodgers (vocals, guitar)
Jeff Kathan (drums)
Joe Shikany (guitar)
Lynn Sorenson (bass, violin)

Paul Rodgers - Electric (2000)

1. Deep Blue" (2:33)
2. Walking Tall" (3:34)
3. Find A Way" (5:37)
4. China Blue" (3:01)
5. Love Rains" (3:18)
6. Over You" (6:29)
7. Drifters" (4:19)
8. Freedom" (3:53)
9. Jasmine Flower" (3:59)
10.Conquistadora" (4:55)

Paul Rodgers - guitar, piano, lead vocals, producer, mixing
Geoff Whitehorn - guitar
Jim Copley - drums
Jaz Lochrie - bass
Tom Kellyside - flute
Saffron Henderson - backing vocals
Tania Hancheroff - backing vocals
Catherine St.Germain - backing vocals
Cynthia Kereluk - backing vocals