segunda-feira, 16 de maio de 2011
Ken Hensley & John Wetton - More Than Conquerors (2002)
1. Overture: La Tristeza Secreta De Un Corazon Gitano (Pt. 1) (Hensley)
2. Prelude: A Minor Life (Hensley)
3. Easy Livin' (Hensley)
4. Return To Fantasy (Hensley/Byron)
5. July Morning (Hensley/Byron)
6. Confession (Hensley)
7. The Wizard (Hensley/Clarke)
8. I Don't Wanna Wait (Hensley)
9. Out Of My Control (Hensley)
10. Tell Me (Hensley)
11. Lady In Black (Hensley)
Ken Hensley / keyboards, slide guitar, lead vocals
John Wetton / bass, electric and acoustic guitars, lead vocals
Dave Kilminster / lead guitar
Andy Pyle / bass guitar
John Young / keyboards
Steve Christey / drums
Ken Hensley é tecladista, guitarrista e vocalista, tendo liderado a banda britânica Uriah Heep durante seus anos de ouro, sendo também seu principal compositor nos anos 70. Seu estilo de tocar o órgão Hammond é um dos mais influentes na história do rock, juntamente a outros ícones como Jon Lord e Keith Emerson.
Kenneth William David Hensley nasceu em Londres, Inglaterra, no dia 24 de agosto de 1945. Aprendeu a tocar guitarra aos 12 anos, e mais tarde passou a ter o órgão Hammond como seu principal instrumento quando teve como companheiro na banda The Gods o guitarrista Mick Taylor, que mais tarde se juntaria aos Rolling Stones.
Em dezembro de 1969, Hensley se juntou ao quarteto Spice, que com sua entrada mudou o nome para Uriah Heep. Uma das mais lendárias bandas de hard rock inglês, tendo influenciado milhares de artistas posteriormente, desconhecidos ou conhecidos (como Queen, Iron Maiden e King Diamond, por exemplo).
Compositor de mão cheia, Hensley foi responsável por cerca de 90% do material clássico do conjunto. Além disso, tocava órgão Hammond, piano e sintetizadores, guitarra e violão, e fazia vocais de apoio ou principais. Com o Uriah Heep, Ken ficou até 1980, tendo gravados discos seminais como "Look At Yourself", "Demons And Wizards", "The Magician's Birthday" e "Sweet Freedom".
Nos anos 80, Ken se juntou ao grupo norte-americano de southern rock Blackfoot, com quem gravou um par de discos, antes de se aposentar por vários anos, até seu retorno já no final dos anos 90. Embora sua carreira solo tenha se iniciado ainda nos tempos do Uriah Heep, foi com seu disco solo "A Glimpse Of Glory" que ele retomou o gosto pelo estúdio e pelos palcos. Sucederam-se novos lançamentos, que continuam até os dias atuais.
Em maio de 2000, Ken se reuniu ao vocalista John Lawton e ao baixista Paul Newton, e se apresentaram no Corrib Rest, em Londres, Inglaterra. A partir daí foi formada a Hensley Lawton Band, que excursionou pela Europa durante um ano, deixando apenas um registro ao vivo ("The Return"). O grupo se dividiu em 2001 entretanto, com Hensley formando uma nova banda, chamada Free Spirit, que contava com o guitarrista Dave Kilminster (John Wetton, Keith Emerson, Roger Waters), o baixista Andy Pyle (ex-Wishbone Ash, Savoy Brown, Blodwyn Pigs, Gary Moore, etc.) e o baterista Pete Riley (Keith Emerson). O Free Spirit excursionou até 2002, não deixando registros oficiais.
Desde 2002, Ken Hensley vem gravando novos discos e fazendo shows esparsos para promovê-los. Seus músicos de apoio variam, com exceção da All-Stars Viking Band, formada por músicos escandinavos que freqüentemente se reúnem para alguns shows junto a Hensley, culminando com o evento anual "Ken Hensley Summer Party", um mini-festival realizado na Noruega no meio do ano.
Em 2006, Hensley fechou contrato com a gravadora Membran International para o lançamento de seu mais novo disco, "Blood On The Highway". Trata-se de uma ópera rock, onde as composições de Hensley são interpretadas por diferentes cantores: Glenn Hughes, Jørn Lande, John Lawton, Eve Gallagher, e o próprio Ken. Uma série de concertos especiais, contando com a presença de Ken Hensley e sua banda de apoio Live Fire (ex-All-Stars Viking Band), mais os vocalistas convidados que participaram do disco, está prevista para 2007.
Scorpions - Tokyo Tapes (1978)
1. "All Night Long" – 3:44
2. "Pictured Life" – 3:12
3. "Backstage Queen" – 3:44
4. "Polar Nights"– 6:43
5. "In Trance"– 5:25
6. "We'll Burn the Sky" – 8:07
7. "Suspender Love" – 3:38
8. "In Search of the Peace of Mind" – 3:02
9. "Fly to the Rainbow" – 9:39
10. "He's a Woman, She's a Man" – 5:22
11. "Speedy's Coming" – 3:40
12. "Top of the Bill"– 6:45
13. "Hound Dog" – 1:14
14. "Long Tall Sally"– 2:50
15. "Steamrock Fever" – 3:41
16. "Dark Lady" – 4:18
17. "Kojo no tsuki" – 3:35
18. "Robot Man" – 5:47
• Klaus Meine - Vocals
• Rudolf Schenker - Guitars,Backing Vocals
• Ulrich Roth - Guitars,Vocals
• Herman Rarebell - Drums
• Francis Buchholz - Bass
Ao vivo, o Scorpions jamais soaria igual, e a saída de Ulrich Roth foi um golpe quase fatal para o futuro da banda. Como capítulo final dessa fase, "Tókio Tapes" pode ser facilmente incluído como um dos mais brilhantes registros ao vivo do Heavy Metal, onde a guitarra de Roth, alavancada pela a energia e o peso do restante da banda , faziam do Scopions uma avalanche de Metal que se consolidava ainda mais como o primeiro nome do Heavy Alemão.
Ring Of Fire - Lapse Of Reality (2004)
1. Saint Fire (Donati/Boals)
2. Change (Macalpine/Boals)
3. The Key (Macalpine/Boals)
4. Darkfall (Macalpine/Boals)
5. You Were There (Donati/Boals)
6. Perfect World (Boals)
7. Don't Know (What You're Talking About)(Donati/Boals)
8. Faithfully (Macalpine/Boals)
9. One Little Mystery (Macalpine/Boals)
10. Machine (Donati/Boals)
11. That Kind Of Man (Donati/Boals)
12. Lapse Of Reality (Donati/Boals)
Bonus tracks:
13. White Room (Cream)
14. Isn't It Time (Macalpine/Boals)
Mark Boals - vocals
Tony MacAlpine - guitar
Virgil Donati - drums
Philip Bynoe - bass; special cello parts on 5
Steve Weingart - keyboards
2. Change (Macalpine/Boals)
3. The Key (Macalpine/Boals)
4. Darkfall (Macalpine/Boals)
5. You Were There (Donati/Boals)
6. Perfect World (Boals)
7. Don't Know (What You're Talking About)(Donati/Boals)
8. Faithfully (Macalpine/Boals)
9. One Little Mystery (Macalpine/Boals)
10. Machine (Donati/Boals)
11. That Kind Of Man (Donati/Boals)
12. Lapse Of Reality (Donati/Boals)
Bonus tracks:
13. White Room (Cream)
14. Isn't It Time (Macalpine/Boals)
Mark Boals - vocals
Tony MacAlpine - guitar
Virgil Donati - drums
Philip Bynoe - bass; special cello parts on 5
Steve Weingart - keyboards
John Sykes - Bad Boy Live! (2004)
01. Bad Boys
02. We All Fall Down
03. Cold Sweat
04. Crying In The Rain
05. Jelly Roll
06. Is This Love?
07. Look In His Eyes
08. I Don't Wanna Live My Life Like You
09. Please Don't Leave Me
10. Still Of The Night
11. Thunder And Lightning
John Sykes (Guitars & Vocals)
Marco Mendoza (Bass & Backing Vocals)
Derek Sherinian (Keyboards & Backing Vocals)
Tommy Aldridge (Drums)
Convidado Especial
Rich Mazzetta (Acoustic Guitar On "Jelly Roll")
John Sykes (Reading, 29 de julho de 1959) é um guitarrista da Inglaterra conhecido por seu trabalho como guitarrista no Whitesnake no final dos anos 1980.
John Sykes começou a tocar aos 14 anos, quando foi morar em Ibiza, na Espanha, com um tio. Voltando a Inglaterra em 1976 começou a tocar numa banda chamada Streetfighter, que tocava covers. Algum tempo depois passou num teste para guitarra para banda Tygers Of Pan Tang que estava começando a ter algum sucesso pelo Reino Unido. Sykes colaborou na gravação de 3 álbuns de estúdio e resolveu sair, após receber um chamado de Ozzy Osbourne para substituir Randy Rhoads, que havia morrido num acidente aéreo em 1982.
Acabou que Sykes não foi mais chamado para tocar com Ozzy, e ele ainda tinha um single em contrato com sua gravadora, na qual ela decidiu chamar o vocalista do Thin Lizzy, Phil Lynott para participação. A parceria deu certo e foi lançado o single Please Don't Leave Me. Com isso John Sykes foi parar no Thin lizzy, pois faltava um guitarrista após a saída de Snowy White. Com o Thin Lizzy lançaram um único álbum, Thunder And Lightning, em 1983, seguido de uma turnê por Japão e Europa, que foi a última da banda, que encerrou as atividades.
Com o sucesso internacional no Thin Lizzy, Sykes recebeu uma proposta de David Coverdale para tocar no Whitesnake. Ainda meio relutante, Sykes exigiu uma quantia bem alta para isso para ver se os empresários de David ainda continuariam com a proposta (pois Sykes não gostava do som da banda e ainda tinha planos de tocar com Phil Lynott). Acabou que ofereceram a quantia que Sykes pediu e ele foi tocar no Whitesnake.
Sykes gravou alguns overdubs para o álbum Slide It In em 1984, e saiu em turnê mundial com a banda (ele queria ser o único guitarrista da banda e chegou a ter uma briga com o outro guitarrista, Mel Galley, que algum tempo depois quebrou o braço, e Sykes passou a ser o único guitarrista da banda), fazendo um show antológico na primeira edição do festival Rock In Rio, em janeiro de 1985. Sykes não só foi eleito como o melhor guitarrista do evento, como também ganhou o apelido de "Zé Gatão", por ser o músico mais bonito de todos no festival (Há quem diga que ele recusou a Sõnia Braga no camarim. Ela que era a mulher mais desejada pelos brasileiros na época). O guitarrista mostrou seu temperamento forte nas horas de folga ao se recusar a dar entrevista ou querer ser filmado.
Após isso, Sykes deu um descanso e passou os 2 anos seguintes escrevendo para o novo álbum do Whitesnake, que começou a ser gravado em 1987. As relações com Coverdale já não eram muito boas, pois David via que a figura de Sykes começava a fazer mais sucesso que a dele, que era o dono da banda. Mesmo assim a banda grava em estúdio músicas como Crying In The Rain, esta que ganha uma nova versão, e os futuros sucessos Still Of The Night, Is This Love e Bad Boys. Coverdale estava com problemas na voz e passava por tratamento, e a relação com Sykes chegou ao extremo após o guitarrista tentar convencer Coverdale a ele mesmo gravar os vocais para finalização do álbum. Coverdale considerou isso como um insulto e resolveu demitir John Sykes, assim como todo o restante da banda que gravou o álbum, e gravar tudo de novo com um novo pessoal (o que foi recusado pela gravadora). Apesar de tudo, Sykes ainda retornou ao estúdio para regravar as partes finais de guitarra, pois não queria que outro guitarrista gravasse algo do álbum (que acabou ocorrendo, com a participação de Adrian Vandenberg em Here Go Again).
O Whitesnake fez um sucesso mundial, e Sykes como estava demitido da banda, seguiu seu próprio rumo, montando o Blue Murder, que acabou tendo ele próprio como guitarrista e vocalista. A banda lançou 2 álbuns em 1989 e 1993, sem sucesso. Após isso John resolveu seguir seus álbuns seguintes com seu nome, Sykes.
Em 1996 John Sykes se reuniu com Scott Gorham e trouxeram de volta o Thin Lizzy, como uma forma de homenagear a obra de Phil Lynott (que morreu em 1986). Apesar de muito criticado no ínício a banda seguiu e tocou até 2001, quando Sykes resolveu dar uma parada e retornar a sua carreira solo. Em 2004 o Thin Lizzy voltou a ativa, mas em 2010, Sykes anunciou sua saída da banda para retornar seu trabalho solo.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Gary Glitter - Glittering Hits - Best Of
CD 1
1.Rock And Roll Part 1
2.Rock And Roll Part 2
3.I Didn`t Know I Loved You (`Til I Saw You Rock & Roll)
4.Ain`t That A Shame
5.Hello Hello I`m Back Again
6.Oh Yes You`re Beautiful
7.Doing Alright With The Boys
8.Hold On To What You Got
9.Lonely Boy
10.To Know You Is To Love You
11.Didn`t I Do It Right
12.Sidewalk Sinner
13.Hard On Me
14.I.O.U.
15.Happy Birthday
16.Come On, Come In, Get On
17.Money Honey
CD 2
1. Do You Wanna Touch Me (Oh Yeah)
2. I'M The Leader Of The Gang
3. I Love, You Love, Me Love
4. Remember Me This Way
5. Always Yours
6. Love Like You And Me
7. Papa Oom Mow Mow
8. Donna
9. Rock On
10. The Wanderer
11. Baby Please Don'T Go
12. Famous Instigator
13. The Clapping Song
14. Shakey Sue
15. School Day
Gary Glitter (Paul Francis Gadd, Banbury, Oxfordshire, 8 de maio de 1944) é um cantor e compositor de Glam rock que ficou muito popular nos anos 70.
Gary foi condenado várias vezes por crimes relacionados à pedofilia. Em 1999, passou quatro meses em uma prisão na Grã-Bretanha acusado de manter material com teor pornográfico infantil.Em 2002, foi expulso do Camboja e em 2008, foi libertado de uma prisão vietnamita após três anos de prisão por tentativa de molestar duas meninas. Em antecipação a sua libertação , o governo das Filipinas declarou que o cantor não é bem-vindo no país.
RUSH Soundtrack - Eric Clapton & Ry Cooder (1992)
01 – New Recruit
02 – Tracks And Lines
03 - Realization
04 – Kristen And Jim
05 – Preludin Fugue
06 – Cold Turkey
08 – Help Me Up
09 – Don’t Know Which Way To Go
10 – Tears In Heaven
02 – Tracks And Lines
03 - Realization
04 – Kristen And Jim
05 – Preludin Fugue
06 – Cold Turkey
08 – Help Me Up
09 – Don’t Know Which Way To Go
10 – Tears In Heaven
terça-feira, 3 de maio de 2011
Muddy Waters - Muddy ''Mississippi'' Waters Live (1979)
1. Mannish Boy 4:36
2. She's Nineteen Year's Old 5:07
3. Nine Below Zero 5:22
4. Streamline Woman 4:41
5. Howling Wolf 6:04
6. Baby Please Don't Go 4:09
7. Deep Down in Florida 9:50
Muddy Waters, o pai do "Chicago Blues". Sem dúvida nenhuma um dos maiores nomes do blues de todos os tempos, e o meu bluesmen favorito.
Waters foi uma das grandes inspirações de toda a geração do rock e do blues dos anos 60.
O disco conta com a participação de outro grande bluesmen, Johnny Winter, e com o excelente gaitista James Cotton.
Dono de uma voz potente e marcante, Waters também se mostra dono de muito carisma no palco, marcado por gritos e brincadeiras. É o tipo de artista que é muito melhor ao vivo.
Grandes clássicos do blues, executados de forma maravilhosa, e com uma impressionante participação do público presente, que reflete toda a emoção que deveriam estar sentindo ao presenciar este show histórico.
Quem tiver mais curiosidade sobre Muddy, assista o filme "Cadillac Record", ali narra a trajetória dele, muito interessante mesmo.
2. She's Nineteen Year's Old 5:07
3. Nine Below Zero 5:22
4. Streamline Woman 4:41
5. Howling Wolf 6:04
6. Baby Please Don't Go 4:09
7. Deep Down in Florida 9:50
Muddy Waters, o pai do "Chicago Blues". Sem dúvida nenhuma um dos maiores nomes do blues de todos os tempos, e o meu bluesmen favorito.
Waters foi uma das grandes inspirações de toda a geração do rock e do blues dos anos 60.
O disco conta com a participação de outro grande bluesmen, Johnny Winter, e com o excelente gaitista James Cotton.
Dono de uma voz potente e marcante, Waters também se mostra dono de muito carisma no palco, marcado por gritos e brincadeiras. É o tipo de artista que é muito melhor ao vivo.
Grandes clássicos do blues, executados de forma maravilhosa, e com uma impressionante participação do público presente, que reflete toda a emoção que deveriam estar sentindo ao presenciar este show histórico.
Quem tiver mais curiosidade sobre Muddy, assista o filme "Cadillac Record", ali narra a trajetória dele, muito interessante mesmo.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Alabama Thunderpussy - Open Fire (2007)
1.The Cleansing
2.Void Of Harmony
3.Words Of The Dying Man
4.The Beggar
5.None Shall Return
6.Whiskey War
7.A Dreamer's Fortune
8.Valor
9.Open Fire
10.Brave The Rain
11.Greed
Alabama Thunderpussy é uma banda de stoner rock e southern rock formada em Richmond, Virgínia nos Estados Unidos no ano de 1996. Após passar por várias mudanças de formação, a banda assina com a gravadora Relapse Records e tem a adição de mais um membro novo na banda, desta vez o escolhido é Kyle Thomas (ex-Exhorder e ex-Floodgate). Membros da banda tocam em vários projetos paralelos, como o Birds of Prey e o Axehandle.
2.Void Of Harmony
3.Words Of The Dying Man
4.The Beggar
5.None Shall Return
6.Whiskey War
7.A Dreamer's Fortune
8.Valor
9.Open Fire
10.Brave The Rain
11.Greed
Alabama Thunderpussy é uma banda de stoner rock e southern rock formada em Richmond, Virgínia nos Estados Unidos no ano de 1996. Após passar por várias mudanças de formação, a banda assina com a gravadora Relapse Records e tem a adição de mais um membro novo na banda, desta vez o escolhido é Kyle Thomas (ex-Exhorder e ex-Floodgate). Membros da banda tocam em vários projetos paralelos, como o Birds of Prey e o Axehandle.
Pat Travers - Blues Tracks (1992)
1. Memory Pain (Mayfield)
2. Calling Card Blues (Pat Travers, Monica Travers)
3. I Can't Quit You (Willie Dixon)
4. Statesboro Blues (Willie McTell)
5. I've Got News For You (R. Alfred)
6. I Ain't Superstitious (Willie Dixon)
7. Built For Comfort (Willie Dixon)
8. Mystery Train (H. Parker, S. Phillips)
9. Just Got Paid (Gibbons, Hamm)
10. Sittin' On Top Of The World (Burnett)
CD Pat Travers Blues Tracks, Vol. 2 (1998) Download
1 I Guess I'll Go Away - 3:31
2 Pack It Up - 4:09
3 Outside Woman Blues - 4:22
4 Your Cash Ain't Nothing But Trash - 3:56
5 Whipping Post - 5:42
6 Take It Back - 3:26
7 Taxman - 4:43
8 Purple Haze - 5:41
9 Bring It on Home to Me - 4:13
10 I Don't Know - 4:57
11 Walkin' by Myself - 3:03
12 One More Heartache - 4:29
Patrick Henry "Pat" Travers (nascido em 12 de abril de 1954) é um guitarrista de rock canadense, tecladista e cantor que iniciou sua carreira musical com a Polydor Records, em meados da década de 1970. Pat Thrall, Nicko McBrain, Mick Dyche, Tommy Aldridge, Peter "Marte" Carenagem, Jerry Riggs e Carmine Appice são alguns dos músicos notáveis que foram membros do Pat Travers Band ao longo dos anos. Kirk Hammett, do Metallica citou-o como um de seus guitarristas favoritos.
Focus - Live At The Rainbow (1973)
1. Focus III (3:54)
2. Answers? Questions! Questions? Answers! (11:38)
3. Focus II (4:27)
4. Eruption: (8:29)a) Orfeus b) Answer c) Orfeus d) Answer e) Pupilla f) Tommy g) Pupilla
5. Hocus Pocus (8:29)
6. Sylvia (2:48)
7. Hocus Pocus (reprise) (2:47)
Jan Akkerman / guitars
Bert Ruiter / bass, backing vocals
Pierre van der Linden / drums
Thijs van Leer / keyboards, flute, vocals
O Focus é uma banda de rock progressivo holandesa fundada em 1969 pelo organista e flautista Thijs van Leer. Suas extensas e quase exclusivas composições instrumentais e improvisações continham várias referências à música erudita. Um exemplo é a referência a ópera de Monteverdi na canção "Eruption", do álbum Moving Waves. Outra demonstração está na referência à Johann Sebastian Bach em "Carnival Fugue", do álbum Focus 3, ou ainda das referências ao Renascimento de "Anonymus II", do mesmo álbum.
O Focus surgiu em 1969 pelo organista e flautista Thijs van Leer, pelo baixista Martin Dresden e pelo baterista Hans Cleuver. A ideia inicial era seguir o estilo de Traffic, o que não aconteceu por percalços com a versão holandesa de Hair. Após a temporada do musical o grupo pode produzir seu primeiro álbum, em 1970, já com a presença de Jan Akkerman na guitarra.
Descontente com a falta de sucesso do primeiro álbum, Jan Akkerman deixou a banda para formar outra banda com o baterista Pierre Van der Linden e o baixista Cyril Havermans. Quando soube das notícias sobre a nova banda, Thijs os contactou e eles o convidaram para participar da banda, assumindo somente então o nome Focus. O quarteto gravou o álbum Moving Waves, primeiro álbum de impacto da banda, recebendo críticas positivas em âmbito internacional. O álbum incluía a obra símbolo da banda, "Hocus Pocus". Este clássico do rock consistia na repetição de um riff de guitarra recorrente e interlúdios de vocal falsete.
No final de 1970, conheceram o produtor Mike Vernon, que ajudou a promover a banda pelo mundo. A expansão começou na Inglaterra em 1972, mesmo ano do álbum Focus 3, um disco duplo que continha o hit "Sylvia". Nesse álbum Bert Ruiter tomou o lugar de Cyril Havermans. Em maio de 1973 a banda fez uma grande apresentação no Rainbow Theatre em Londres, o que resultou no álbum Live at the Rainbow.
Logo após, Pierre Van der Linden deixou a banda após desentendimento com Ruiter sobre a direção da banda. Collin Allen o substituiu, e então a banda gravou Hamburger Concerto, um retorno ao estilo erudito. Gravaram posteriormente Mother Focus, um álbum mais comercial. Durante as gravações do álbum Allen deixou a banda, sendo substituído pelo estaduniense Devid Kemper. Em 1976, após a finalização do álbum, Jan Akkerman também deixou a banda pelas diferenças musicais entre ele e Thijs, iniciando o fim gradual da banda até o anúncio do fim em 1978.
Ainda em 1977 a banda retornou com o vocalista P. J. Proby se integrando à banda, que nessa época contava com Thijs Van Leer, Bert Ruiter, o guitarrista Eef Albers, o também guitarrista Phillip Catherine e o baterista Steve Smith.
2. Answers? Questions! Questions? Answers! (11:38)
3. Focus II (4:27)
4. Eruption: (8:29)a) Orfeus b) Answer c) Orfeus d) Answer e) Pupilla f) Tommy g) Pupilla
5. Hocus Pocus (8:29)
6. Sylvia (2:48)
7. Hocus Pocus (reprise) (2:47)
Jan Akkerman / guitars
Bert Ruiter / bass, backing vocals
Pierre van der Linden / drums
Thijs van Leer / keyboards, flute, vocals
O Focus é uma banda de rock progressivo holandesa fundada em 1969 pelo organista e flautista Thijs van Leer. Suas extensas e quase exclusivas composições instrumentais e improvisações continham várias referências à música erudita. Um exemplo é a referência a ópera de Monteverdi na canção "Eruption", do álbum Moving Waves. Outra demonstração está na referência à Johann Sebastian Bach em "Carnival Fugue", do álbum Focus 3, ou ainda das referências ao Renascimento de "Anonymus II", do mesmo álbum.
O Focus surgiu em 1969 pelo organista e flautista Thijs van Leer, pelo baixista Martin Dresden e pelo baterista Hans Cleuver. A ideia inicial era seguir o estilo de Traffic, o que não aconteceu por percalços com a versão holandesa de Hair. Após a temporada do musical o grupo pode produzir seu primeiro álbum, em 1970, já com a presença de Jan Akkerman na guitarra.
Descontente com a falta de sucesso do primeiro álbum, Jan Akkerman deixou a banda para formar outra banda com o baterista Pierre Van der Linden e o baixista Cyril Havermans. Quando soube das notícias sobre a nova banda, Thijs os contactou e eles o convidaram para participar da banda, assumindo somente então o nome Focus. O quarteto gravou o álbum Moving Waves, primeiro álbum de impacto da banda, recebendo críticas positivas em âmbito internacional. O álbum incluía a obra símbolo da banda, "Hocus Pocus". Este clássico do rock consistia na repetição de um riff de guitarra recorrente e interlúdios de vocal falsete.
No final de 1970, conheceram o produtor Mike Vernon, que ajudou a promover a banda pelo mundo. A expansão começou na Inglaterra em 1972, mesmo ano do álbum Focus 3, um disco duplo que continha o hit "Sylvia". Nesse álbum Bert Ruiter tomou o lugar de Cyril Havermans. Em maio de 1973 a banda fez uma grande apresentação no Rainbow Theatre em Londres, o que resultou no álbum Live at the Rainbow.
Logo após, Pierre Van der Linden deixou a banda após desentendimento com Ruiter sobre a direção da banda. Collin Allen o substituiu, e então a banda gravou Hamburger Concerto, um retorno ao estilo erudito. Gravaram posteriormente Mother Focus, um álbum mais comercial. Durante as gravações do álbum Allen deixou a banda, sendo substituído pelo estaduniense Devid Kemper. Em 1976, após a finalização do álbum, Jan Akkerman também deixou a banda pelas diferenças musicais entre ele e Thijs, iniciando o fim gradual da banda até o anúncio do fim em 1978.
Ainda em 1977 a banda retornou com o vocalista P. J. Proby se integrando à banda, que nessa época contava com Thijs Van Leer, Bert Ruiter, o guitarrista Eef Albers, o também guitarrista Phillip Catherine e o baterista Steve Smith.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Joan Jett - Great Hits (1997)
1. Bad Reputation
2. Crimson & Clover
3. Light Of Day
4. Everyday People
5. I Hate Myself For Loving You
6. Backlash
7. Cherry Bomb(With L7)
8. Love Is Pain
9. Fake Friends
10. Have You Ever Seen The Rain?
11. Shout
12. The French Song
13. I Love Rock 'N' Roll
14. Make Believe
15. Do Yo Wanna Touch Me(Oh Yeah)
16. I Need Someone
17. Roadrunner U.S.A.
18. Victim Of Circumstance
19. Don't Surrender
20. You Don't Know What You've Got
21. Time Has Come Today
22. Little Liar
23. Love Is All Around
Joan Jett, nome artístico de Joan Marie Larkin, é uma cantora, guitarrista e baixista estadunidense. Nasceu em 1958, e é uma das figuras femininas mais importantes da história do rock. Em 2003, Joan Jett foi nomeada pela Rolling Stone a 87ª melhor guitarrista de todos os tempos.[1] Ela é uma das duas mulheres da lista, a outra é a Joni Mitchell.
Ela é conhecida mundialmente pelo hit "I Love Rock 'n Roll", que ficou o 1º lugar da Billboard de 30 de março até 1 de maio de 1982, e também por outras músicas famosas como "Crimson and Clover", "Bad Reputation", "Do You Wanna Touch Me", "Light of Day", "Love is All Around", "I Hate Myself for Loving You" e "Everyday People".
Joan Jett nasceu em Wynnewood, um subúrbio de Filadélfia, Pensilvânia. Ela se mudou para Wheaton, Maryland em 1967, mas saiu do Wheaton High School aos 15 anos para seguir a carreira musical. Ela mudou-se para Los Angeles, Califórnia e passou a frequentar o Taft High School em Woodland Hills.[2]
O álbum de Jett foi intitulado com o nome dela e lançado no dia 17 de maio de 1980. O álbum foi rejeitado por 23 gravadoras,[3] então Jett e Laguna lançaram o álbum independente na gravadora deles Blackheart Records. Joan Jett se tornou a 1ª mulher a começar sua própria gravadora.
2. Crimson & Clover
3. Light Of Day
4. Everyday People
5. I Hate Myself For Loving You
6. Backlash
7. Cherry Bomb(With L7)
8. Love Is Pain
9. Fake Friends
10. Have You Ever Seen The Rain?
11. Shout
12. The French Song
13. I Love Rock 'N' Roll
14. Make Believe
15. Do Yo Wanna Touch Me(Oh Yeah)
16. I Need Someone
17. Roadrunner U.S.A.
18. Victim Of Circumstance
19. Don't Surrender
20. You Don't Know What You've Got
21. Time Has Come Today
22. Little Liar
23. Love Is All Around
Joan Jett, nome artístico de Joan Marie Larkin, é uma cantora, guitarrista e baixista estadunidense. Nasceu em 1958, e é uma das figuras femininas mais importantes da história do rock. Em 2003, Joan Jett foi nomeada pela Rolling Stone a 87ª melhor guitarrista de todos os tempos.[1] Ela é uma das duas mulheres da lista, a outra é a Joni Mitchell.
Ela é conhecida mundialmente pelo hit "I Love Rock 'n Roll", que ficou o 1º lugar da Billboard de 30 de março até 1 de maio de 1982, e também por outras músicas famosas como "Crimson and Clover", "Bad Reputation", "Do You Wanna Touch Me", "Light of Day", "Love is All Around", "I Hate Myself for Loving You" e "Everyday People".
Joan Jett nasceu em Wynnewood, um subúrbio de Filadélfia, Pensilvânia. Ela se mudou para Wheaton, Maryland em 1967, mas saiu do Wheaton High School aos 15 anos para seguir a carreira musical. Ela mudou-se para Los Angeles, Califórnia e passou a frequentar o Taft High School em Woodland Hills.[2]
The Runaways
Joan Jett foi uma das fundadoras do The Runaways juntamente com a baterista Sandy West. Micki Steele, Jackie Fox, Lita Ford, e Cherie Currie completaram a banda. Joan Jett era vocalista e guitarrista base da banda. No primeiro semestre de 2010, estreou o filme The Runaways. Filme que conta o repertório da banda, o papel de Joan foi interpretado por Kristen Stewart.Em 1979, Joan Jett começou a carreira solo. Ela gravou três músicas com os ex-Sex Pistols Paul Cook e Steve Jones (uma delas era uma versão cover da música "I Love Rock 'n Roll", escrita e gravada originalmente pelos The Arrows). Enquanto trabalhava no projeto em 1979, Joan Jett conheceu o compositor e produtor Kenny Laguna, que ajudou ela a compor as músicas. Eles se tornaram amigos e decidiram trabalhar juntos.
O álbum de Jett foi intitulado com o nome dela e lançado no dia 17 de maio de 1980. O álbum foi rejeitado por 23 gravadoras,[3] então Jett e Laguna lançaram o álbum independente na gravadora deles Blackheart Records. Joan Jett se tornou a 1ª mulher a começar sua própria gravadora.
Com ajuda de Laguna, em 1980, Joan Jett formou o The Blackhearts. Em 1981, Joan Jett re-lançou o álbum Joan Jett com o nome de Bad Reputation pela Boardwalk Records. Depois de um ano de turnês e gravações, a banda lançou o seu 1º álbum chamado I Love Rock 'n Roll que foi sucesso mundial, no mesmo ano eles lançam o single com o mesmo nome do álbum, a música "I Love Rock 'n Roll" é considerada pela Billboard, a 28ª maior música de todos os tempos.
Billy Cobham - Spectrum (1973)
01. Quadrant 4
02. a. Searching For The Right Door
b. Spectrum (*)
03. a. Anxiety
b. Taurian Matador
04. Stratus
05. a.To The Women In My Life
b.Le Lis (**)
06. a. Snoopy's Search
b. Red Baron
Billy Cobham: Bateria e percussão
Tommy Bolin: Guitarra
Jan Hammer: Piano elétrico, Piano acústico e Moog
Lee Sklar: Baixo
Joe Farrell: Flauta, Sax soprano (*) e Sax Alto (**)
Jimmy Owens: Flugelhorn (*) e Flugelhorn e Trompete (**)
John Tropea: Guitarra (**)
Ron Carter: Baixo acústico (*) e (**)
Ray Barreto: Congas (*) e (**)
Primeiro álbum solo do genial baterista panamenho Billy Cobham. Esse trabalho, certamente é o mais divulgado, conhecido e admirado por grande parte dos admiradores do Jazz Rock e do Fusion.
Billy Cobham começou sua carreira tocando jazz rock com Miles Davis e posteriormente foi um dos membros fundadores da lendária Mahavishnu Orchestra. Cobham conta com uma extensa e gloriosa discografia, encontrando-se em plena atividade nos dias de hoje.
"Spectrum" tem uma sonoridade mais agressiva, comparada aos álbuns que o sucederam. As "cores" do rock são mais "carregadas" e são brilhantemente aproveitadas pelos músicos participantes, em especial pelo saudoso guitarrista Tommy Bolin (1951-1976 "- mais um por overdose") que com esse trabalho "desperta" a atenção de renomadas bandas como "James Gang" e "Deep Purple", sem deixar de mencionar os exemplares e sempre virtuosos teclados de Jan Hammer que fervilham com extrema desenvoltura entre o rock e o jazz.
Trata-se de um verdadeiro clássico do jazz rock, no qual Billy Cobham com originalidade, genialidade, habilidade e uma técnica refinadíssima, forja uma peculiar linguagem para o jazz rock, permanecendo atual e original até os dias atuais.
02. a. Searching For The Right Door
b. Spectrum (*)
03. a. Anxiety
b. Taurian Matador
04. Stratus
05. a.To The Women In My Life
b.Le Lis (**)
06. a. Snoopy's Search
b. Red Baron
Billy Cobham: Bateria e percussão
Tommy Bolin: Guitarra
Jan Hammer: Piano elétrico, Piano acústico e Moog
Lee Sklar: Baixo
Joe Farrell: Flauta, Sax soprano (*) e Sax Alto (**)
Jimmy Owens: Flugelhorn (*) e Flugelhorn e Trompete (**)
John Tropea: Guitarra (**)
Ron Carter: Baixo acústico (*) e (**)
Ray Barreto: Congas (*) e (**)
Primeiro álbum solo do genial baterista panamenho Billy Cobham. Esse trabalho, certamente é o mais divulgado, conhecido e admirado por grande parte dos admiradores do Jazz Rock e do Fusion.
Billy Cobham começou sua carreira tocando jazz rock com Miles Davis e posteriormente foi um dos membros fundadores da lendária Mahavishnu Orchestra. Cobham conta com uma extensa e gloriosa discografia, encontrando-se em plena atividade nos dias de hoje.
"Spectrum" tem uma sonoridade mais agressiva, comparada aos álbuns que o sucederam. As "cores" do rock são mais "carregadas" e são brilhantemente aproveitadas pelos músicos participantes, em especial pelo saudoso guitarrista Tommy Bolin (1951-1976 "- mais um por overdose") que com esse trabalho "desperta" a atenção de renomadas bandas como "James Gang" e "Deep Purple", sem deixar de mencionar os exemplares e sempre virtuosos teclados de Jan Hammer que fervilham com extrema desenvoltura entre o rock e o jazz.
Trata-se de um verdadeiro clássico do jazz rock, no qual Billy Cobham com originalidade, genialidade, habilidade e uma técnica refinadíssima, forja uma peculiar linguagem para o jazz rock, permanecendo atual e original até os dias atuais.
Casa das Maquinas - Casa de Rock (1976)
01. Casa De Rock – 3’51
02. Jogue Tudo Pra Cabeça – 3’51
03. Certo Sim, Seu Errado – 3’16
04. Stress – 3’07
05. Londres – 3’19
06. Doutor Medo – 4’46
07. Mania De Ser (Pecados Banais) – 4’02
08. Lei Do Sonho De Um Vagabundo – 4’44
09. Essa É A Vida – 3’54
10. Eu Queria Ser – 5’28
Simbas – voz e guitarras
Netinho – bateria e percussão
João Alberto – baixo e vocal
Pisca – guitarra e vocal
Marinho – pianos e Minimoog
Casa das Máquinas foi uma das mais importantes bandas de rock da década de 1970 junto com Made in Brazil e Mutantes no Brasil. O grupo foi formado por alguns ex-membros dos Incríveis, procurando um som menos comercial e mais atual para a época.
Em seu primeiro disco, Casa das Máquinas (1974), a banda seguiu um padrão mais hard rock. Já no disco seguinte, Lar de Maravilhas (1975), foi adotado um estilo mais progressivo, sendo considerado um dos melhores discos do gênero no país. No terceiro e último disco, Casa de Rock (1976), o Casa das Máquinas voltou ao seu estilo original, priorizando o rock básico.
Em 2003 a banda é reformulada para uma apresentação especial de reunião, porém a grande volta se dá no final do ano de 2007, que rendeu o registro de um ensaio da banda em CD com a nova formação e com releituras de seus clássicos. Mas é a apresentação de 3 de fevereiro de 2008 no festival Psicodália, na Chácara Recanto da Natureza em São Martinho (SC), que marcou a volta dessa grande banda brasileira, trazendo Andria Busic (Dr. Sin) nos vocais e baixo, Faíska na guitarra e os integrantes originais Netinho na bateria e percussão, Marinho Thomaz na bateria e vocal, e Marinho Testoni no teclado. Nessa apresentação a banda desfilou todas as suas grandes cações e contou também com a participação especial de Ivan Busic (Dr. Sin) nas baquetas durante a canção “Casa de Rock”.
02. Jogue Tudo Pra Cabeça – 3’51
03. Certo Sim, Seu Errado – 3’16
04. Stress – 3’07
05. Londres – 3’19
06. Doutor Medo – 4’46
07. Mania De Ser (Pecados Banais) – 4’02
08. Lei Do Sonho De Um Vagabundo – 4’44
09. Essa É A Vida – 3’54
10. Eu Queria Ser – 5’28
Simbas – voz e guitarras
Netinho – bateria e percussão
João Alberto – baixo e vocal
Pisca – guitarra e vocal
Marinho – pianos e Minimoog
Casa das Máquinas foi uma das mais importantes bandas de rock da década de 1970 junto com Made in Brazil e Mutantes no Brasil. O grupo foi formado por alguns ex-membros dos Incríveis, procurando um som menos comercial e mais atual para a época.
Em seu primeiro disco, Casa das Máquinas (1974), a banda seguiu um padrão mais hard rock. Já no disco seguinte, Lar de Maravilhas (1975), foi adotado um estilo mais progressivo, sendo considerado um dos melhores discos do gênero no país. No terceiro e último disco, Casa de Rock (1976), o Casa das Máquinas voltou ao seu estilo original, priorizando o rock básico.
Em 2003 a banda é reformulada para uma apresentação especial de reunião, porém a grande volta se dá no final do ano de 2007, que rendeu o registro de um ensaio da banda em CD com a nova formação e com releituras de seus clássicos. Mas é a apresentação de 3 de fevereiro de 2008 no festival Psicodália, na Chácara Recanto da Natureza em São Martinho (SC), que marcou a volta dessa grande banda brasileira, trazendo Andria Busic (Dr. Sin) nos vocais e baixo, Faíska na guitarra e os integrantes originais Netinho na bateria e percussão, Marinho Thomaz na bateria e vocal, e Marinho Testoni no teclado. Nessa apresentação a banda desfilou todas as suas grandes cações e contou também com a participação especial de Ivan Busic (Dr. Sin) nas baquetas durante a canção “Casa de Rock”.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Dark Avenger - Dark Avenger (1993)
1. Armageddon
2. Die Mermaid!
3. Who Dares to Care
4. Give a Chance
5. Green Blood
6. Rebellion
7. Dark Avenger
8. Half Dead Eyes
9. Madelayne
10.Ghost Divinity
11.Call of Fight
12.Morgana
Esta e a segunda maior banda de Power Metal brasileiro dos anos noventa. Porem, quando o CD foi lancado na Europa, algumas criticas nao foram das melhores, o que realmente nao importa. O CD contem apenas uma coisa: Power Metal americano da melhor qualidade! Em Brasilia, o vocalista Mario Linhares (ex RATWHITE) fundou a banda em 1993, sem ideia de qual estilo fazer. Gravou uma musica e, em 1994, a enviou para a revista "Rock Brigade". Essa fez uma critica entusiasmada; a banda recebeu inumeras e-mails e as coisas comecaram a andar para frente. Entao eles fizeram uma demo de duas faixas, e criticas ainda melhores vieram de todas as partes do mundo. Infelizmente, a maioria dos que escreveram (incluindo eu) nao receberam nenhuma resposta, porque o empresario se foi e levou consigo todos os enderecos. Nao podiam nem usar a caixa postal, por tambem pertencer a ele. Sob tais circunstancias, eles se desiludiram. Mas quando a banda reapareceu em 1995 com um novo album, veio massacrando! E definitivamente, um dos classicos mundiais do Metal tradicional e nao deve faltar na colecao de nenhum verdadeiro headbanger. A primeira tiragem tinha uma capa escura e veio com defeito: uma das musicas foi prensada duas vezes, e outra veio faltando. Apos otimas criticas, o album foi ate lancado no Japao, com um belo leao nao capa. O comprador poderia trocar de graca a primeira copia pela segunda, mas a maioria optou por guardar a reliquia e recomprar a outra versao. O segundo album foi inicialmente planejado para ser um CD duplo com 28 musicas, onde seria narrada a Lenda de Artur, na visao de 28 pessoas. O lancamento foi adiado diversas vezes, e apenas a primeira parte realmente saiu. E esperado que, em breve, saia a segunda parte. A musica e hoje diferente; hoje soam mais epicos, a era de Power Metal americano ficou para tras.A segunda parte levou novamente um tempão para ser lançada, mas no final de 2003 um single promocional para o festival Heavy Melody foi lançado. Das cinco músicas, duas são novas, uma delas é bem orquestral, clássica e dramática e com oito minutos de duração! A outra é bem poderosa como as do primeiro álbum. Duas são versões de músicas do primeiro álbum e a outra é a música que saiu no Tributo ao MANOWAR "Revenge - the triumph of tribute to Manowar" numa versão bem interessante do "Dark Avenger"!Mario has stopped the band 2005, and has a new projct named HARLEQUIN!
sábado, 16 de abril de 2011
Cavalera Conspiracy - Inflikted
1. Inflikted
2. Sanctuary
3. Terrorize
4. Black Ark
5. Ultra-Violent
6. Hex
7. The Doom of All Fires
8. Bloodbrawl
9. Nevertrust
10. Hearts of Darkness
11. Must Kill
12. The Exorcist
13. In Conspiracy
Formação atual
Max Cavalera - vocais e guitarras (2007-Presente)
Igor Cavalera - bateria e percussão (2007-Presente)
Marc Rizzo - guitarras (2007-Presente)
Johny Chow - baixo (2008-Presente)
Ex-integrantes
Joe Duplantier - baixo (2007-2008)
Cavalera Conspiracy é uma banda de heavy metal. Formado em Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos, o grupo é composto pelos brasileiros Max Cavalera (vocal e guitarra) e Igor Cavalera (bateria), que foram os membros fundadores da banda Sepultura; além do guitarrista norte-americano Marc Rizzo e do baixista Johny Chow, também dos EUA.
O nome da banda foi alterada de Inflikted a Cavalera Conspiracy devido a razões jurídicas, mas o nome antigo ainda batiza o álbum de estreia da banda.
2. Sanctuary
3. Terrorize
4. Black Ark
5. Ultra-Violent
6. Hex
7. The Doom of All Fires
8. Bloodbrawl
9. Nevertrust
10. Hearts of Darkness
11. Must Kill
12. The Exorcist
13. In Conspiracy
Formação atual
Max Cavalera - vocais e guitarras (2007-Presente)
Igor Cavalera - bateria e percussão (2007-Presente)
Marc Rizzo - guitarras (2007-Presente)
Johny Chow - baixo (2008-Presente)
Ex-integrantes
Joe Duplantier - baixo (2007-2008)
Cavalera Conspiracy é uma banda de heavy metal. Formado em Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos, o grupo é composto pelos brasileiros Max Cavalera (vocal e guitarra) e Igor Cavalera (bateria), que foram os membros fundadores da banda Sepultura; além do guitarrista norte-americano Marc Rizzo e do baixista Johny Chow, também dos EUA.
O nome da banda foi alterada de Inflikted a Cavalera Conspiracy devido a razões jurídicas, mas o nome antigo ainda batiza o álbum de estreia da banda.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Pepeu Gomes - Ao Vivo em Motreux (1980)
1 Lamento (Pixinguinha)
.• Noites cariocas (Jacob do Bandolim)
.• Chuvisco no samba (Pepeu Gomes-Moraes Moreira)
.• Riroca swing branco (Pepeu Gomes)
2 Luz de Guadalupe (Pepeu Gomes)
3 O mal é o que sai da boca do homem (Baby Consuelo-Galvão-Pepeu Gomes)
4 América tropical (Pepeu Gomes - Moraes Moreira)
5 Todo amor ao Jimi (Baby Consuelo - Pepeu Gomes)
6 Afoxé do Garcia (Paulinho Camafeu - Charles Negrita - Pepeu Gomes)
7 Rei do baião (Baby Consuelo - Pepeu Gomes)
8 Blue wind (J. Hammer)
Pepeu Gomes (guitar, vocal)
Didi Gomes (bass)
Charles (percussion)
Jorginho Gomes (drums)
Luciano (keyboards)
Baixinho (percussion)
Oswaldinho do Acordeon (accordeon)
Pedro Anibal de Oliveira Gomes (Salvador, 7 de fevereiro de 1952) mais conhecido como Pepeu Gomes, é um guitarrista e compositor brasileiro. Pepeu já foi considerado pela revista americana Guitar World de 1988 como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria "world music". Pepeu foi casado com Baby Consuelo, com quem teve seis filhos, três das quais formaram o conjunto SNZ - Sarah Sheeva, Nana Shara e Zabelê. Após sua separação, foi casado com a cantora Simone Moreno, com quem não teve filhos. Atualmente, Pepeu é casado com sua produtora Simone Sobrinho, com quem teve uma filha.
Nascido em 7 de fevereiro de 1952, Pepeu começou a ter contato com a música desde muito cedo, pois seu pai tocava em uma orquestra de bailes e sua mãe dava aulas de piano. Assim cresceu ouvindo músicos como Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Pixinguinha e Canhoto da Paraíba. Aos 9 anos inventou o seu primeiro "instrumento": um cabo de vassoura (que costumava utilizar para brigar na rua) com um barbante amarrado nas extremidades. Mais tarde ganha um violão que aprende a tocar de ouvido.
Aos 11 anos de idade Pepeu, interessado no estilo da Jovem Guarda, forma sua primeira banda na qual tocava contra-baixo, "Los Gatos". Com 14 anos Pepeu fugiu de casa e formou sua primeira banda profissional, chamada "Os Minos", que chegou a lançar um compacto simples mas que por todos os integrantes serem menores de idade, não progrediu. Passando a tocar guitarra, Pepeu Gomes fundou a banda The Leif's chegando a se apresentar em programas da TV local.
Gilberto Gil, na época, assistiu uma destas aprestações na televisão e chamou Pepeu para participar do show de despedida do Brasil que faria com Caetano Veloso em Salvador (naquele momento Caetano e Gil partiam para o exílio político em Londres). Antes de viajar Gilberto Gil presenteou Pepeu com o disco Smash Hits de Jimi Hendrix (ainda desconhecido para Pepeu), que viria ser o artista que mais o influenciaria ao longo de sua carreira.
Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo formou o grupo "Novos Baianos", no qual tocava guitarra, compunha músicas e fazia os arranjos juntamente com Moraes. Após a gravação do primeiro disco dos Novos Baianos, Pepeu passou a estudar profundamente a música brasileira em ritmos como samba, frevo, choro e maracatu, aprendendo também a tocar bandolim.
Paralelamente aos Novos Baianos, em 1971 Pepeu Gomes substituiu Lanny Gordin na turnê "Fa-tal" de Gal Costa, que foi registrada no disco duplo de mesmo nome, em que Pepeu toca a maioria das faixas. [5] [2] Pepeu partiu para a carreira individual com o final do grupo, por volta de 1978, gravando seu primeiro disco solo "Geração do Som". Na mesma época tocou com Gilberto Gil no Montreux Jazz Festival na Suiça, que foi registrado no disco "Gil ao Vivo em Montreux".
Em 1979, Pepeu Gomes lança seu segundo disco "Na Terra a Mais de Mil", sendo sua estreia como cantor. O disco tem grande sucesso de vendas e possui o hit "Meu Coração".
Em 1980 devido a sua elogiada performasse em 1978, é convidado novamente para o festival de Montreux, desta vez individualmente. Esse show também foi registrado e lançado com o nome "Pepeu Gomes Ao Vivo". Ainda neste ano lança a música "O Mal é o Que Sai Pela Boca do Homem", uma parceria com Baby Consuelo e Galvão, que gera muita polêmica devido ao verso "Você pode fumar baseado".
Em 1981, lança o disco intitulado somente "Pepeu Gomes", que leva Pepeu a ganhar seu primeiro disco de Ouro graças a grande execução da faixa "Eu também quero beijar". O dico é seguido por "Um Raio Laser" (1982) e "Masculino e Feminino" (1983), com este ultimo sendo gravado no Estados Unidos com os arranjos do maestro Ronnie Foster e com músicos consagrados como Paulinho da Costa, Jerry Hey, Garry Grant, Airto Moreira e John Robinson.
Em 1985 Pepeu lança o disco "Energia Positiva" e é convidado para participar do Rock In Rio. Mesmo encontrando uma plateia hostil com a maior parte dos artistas brasileiros, Pepeu foi ovacionado e reconsagrado. Pepeu considera o Rock in Rio como um dos maiores momentos de sua carreira, e após o show foi cumprimentado por John Sykes, guitarrista do Whitesnake. Após um hiato de 3 anos, em 1988 Pepeu lança o disco "Pedra Não é Gente Ainda" e excursiona pelo Brasil.
No final da década de 1980, voltou-se para a música instrumental dedicando-se mais a seu trabalho como guitarrista, relendo velhos sucessos como os chorinhos "Brasileirinho" (Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas" (Jacob do Bandolim), presentes no início de sua carreira e que fizeram sua fama de virtuose, participando de festivais de jazz pelo mundo todo e lançando, em 1989, "Instrumental On The Road", sendo agenciado pela Third World Talent Agency de Nova York. O próprio Pepeu afirmou que foi convidado a integrar a banda de thrash metal Megadeth e mais tarde, no final da década de 90, para integrar a banda Living Colour, na época que alguns dos membros planejavam a volta da banda, porém recusou ambos convites devido a motivos pessoais.
Na década de 1990 reencontra seu antigo parceiro Moraes Moreira com quem lança dois discos: "Moraes e Pepeu" e "Moraes e Pepeu ao vivo no Japão", este ultimo resultado da turnê que teve o ultimo show realizado no Rock in Rio II. Em 1993 Pepeu lançou um novo disco obtendo bastante sucesso, principalmente devido a música "Sexy Yemanjá" que foi trilha sonora da novela "Mulheres de Areia" da Tv Globo. Pepeu continuou durante a década de 90 a fazer turnês, tocando novamente no festival de Montreux e realizou diversos shows com o guitarrista Armandinho.
Em 1998 Pepeu lança uma coletânea com todas as músicas intrumentais de sua carreira "20 anos: Discografia Instrumental" e no ano seguinte lança um cd de releitura de seus maiores sucessos com roupagem acústica, intitulado "Meu coração". Esse disco foi produzido pelo guitarrista Robertinho de Recife e possui duas músicas inéditas: "O que é que você quer comigo?" e "Dono de mim".
Em 2004 para comemorar seus 25 anos de carreira solo, lançou Cd e Dvd "De espírito em paz - Ao Vivo" e atualmente se encontra preparando para lançar mais um disco.
.• Noites cariocas (Jacob do Bandolim)
.• Chuvisco no samba (Pepeu Gomes-Moraes Moreira)
.• Riroca swing branco (Pepeu Gomes)
2 Luz de Guadalupe (Pepeu Gomes)
3 O mal é o que sai da boca do homem (Baby Consuelo-Galvão-Pepeu Gomes)
4 América tropical (Pepeu Gomes - Moraes Moreira)
5 Todo amor ao Jimi (Baby Consuelo - Pepeu Gomes)
6 Afoxé do Garcia (Paulinho Camafeu - Charles Negrita - Pepeu Gomes)
7 Rei do baião (Baby Consuelo - Pepeu Gomes)
8 Blue wind (J. Hammer)
Pepeu Gomes (guitar, vocal)
Didi Gomes (bass)
Charles (percussion)
Jorginho Gomes (drums)
Luciano (keyboards)
Baixinho (percussion)
Oswaldinho do Acordeon (accordeon)
Pedro Anibal de Oliveira Gomes (Salvador, 7 de fevereiro de 1952) mais conhecido como Pepeu Gomes, é um guitarrista e compositor brasileiro. Pepeu já foi considerado pela revista americana Guitar World de 1988 como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria "world music". Pepeu foi casado com Baby Consuelo, com quem teve seis filhos, três das quais formaram o conjunto SNZ - Sarah Sheeva, Nana Shara e Zabelê. Após sua separação, foi casado com a cantora Simone Moreno, com quem não teve filhos. Atualmente, Pepeu é casado com sua produtora Simone Sobrinho, com quem teve uma filha.
Nascido em 7 de fevereiro de 1952, Pepeu começou a ter contato com a música desde muito cedo, pois seu pai tocava em uma orquestra de bailes e sua mãe dava aulas de piano. Assim cresceu ouvindo músicos como Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Pixinguinha e Canhoto da Paraíba. Aos 9 anos inventou o seu primeiro "instrumento": um cabo de vassoura (que costumava utilizar para brigar na rua) com um barbante amarrado nas extremidades. Mais tarde ganha um violão que aprende a tocar de ouvido.
Aos 11 anos de idade Pepeu, interessado no estilo da Jovem Guarda, forma sua primeira banda na qual tocava contra-baixo, "Los Gatos". Com 14 anos Pepeu fugiu de casa e formou sua primeira banda profissional, chamada "Os Minos", que chegou a lançar um compacto simples mas que por todos os integrantes serem menores de idade, não progrediu. Passando a tocar guitarra, Pepeu Gomes fundou a banda The Leif's chegando a se apresentar em programas da TV local.
Gilberto Gil, na época, assistiu uma destas aprestações na televisão e chamou Pepeu para participar do show de despedida do Brasil que faria com Caetano Veloso em Salvador (naquele momento Caetano e Gil partiam para o exílio político em Londres). Antes de viajar Gilberto Gil presenteou Pepeu com o disco Smash Hits de Jimi Hendrix (ainda desconhecido para Pepeu), que viria ser o artista que mais o influenciaria ao longo de sua carreira.
Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo formou o grupo "Novos Baianos", no qual tocava guitarra, compunha músicas e fazia os arranjos juntamente com Moraes. Após a gravação do primeiro disco dos Novos Baianos, Pepeu passou a estudar profundamente a música brasileira em ritmos como samba, frevo, choro e maracatu, aprendendo também a tocar bandolim.
Paralelamente aos Novos Baianos, em 1971 Pepeu Gomes substituiu Lanny Gordin na turnê "Fa-tal" de Gal Costa, que foi registrada no disco duplo de mesmo nome, em que Pepeu toca a maioria das faixas. [5] [2] Pepeu partiu para a carreira individual com o final do grupo, por volta de 1978, gravando seu primeiro disco solo "Geração do Som". Na mesma época tocou com Gilberto Gil no Montreux Jazz Festival na Suiça, que foi registrado no disco "Gil ao Vivo em Montreux".
Em 1979, Pepeu Gomes lança seu segundo disco "Na Terra a Mais de Mil", sendo sua estreia como cantor. O disco tem grande sucesso de vendas e possui o hit "Meu Coração".
Em 1980 devido a sua elogiada performasse em 1978, é convidado novamente para o festival de Montreux, desta vez individualmente. Esse show também foi registrado e lançado com o nome "Pepeu Gomes Ao Vivo". Ainda neste ano lança a música "O Mal é o Que Sai Pela Boca do Homem", uma parceria com Baby Consuelo e Galvão, que gera muita polêmica devido ao verso "Você pode fumar baseado".
Em 1981, lança o disco intitulado somente "Pepeu Gomes", que leva Pepeu a ganhar seu primeiro disco de Ouro graças a grande execução da faixa "Eu também quero beijar". O dico é seguido por "Um Raio Laser" (1982) e "Masculino e Feminino" (1983), com este ultimo sendo gravado no Estados Unidos com os arranjos do maestro Ronnie Foster e com músicos consagrados como Paulinho da Costa, Jerry Hey, Garry Grant, Airto Moreira e John Robinson.
Em 1985 Pepeu lança o disco "Energia Positiva" e é convidado para participar do Rock In Rio. Mesmo encontrando uma plateia hostil com a maior parte dos artistas brasileiros, Pepeu foi ovacionado e reconsagrado. Pepeu considera o Rock in Rio como um dos maiores momentos de sua carreira, e após o show foi cumprimentado por John Sykes, guitarrista do Whitesnake. Após um hiato de 3 anos, em 1988 Pepeu lança o disco "Pedra Não é Gente Ainda" e excursiona pelo Brasil.
No final da década de 1980, voltou-se para a música instrumental dedicando-se mais a seu trabalho como guitarrista, relendo velhos sucessos como os chorinhos "Brasileirinho" (Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas" (Jacob do Bandolim), presentes no início de sua carreira e que fizeram sua fama de virtuose, participando de festivais de jazz pelo mundo todo e lançando, em 1989, "Instrumental On The Road", sendo agenciado pela Third World Talent Agency de Nova York. O próprio Pepeu afirmou que foi convidado a integrar a banda de thrash metal Megadeth e mais tarde, no final da década de 90, para integrar a banda Living Colour, na época que alguns dos membros planejavam a volta da banda, porém recusou ambos convites devido a motivos pessoais.
Na década de 1990 reencontra seu antigo parceiro Moraes Moreira com quem lança dois discos: "Moraes e Pepeu" e "Moraes e Pepeu ao vivo no Japão", este ultimo resultado da turnê que teve o ultimo show realizado no Rock in Rio II. Em 1993 Pepeu lançou um novo disco obtendo bastante sucesso, principalmente devido a música "Sexy Yemanjá" que foi trilha sonora da novela "Mulheres de Areia" da Tv Globo. Pepeu continuou durante a década de 90 a fazer turnês, tocando novamente no festival de Montreux e realizou diversos shows com o guitarrista Armandinho.
Em 1998 Pepeu lança uma coletânea com todas as músicas intrumentais de sua carreira "20 anos: Discografia Instrumental" e no ano seguinte lança um cd de releitura de seus maiores sucessos com roupagem acústica, intitulado "Meu coração". Esse disco foi produzido pelo guitarrista Robertinho de Recife e possui duas músicas inéditas: "O que é que você quer comigo?" e "Dono de mim".
Em 2004 para comemorar seus 25 anos de carreira solo, lançou Cd e Dvd "De espírito em paz - Ao Vivo" e atualmente se encontra preparando para lançar mais um disco.
Billy Sheehan - Compression (2001)
01 - Bleed Along The Way
02 - Oblivion
03 - Something's Gotta Give
04 - What One Was........
05 - Chameleon
06 - Perfect Groove
07 - One Good Reason
08 - Three Days Blind
09 - Caroline
10 - All Mixed Up
11 - Feed Your Head
12 - Wear Away The Stone
Billy Sheehan (nascido em 19 de março de 1953 em Buffalo, Estados Unidos) é um baixista conhecido por ter tocado com Steve Vai e David Lee Roth e nas bandas Talas e Mr. Big.
Billy foi eleito pelos leitores da revista Guitar Player como "melhor baixista" por 5 vezes. A mesma revista fez um paralelo entre seus solos no baixo e os de Eddie Van Halen na guitarra. O repertório de Billy no baixo inclui o uso de acordes, tapping com as duas mãos, controle do feedback e sofisticadas estruturas harmônicas.
Billy é um veterano, tendo feito mais de 4000 shows, e é cientologista. Participou também de algumas turnês ao lado da banda de Steve Vai, juntos também com o guitarrista e tecladista Tony Macalpine cuja formação do G3 era Malmsteen, Satriani e Vai, o que resultou em um DVD ao vivo.
Hear ´N Aid - Stars (1986)
Tracklist:
01 - Hear \'N Aid - Stars
02 - Accept - Up to the Limit (Live)
03 - Dio - Hungry For Heaven (live)
04 - Jimi Hendrix - Can You See Me
05 - Kiss - Heaven\'s on Fire
06 - Motörhead - On the Road (live)
07 - Rush - Distant Early Warning
08 - Scorpions - The Zoo
09 - Y&T - Go for the Throat
01 - Hear \'N Aid - Stars
02 - Accept - Up to the Limit (Live)
03 - Dio - Hungry For Heaven (live)
04 - Jimi Hendrix - Can You See Me
05 - Kiss - Heaven\'s on Fire
06 - Motörhead - On the Road (live)
07 - Rush - Distant Early Warning
08 - Scorpions - The Zoo
09 - Y&T - Go for the Throat
Vocais
* Ronnie James Dio (ex-Rainbow, ex-Black Sabbath, ex-Elf)
* Dave Meniketti (Y&T)
* Rob Halford (Judas Priest, ex-Two, ex-Fight (US), ex-Lord Lucifer, ex-Hiroshima, ex-Thark, ex-Athens Wood, Black Sabbath)
* Kevin Dubrow (Quiet Riot)
* Eric Bloom (Blue Öyster Cult)
* Paul Shortino (ex-Quiet Riot, Rough Cutt)
* Geoff Tate (Queensrÿche)
* Don Dokken (Dokken)
Backing vocal
* Tommy Aldridge (ex-Ozzy Osbourne, ex-Whitesnake, ex-Thin Lizzy, ex-Patrick Rondat, ex-Vinnie Moore, ex-Yngwie J. Malmsteen, Manic Eden, Sykes, ex-Motörhead, M.A.R.S.)
* David Alford (ex-Rough Cutt)
* Carmine Appice (ex-Vanilla Fudge, ex-Ozzy Osbourne)
* Mick Brown (Dokken)
* Amir Derakh (ex-Rough Cutt)
* Chris Hager (Rough Cutt)
* Chris Holmes (ex-W.A.S.P., Psycho Squad, Animal, Sister)
* Blackie Lawless (W.A.S.P., ex-New York Dolls, ex-Sister)
* Vince Neil (Mötley Crüe)
* Ted Nugent (Amboy Dukes, Damn Yankees, Damnocracy)
* Jeff Pilson (ex-Dio, Dokken, Flesh And Blood, M.S.G., Lynch-Pilson)
* David St. Hubbins (Spinal Tap)
* Rudy Sarzo (ex-Ozzy Osbourne, M.A.R.S., ex-Quiet Riot, ex-Yngwie J. Malmsteen, Dio, Whitesnake, Manic Eden, Dudes Of Wrath)
* Derek Smalls (Spinal Tap)
* Matt Thorr (Rough Cutt)
* Mark Stein (Vanilla Fudge)
Guitarras:
* Dave Murray - Melody Lines On Choruses (Iron Maiden, ex-Urchin, ex-Psycho Motel (invitado)
* Adrian Smith - Melody Lines On Choruses (Iron Maiden, ex-A.S.A.P., ex-Psycho Motel, ex-Bruce Dickinson, ex-Urchin)
* Craig Goldy (Dio, ex-Giuffria, M.A.R.S. , Craig Goldy\'s Ritual)
* Eddie Ojeda (Twisted Sister, Prisoner Of War)
* Vivian Campbell (ex-Dio, Def Leppard, Sweet Savage, Whitesnake, Riverdogs, Shadow King, Clock, Trinity, Lou Gramm)
* Brad Gillis (ex-Ozzy Osbourne, Night Ranger)
* Neal Schon (Journey)
* George Lynch (ex-Dokken, Lynch Mob, Lynch-Pilson)
* Yngwie J. Malmsteen (ex-Steeler (US), ex-Alcatrazz, ex-MVP)
* Carlos Cavazo (ex-Quiet Riot)
* Donald \"Buck Dharma\" Roeser (Blue Öyster Cult)
* Mick Mars (Mötley Crüe)
Batería:
* Vinnie Appice (Black Sabbath, ex-Dio, Derringer, Axis, War & Peace, WWIII)
* Frankie Banali (ex- W.A.S.P., Quiet Riot, Heavy Bones, Masi)
Baixo
* Jimmy Bain (ex-Rainbow, ex-Dio, WWIII, Wild Horses, Key)
Teclados:
* Claude Schnell (ex-Dio, ex-Rough Cutt, Hughes Thrall, guest in Neil Turbin)
Blackhorse - Blackhorse (1978)
01. Fox Huntin'
02. Lucille
03. Velvet Angel
04. The Party's Started
05. Momma Gonna Love You Tonight
06. Cannot Find My Way Home
07. Hell Hotel
08. You've Got The Way
09. Slow Down Tom
10. Dave's Song
Mr. Gary James (Guitar, Vocals)
Paul Anthony Middleton (Bass, Vocals)
John Teague (Drums, Vocals)
Agora, para um álbum de Hard Rock do sul que me impressionou recentemente povos. É claro que é "Blackhorse" com seu único álbum e auto-intitulado de 1979. Recentemente, foi lançado em CD, mas apenas 1000 cópias foram colocadas à disposição e foi originalmente na imprensa privada. Este álbum é absolutamente inacreditável em sua riffs de guitarra ricos e diabólico e muito original, uma vez que combina hard rock e um toque do sul.
Blackhorse foram uma banda texana formada por três músicos, rodavam o circuito de Dallas Fort Worth / durante os anos setenta. A banda, formada no início dos anos setenta no mesmo território do ZZ Top e Point Blank. tocavam o impecável "boogie Texan". Gary James tinha uma reputação formidável, era a alma da banda, com certeza pavimentou o caminho para muitas outras bandas.
É fácil perceber onde outras bandas do Sul, tiraram suas raízes, basta assistir ao vivo "Blackhorse" .
Motorhead, AC / DC e Van Halen não menos! Musicalmente, Blackhorse estão ampliando os limites do seu pedigree texano. A guitarra de James reforçada para um ponto que as comparações podem ser feitas para Molly Hatchet, Doc Holliday e que o esforço de um fora de Freddie Salem e os Wildcats.
02. Lucille
03. Velvet Angel
04. The Party's Started
05. Momma Gonna Love You Tonight
06. Cannot Find My Way Home
07. Hell Hotel
08. You've Got The Way
09. Slow Down Tom
10. Dave's Song
Mr. Gary James (Guitar, Vocals)
Paul Anthony Middleton (Bass, Vocals)
John Teague (Drums, Vocals)
Agora, para um álbum de Hard Rock do sul que me impressionou recentemente povos. É claro que é "Blackhorse" com seu único álbum e auto-intitulado de 1979. Recentemente, foi lançado em CD, mas apenas 1000 cópias foram colocadas à disposição e foi originalmente na imprensa privada. Este álbum é absolutamente inacreditável em sua riffs de guitarra ricos e diabólico e muito original, uma vez que combina hard rock e um toque do sul.
Blackhorse foram uma banda texana formada por três músicos, rodavam o circuito de Dallas Fort Worth / durante os anos setenta. A banda, formada no início dos anos setenta no mesmo território do ZZ Top e Point Blank. tocavam o impecável "boogie Texan". Gary James tinha uma reputação formidável, era a alma da banda, com certeza pavimentou o caminho para muitas outras bandas.
É fácil perceber onde outras bandas do Sul, tiraram suas raízes, basta assistir ao vivo "Blackhorse" .
Motorhead, AC / DC e Van Halen não menos! Musicalmente, Blackhorse estão ampliando os limites do seu pedigree texano. A guitarra de James reforçada para um ponto que as comparações podem ser feitas para Molly Hatchet, Doc Holliday e que o esforço de um fora de Freddie Salem e os Wildcats.
Assinar:
Postagens (Atom)










.jpg)





































