quinta-feira, 7 de abril de 2011
John Petrucci - Suspended Animation 2005)
1. "Jaws of Life" 7:29
2. "Glasgow Kiss" 7:48
3. "Tunnel Vision" 6:35
4. "Wishful Thinking" 7:29
5. "Damage Control" 9:15
6. "Curve" 6:23
7. "Lost Without You" 4:56
8. "Animate-Inanimate" 11:37
John Petrucci – guitarra
Dave LaRue – baixo
Dave Dicenso – bateria e percussão
Tony Verderosa – bateria, bateria eletrônica em "Tunnel Vision"
Tim LeFebvre – baixo em "Tunnel Vision
John Petrucci (Kings Park, Long Island, Nova Iorque). 12 de Julho de 1967) é um guitarrista americano considerado um dos melhores do mundo e um dos fundadores da banda de metal progressivo Dream Theater.
John Petrucci tocou guitarra pela primeira vez aos 8 anos quando ele percebeu que sua irmã, que na época tocava órgão, podia ficar acordada até mais tarde para praticar. Entretanto, seu plano de passar da hora de dormir não durou muito e ele desistiu do instrumento. Aos 12 anos ele começou a tocar novamente quando foi convidado a entrar na banda de seu amigo Kevin Moore, que mais tarde se tornaria o primeiro tecladista do Dream Theater. John começou a praticar intensamente. Ele foi, em grande parte, auto-didata, e desenvolveu suas habilidades tentando imitar seus ídolos, que incluem Steve Morse, Steve Howe, Steve Vai, Stevie Ray Vaughan, Al Di Meola, Alex Lifeson, Allan Holdsworth e Dave Murray . John costumar brincar e diz que seus ídolos são "os Steves e os Als".
John Petrucci prestou exames e entrou para a Berklee College of Music em Boston com seu amigo de infância John Myung, baixista. Lá eles encontrariam Mike Portnoy, com quem formariam a banda Majesty, que mais tarde se tornaria o Dream Theater.
Embora o Dream Theater seja a banda com a qual John Petrucci é mais frequentemente associado, ele também faz parte do projeto Liquid Tension Experiment e apareceu como convidado em várias gravações de outros artistas, como no álbum Age of Impact do Explorer Club.
John fez uma video-aula de guitarra, "Rock Discipline", onde ele apresenta exercícios de aquecimento, exercícios para evitar lesões enquanto toca, palhetada alternada, palhetada sweep, acordes e outras técnicas para o desenvolvimento de habilidades com a guitarra. Ele também tem um livro intitulado "Guitar World presents John Petrucci's Wild Stringdom", que é uma compilação de colunas escritas por ele para a revista Guitar World, com o mesmo título.
Em 2001 ele foi convidado por Joe Satriani e Steve Vai para sair em turnê com o popular G3, que o expôs a um grande número de novos fãs e o inspirou a gravar um álbum solo. Suspended Animation foi lançado em 1 de março de 2005 e foi vendido pelo seu site. John Petrucci também participou das turnês do G3 em 2005, 2006 e 2007.
John também escreveu e gravou duas músicas instrumentais para um jogo do Sega Saturn intitulado Digital Pinball: Necronomicon. Cada faixa tem cerca de 2 minutos e são simplesmente intituladas "Prologue" ("Prólogo") e "Epilogue" ("Epílogo"). John é um ávido jogador de Sega Saturn, e revelou em entrevistas que nunca sai em turnê sem ele.
Jordan Rudess, companheiro de banda no Dream Theater, afirmou que John Petrucci é católico praticante.[1] John é casado com Rena Sands, guitarrista da banda feminina de heavy metal Meanstreak, e eles têm 3 filhos: SamiJo e Reny (gêmeos) e Kiara. Ele também é um ávido fã de fisiculturismo e dedica grande parte de seu tempo à musculação.[2]
John Petrucci é membro votante da National Academy of Recording Arts and Sciences.
Mike Portnoy - Prime Cuts (2005)
1. Mad March
2. Freedom Of Speech
3. Acid Rain
4. Endless Enigma
5. Chris & Kevin's Excellent Adventure
6. Working Man
7. By-Tor And The Snow Dog
8. Another Dimension
9. Three Minute Warning Edit
Mike Portnoy (Batería, percusión) (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9)
Trent Gardner (Voz, teclados) (4)
James LaBrie (Voz) (6)
Sebastian Bach (Voz) (5)
Jake E. Lee (Guitarra) (5, 6)
John Petrucci (Guitarra) (2, 3, 5, 9)
Mike Keneally (Guitarra) (1)
Toshi Iseda (Guitarra) (1)
Brendt Allman (Guitarra) (5, 6)
Jordan Rudess (teclados) (2, 3, 5, 9)
Geoff Downes (Sintetizador) (4)
Andy West (Bajo) (1)
Billy Sheehan (Bajo) (5, 6)
Wayne Gardner (Bajo) (4)
Tony Levin (Bajo, Chapman stick) (2, 3, 5, 9)
Mike Portnoy (Long Island, Nova York, 20 de Abril de 1967) é um baterista norte-americano, ex-membro da banda Dream Theater, a qual foi um dos fundadores. Participa também de vários projetos, como Transatlantic, OSI e Liquid Tension Experiment. Mike é considerado um dos melhores bateristas do mundo.
Seu interesse pela música começou cedo, assim como sua paixão pelos Beatles. Também é fã do grupo Kiss. O fato de seu pai ter sido um DJ foi um dos fatores decisivos para seu ingresso no mundo na música.
É auto-didata no seu instrumento, mas também teve aulas de teoria musical no colégio. Nessa época ele tocou em bandas como Intruder, Rising Power e Inner Sanctum. Logo garantiu uma bolsa na famosa escola de música Berklee, situada em Boston.
Com cerca de dezoito anos John Myung e John Petrucci conheceram-no e formaram a banda Majesty, que mais tarde mudaria de nome, dando origem ao Dream Theater, uma banda de metal progressivo ainda em atividade.
Mike, ao longo dos últimos anos, vem ganhando inúmeros prémios como melhor baterista do mundo por revistas especializadas.[carece de fontes?]
Em 2002, lançou o DVD Liquid Drum Theater, uma vídeo aula para bateristas não iniciantes.
Mike é casado com Marlene Portnoy (ele a conheceu quando a banda Meanstreak, em que Marlene e Rena Petrucci, esposa de John, tocavam juntas, abriu alguns shows do Dream Theater). Ele já é pai de dois filhos, uma menina chamada Melody Ruthandrea e um menino Max John. Seus hobbies são, além de assistir seriados de TV e desenhos, cuidar de seu cão e de seu gato.
No dia 17 de Fevereiro de 2010, foi anunciado pelo site DeathBat News a participação de Mike na banda Avenged Sevenfold para a gravação de um novo álbum da mesma, substituindo, o então ex-baterista, James Owen Sullivan -The Rev-, falecido no dia 28 de dezembro de 2009.
No dia 8 de setembro de 2010, Portnoy anunciou sua saída da banda que fundou, o Dream Theater, prosseguindo com seus projetos paralelos. Apesar de afirmar que esse não é o motivo de sua saída do Dream Theater, ele agora está em turnê com os integrantes da banda Avenged Sevenfold, e sua presença na banda foi confirmada até 2011 [1]. Portnoy também participou da gravação do álbum Nightmare (Avenged Sevenfold, 2010).
No dia 16 de Dezembro de 2010, Portnoy anunciou pelo seu FaceBook a Saída do Avenged Sevenfold com se era esperada , Trecho da nota oficial do músico " Sim, os rumores são verdadeiros…infelizmente meu tempo com o Avenged Sevenfold chegou ao fim… A banda decidiu continuar em 2011 sem mim… Eu me diverti muito com eles em 2010, mas foi a escolha deles terminar essa relação no fim de 2010 como sempre foi o plano original... ".
2. Freedom Of Speech
3. Acid Rain
4. Endless Enigma
5. Chris & Kevin's Excellent Adventure
6. Working Man
7. By-Tor And The Snow Dog
8. Another Dimension
9. Three Minute Warning Edit
Mike Portnoy (Batería, percusión) (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9)
Trent Gardner (Voz, teclados) (4)
James LaBrie (Voz) (6)
Sebastian Bach (Voz) (5)
Jake E. Lee (Guitarra) (5, 6)
John Petrucci (Guitarra) (2, 3, 5, 9)
Mike Keneally (Guitarra) (1)
Toshi Iseda (Guitarra) (1)
Brendt Allman (Guitarra) (5, 6)
Jordan Rudess (teclados) (2, 3, 5, 9)
Geoff Downes (Sintetizador) (4)
Andy West (Bajo) (1)
Billy Sheehan (Bajo) (5, 6)
Wayne Gardner (Bajo) (4)
Tony Levin (Bajo, Chapman stick) (2, 3, 5, 9)
Mike Portnoy (Long Island, Nova York, 20 de Abril de 1967) é um baterista norte-americano, ex-membro da banda Dream Theater, a qual foi um dos fundadores. Participa também de vários projetos, como Transatlantic, OSI e Liquid Tension Experiment. Mike é considerado um dos melhores bateristas do mundo.
Seu interesse pela música começou cedo, assim como sua paixão pelos Beatles. Também é fã do grupo Kiss. O fato de seu pai ter sido um DJ foi um dos fatores decisivos para seu ingresso no mundo na música.
É auto-didata no seu instrumento, mas também teve aulas de teoria musical no colégio. Nessa época ele tocou em bandas como Intruder, Rising Power e Inner Sanctum. Logo garantiu uma bolsa na famosa escola de música Berklee, situada em Boston.
Com cerca de dezoito anos John Myung e John Petrucci conheceram-no e formaram a banda Majesty, que mais tarde mudaria de nome, dando origem ao Dream Theater, uma banda de metal progressivo ainda em atividade.
Mike, ao longo dos últimos anos, vem ganhando inúmeros prémios como melhor baterista do mundo por revistas especializadas.[carece de fontes?]
Em 2002, lançou o DVD Liquid Drum Theater, uma vídeo aula para bateristas não iniciantes.
Mike é casado com Marlene Portnoy (ele a conheceu quando a banda Meanstreak, em que Marlene e Rena Petrucci, esposa de John, tocavam juntas, abriu alguns shows do Dream Theater). Ele já é pai de dois filhos, uma menina chamada Melody Ruthandrea e um menino Max John. Seus hobbies são, além de assistir seriados de TV e desenhos, cuidar de seu cão e de seu gato.
No dia 17 de Fevereiro de 2010, foi anunciado pelo site DeathBat News a participação de Mike na banda Avenged Sevenfold para a gravação de um novo álbum da mesma, substituindo, o então ex-baterista, James Owen Sullivan -The Rev-, falecido no dia 28 de dezembro de 2009.
No dia 8 de setembro de 2010, Portnoy anunciou sua saída da banda que fundou, o Dream Theater, prosseguindo com seus projetos paralelos. Apesar de afirmar que esse não é o motivo de sua saída do Dream Theater, ele agora está em turnê com os integrantes da banda Avenged Sevenfold, e sua presença na banda foi confirmada até 2011 [1]. Portnoy também participou da gravação do álbum Nightmare (Avenged Sevenfold, 2010).
Mike Portnoy durante turnê do Train of Thought
Billy Squier - Happy Blues (1998)
01 Happy Blues
02 The Pursuit Of Happiness
03 She Will
04 Grasping For Oblivion
05 If You Would Hate Me Less, I'd Love You More
06 Stroke Me Blues
07 More Than Words Can Say
08 Inferno (Everybody Cries Sometimes)
09 Long Way To Fall
10 River
11 Two
William Haislip "Billy" Squier (nascido em 12 de maio de 1950) é um músico de rock americano. Squier teve uma seqüência de hits arena rock nos anos 1980.
Ele é provavelmente mais conhecido pela música "The Stroke" em seu lançamento do álbum 1981, Don't Say No.
Outros sucessos incluem "In the Dark", "Rock Me Tonite", "Lonely Is The Night", "My Kinda Lover" , "Everybody Wants You ", "All Night Long"
Squier nasceu em Wellesley, Massachusetts. Ele é um graduado 1968 da High School Wellesley. Enquanto crescia, ele começou a tocar piano e guitarra, mas não se mostrava paixonado por música, até descobrir Eric Clapton.
Quando Squier tinha nove anos, seu avô lhe ensinou a tocar piano. Ele teve aulas de seu avô durante dois anos. Depois que ele parou de tomar aulas de piano, ele ficou interessado na guitarra e comprou uma de um vizinho por US $ 95. Squier teve aulas de guitarra por alguns meses até que decidiu continuar aprendendo sozinho mesmo. o resto da história vocês conhecem, rss
02 The Pursuit Of Happiness
03 She Will
04 Grasping For Oblivion
05 If You Would Hate Me Less, I'd Love You More
06 Stroke Me Blues
07 More Than Words Can Say
08 Inferno (Everybody Cries Sometimes)
09 Long Way To Fall
10 River
11 Two
William Haislip "Billy" Squier (nascido em 12 de maio de 1950) é um músico de rock americano. Squier teve uma seqüência de hits arena rock nos anos 1980.
Ele é provavelmente mais conhecido pela música "The Stroke" em seu lançamento do álbum 1981, Don't Say No.
Outros sucessos incluem "In the Dark", "Rock Me Tonite", "Lonely Is The Night", "My Kinda Lover" , "Everybody Wants You ", "All Night Long"
Squier nasceu em Wellesley, Massachusetts. Ele é um graduado 1968 da High School Wellesley. Enquanto crescia, ele começou a tocar piano e guitarra, mas não se mostrava paixonado por música, até descobrir Eric Clapton.
Quando Squier tinha nove anos, seu avô lhe ensinou a tocar piano. Ele teve aulas de seu avô durante dois anos. Depois que ele parou de tomar aulas de piano, ele ficou interessado na guitarra e comprou uma de um vizinho por US $ 95. Squier teve aulas de guitarra por alguns meses até que decidiu continuar aprendendo sozinho mesmo. o resto da história vocês conhecem, rss
Eric Clapton - Just One Night (1980)
1. Tulsa Time 4:00
2. Early In The Morning 7:11
3. Lay Down Sally 5:30
4. Wonderful Tonight 4:48
5. If I Don't Be There By Morning 4:15
6. Worried Life Blues 8:23
7. All Our Past Times 4:58
8. After Midnight 5:40
1. Double Trouble 8:10
2. Setting Me Up 4:42
3. Blues Power 7:24
4. Rambling on My Mind 8:48
5. Cocaine 7:40
6. Further On Up The Road 7:18
Eric Patrick Clapton CBE (Ripley, 30 de março de 1945) é um guitarrista, cantor e compositor britânico. Apelidado de Slowhand, é considerado um dos melhores guitarristas do mundo.[1]
Embora seu estilo musical tenha variado ao longo de sua carreira, Clapton sempre teve suas raízes ligadas ao blues. Clapton foi considerado inovador pelos críticos em várias fases distintas de sua carreira, atingindo sucesso tanto de crítica quanto de público e tendo várias canções listadas entre as mais populares de todos os tempos, tais como "Layla", "Wonderful Tonight" e a regravação de "I Shot the Sheriff", de Bob Marley.
Em 2004 foi condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE).
Deep Purple - Made In Japan (1972)
01. Highway Star
02. Child in Time
03. Smoke on the Water
04. Mule [Drum Solo]
05. Strange Kind of Woman
06. Lazy
07. Space Truckin’
Ian Gillan – vocais
Ritchie Blackmore – guitarra
Jon Lord – teclado
Roger Glover – baixo
Ian Paice – bateria
Deep Purple é uma banda de rock inglesa formada em Hertford, Hertfordshire, em 1968.[1] Juntamente com Black Sabbath e Led Zeppelin é considerada uma das pioneiras do heavy metal e do hard rock moderno, embora alguns de seus membros tenham tentado não se categorizar como apenas um destes gêneros.[2] A banda também incorporou elementos de música clássica, blues-rock, pop e rock progressivo.[3] Foram listados pelo Livro Guiness dos Recordes "como a banda com o som mais alto ao vivo no mundo",[3][4][5] e venderam mais de 100 milhões de álbuns ao redor do mundo.[6][7][8][9]
A banda passou por diversas mudanças de formação, além de um hiato de oito anos (1976-84). As formações do período 1968-76 foram comumente chamadas de Mark I, II, III e IV.[10][11] Sua segunda formação, a mais bem-sucedida comercialmente, contou com Ian Gillan (vocal), Ritchie Blackmore (guitarra), Jon Lord (teclado), Roger Glover (baixo) e Ian Paice (bateria).[5] Esta formação esteve em atividade de 1969 a 1973, e foi reunida de 1984 a 1989 e, brevemente, em 1993, antes que as rixas entre Blackmore e os outros membros da banda se tornassem intransponíveis. A formação atual inclui o guitarrista Steve Morse; com o afastamento de Lord, em 2002, conta apenas com Paice como membro original.
A marca da banda sempre foi a mistura de guitarra e teclado, com riffs simples e fortes e solos vigorosos. Sua canção mais conhecida é Smoke on the Water, gravada em 1972
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Dueling Banjos From The Original Soundtrack Deliverence (1973)
01 Duelling Banjos
02 Little Maggie
03 Shuckin The Corn
04 Pony Express
05 Old Joe Clark
06 8 More Miles To Louisville
07 Farewell Blues
08 Earls Breakdown
09 End Of A Dream
10 Buffalo Gals
11 Reubens Train
12 Riding The Waves
13 Fire On The Mountain
14 8th Of January
15 Bugle Call Rag
16 Hard Ain´t It Hard
17 Mountain Dew
18 Rawhide
02 Little Maggie
03 Shuckin The Corn
04 Pony Express
05 Old Joe Clark
06 8 More Miles To Louisville
07 Farewell Blues
08 Earls Breakdown
09 End Of A Dream
10 Buffalo Gals
11 Reubens Train
12 Riding The Waves
13 Fire On The Mountain
14 8th Of January
15 Bugle Call Rag
16 Hard Ain´t It Hard
17 Mountain Dew
18 Rawhide
Big Country - The Crossing (1983)
1 In a Big Country 4:42
2 Inwards 4:34
3 Chance 4:27
4 1000 Stars 3:53
5 The Storm 6:20
6 Harvest Home 4:20
7 Lost Patrol 4:50
8 Close Action 4:16
9 Fields of Fire 3:32
10 Porroh Man 7:45
Big Country foi uma banda de rock formada em 1981 em Dunfermline, Escócia. Popular na Europa durante a década de 1980, era conhecida por seu som fortemente influenciado pelo folk escocês e estilos de música marcial, assim como suas técnicas e ajustes de guitarra usados para imitar o som de gaitas de fole, fiddles e outros instrumentos folk tradicionais.
Tygers of Pan Tang - Spellbound (1981)
1. Gangland 03:43
2. Take It 04:27
3. Minotaur 00:22
4. Hellbound 03:30
5. Mirror 04:34
6. Silver And Gold 03:35
7. Blackjack 03:15
8. Story So Far 03:29
9. Tyger Bay 03:28
10. Don't Stop By 04:04
11. All or Nothing 2:44
12. Don't Give a Damn 4:32
13. Bad Times 2:41
14. It ain't Easy 4:03
15. Don't Take Nothing 2:46
Jon Deverill - Vocals
Robb Weir - Guitar
John Sykes - Guitar
Rocky - Bass
Brian Dick - Drums
A banda foi originalmente formada por Jess Cox (vocal), Robb Weir (guitarra), Richard "Rocky" Leis (contrabaixo), e Brian Dick (bateria). Rapidamente construir um local seguintes, eles foram os primeiros a ser contratado pelo gravadora independente local Neat Records, e somente depois a MCA deu-lhes uma oportunidade maior. Depois de vários singles, eles gravaram seu primeiro álbum Wild Cat em 1980. O álbum atingiu o #18 na Grã-Bretanha na primeira semana de sua liberação.
Posteriormente John Sykes (anteriormente em Streetfighter, mais tarde, em Badlands, Thin Lizzy, Whitesnake, Blue Murder) foi recrutado como segundo guitarrista. Jess Cox, em seguida, saiu da banda com os outros, e foi substituído por Jon Deverill, então vocalista do Persian Risk. Esta formação gravou Spellbound em 1981. Com Deverill e seu indiscutivelmente vocal superior e com muito mais experiência, o seu álbum aumentou os seguidores da banda.
No entanto, Sykes saiu após o terceiro álbum Crazy Nights para a audição de Ozzy Osbourne. Ele foi rapidamente substituído pelo ex-guitarrista Fred, da banda Penetração Purser, que teve que aprender o set dois dias antes da turnê.
O quarto álbum The Cage, de 1982, foi o maior esforço realizado e as coisas pareciam promissoras. Infelizmente, a banda teve um grande desacordo com a MCA, que não estavam dispostos a promovê-los, a menos que que tocassem mais covers (na sequência da banda com o hit "Love Potion No. 9"). Eles posteriormente tentaram rescindir seu contrato, mas as exigências da MCA ultrapassaram a vontade de qualquer outra empresa discográfica de pagar para libertar a banda e a banda acabou em frustração.
John Sykes no entanto alcançou grande sucesso com a Thin Lizzy e então Whitesnake, e como um guitarrista virtuoso no Japão.
Europe - Almost Unplugged (2008)
Tracklist:
01.Got To Have Faith [04:10]
02.Forever Travelling [04:12]
03.Devil Sings The Blues [06:15]
04.Wish You Were Here [04:38]
05.Dreamer [04:18]
06.Love To Love [07:23]
07.The Final Countdown [05:42]
08.Yesterday’s News [06:29]
09.Since I’ve Been Lovin’ You [07:02]
10.Hero [04:20]
11.Suicide [05:26]
12.Memories [06:09]
13.Superstitious [04:42]
14.Rock The Night [05:28]
15.Outro [00:59]
Joey Tafolla - Out Of The Sun (1987)
1. Eternity's End 5:54
2. Out Of The Sun 4:20
3. Zero Hour 2:53
4. The Summon 6:08
5. Stalingrad 3:47
6. Truce With Kings 3:04
7. Fire In The Lake 4:06
8. Samurai 3:34
9. Nine Tomorrows 4:08
Joey Tafolla - guitar
Wally Voss - bass
Tony MacAlpine - keyboards
Reynold Carlson - drums & cymbals
Paul Gilbert - guitar solo on 3,5,6,9
2. Out Of The Sun 4:20
3. Zero Hour 2:53
4. The Summon 6:08
5. Stalingrad 3:47
6. Truce With Kings 3:04
7. Fire In The Lake 4:06
8. Samurai 3:34
9. Nine Tomorrows 4:08
Joey Tafolla - guitar
Wally Voss - bass
Tony MacAlpine - keyboards
Reynold Carlson - drums & cymbals
Paul Gilbert - guitar solo on 3,5,6,9
Bruce Hornsby - Live New York NY, The Bottom Line (1986)
01 Jacob's Ladder
02 The Way It Is
03 The Long Race
04 Mandolin Rain
05 Piano Solo
06 The Red Plains
07 I Know You Rider (small edit due to tape flip).
08 Every Little Kiss
09 The River Runs Low
10 Wild Frontier
11 Western Skyline
12 Till The Dreaming's Done
13 Down the Road Tonight (fade out, last couple minutes missing).
Bruce Hornsby - keyboards, vocals
Peter Harris - guitar
George Marinelli - guitar
Joe Puerta - bass
John Molo - drums
02 The Way It Is
03 The Long Race
04 Mandolin Rain
05 Piano Solo
06 The Red Plains
07 I Know You Rider (small edit due to tape flip).
08 Every Little Kiss
09 The River Runs Low
10 Wild Frontier
11 Western Skyline
12 Till The Dreaming's Done
13 Down the Road Tonight (fade out, last couple minutes missing).
Bruce Hornsby - keyboards, vocals
Peter Harris - guitar
George Marinelli - guitar
Joe Puerta - bass
John Molo - drums
365 - 365 (1987)
01. Way Of Life
02. Nunca Mais Seremos Os Mesmos
03. Futuro
04. São Paulo
05. África
06. Fúria
07. Grândola Vila Morena
08. Canção Para Marchar
Vanishing Point - Soundtrack (1971)
Vanishing Point
01. The J. B. Pickers - Super Soul Theme
02. Bobby Doyle - The Girl Done Got It Together
03. Jimmy Walker - Where Do We Go From Here
04. Jerry Reed - Welcome To Nevada
05. Segarini & Bishop - Dear Jesus God
06. The Doug Dillard Expedition - Runaway Country
07. Delaney & Bonnie & Friends - You Got To Believe
08. The Jimmy Bowe Orchestra & Chorus - Love Theme
09. Eva - So Tired
10. The J.B. Pickers - Freedom of Expression
11. Mountain - Mississippi Queen
12. Big Mama Thornton - Sing Out For Jesus
13. Segarini & Bishop - Over Me14. Kim & Dave - Nobody Knows
01. The J. B. Pickers - Super Soul Theme
02. Bobby Doyle - The Girl Done Got It Together
03. Jimmy Walker - Where Do We Go From Here
04. Jerry Reed - Welcome To Nevada
05. Segarini & Bishop - Dear Jesus God
06. The Doug Dillard Expedition - Runaway Country
07. Delaney & Bonnie & Friends - You Got To Believe
08. The Jimmy Bowe Orchestra & Chorus - Love Theme
09. Eva - So Tired
10. The J.B. Pickers - Freedom of Expression
11. Mountain - Mississippi Queen
12. Big Mama Thornton - Sing Out For Jesus
13. Segarini & Bishop - Over Me14. Kim & Dave - Nobody Knows
Rosa de Saron - Horizonte Distante (2009)
1. O sol da meia-noite
2. Menos de um segundo
3. Folhas do chão
4. Um novo adeus
5. Mais que um mero poema
6. Invisível
7. Sobre marés e Angra
8. Minha triste imperfeição
9. Na chuva ao fim da tarde
10. Mesma brisa
11. Entre aspas
12. Meu lugar
13. Velhos outonos
Picture - Eternal Dark (1983)
01. Eternal dark 03:39
02. Griffons guard the gold 03:21
03. Make you burn 05:00
04. Battle for the universe 03:32
05. The blade 04:13
06. Flying in time 04:06
07. Into the underworld 04:10
08. Tell no lies 03:38
09. Power of evil 03:37
10. Down and out 02:59
Dio - Jams and Rarities (2010)
01. Ronnie James Dio & Alice Cooper - Welcome To My Nightmare
02. Ronnie James Dio & Various - Hear 'N Aid - Stars
03. Ronnie James Dio & Deep Purple - Sitting In A Dream
04. Ronnie James Dio & Deep Purple - Smoke On The Water
05. Ronnie James Dio & Deep Purple- Fever Dreams
06. Ronnie James Dio & Deep Purple - Love Is All
07. Ronnie James Dio & Yngwie Malmsteen - Gates of Babylon
08. Ronnie James Dio & Yngwie Malmsteen - Dream On
09. Ronnie James Dio & Roger Glover And Guests - Sitting in A Dream
10. Ronnie James Dio & Roger Glover And Guests - Love is all
11. Ronnie James Dio & Roger Glover And Guests- Homeward
12. Ronnie James Dio & Bruce Dickinson / Nicko McBrain - Rainbow in the Dark 13. Ronnie James Dio & Bruce Dickinson / Nicko McBrain - Man On The Silver Montain / Long Live Rock' n 'Roll
14. Ronnie James Dio & Kerry Livgren - Mask Of The Great Deceiver
15. Ronnie James Dio & Kerry Livgren - To Live For The King
16. Ronnie James Dio & Munetaka Higuchi With Dream Castle - What Cost War 17. Ronnie James Dio & Elf - Behind Blue Eyes - By The Who
18. Ronnie James Dio & Quensryche - The Chase
19. Ronnie James Dio & Kickapoo whit Meat Loaf - Tenacious D
20. Ronnie James Dio & Rob Halford & Yngwie Malmsteen - Mr Crowley
02. Ronnie James Dio & Various - Hear 'N Aid - Stars
03. Ronnie James Dio & Deep Purple - Sitting In A Dream
04. Ronnie James Dio & Deep Purple - Smoke On The Water
05. Ronnie James Dio & Deep Purple- Fever Dreams
06. Ronnie James Dio & Deep Purple - Love Is All
07. Ronnie James Dio & Yngwie Malmsteen - Gates of Babylon
08. Ronnie James Dio & Yngwie Malmsteen - Dream On
09. Ronnie James Dio & Roger Glover And Guests - Sitting in A Dream
10. Ronnie James Dio & Roger Glover And Guests - Love is all
11. Ronnie James Dio & Roger Glover And Guests- Homeward
12. Ronnie James Dio & Bruce Dickinson / Nicko McBrain - Rainbow in the Dark 13. Ronnie James Dio & Bruce Dickinson / Nicko McBrain - Man On The Silver Montain / Long Live Rock' n 'Roll
14. Ronnie James Dio & Kerry Livgren - Mask Of The Great Deceiver
15. Ronnie James Dio & Kerry Livgren - To Live For The King
16. Ronnie James Dio & Munetaka Higuchi With Dream Castle - What Cost War 17. Ronnie James Dio & Elf - Behind Blue Eyes - By The Who
18. Ronnie James Dio & Quensryche - The Chase
19. Ronnie James Dio & Kickapoo whit Meat Loaf - Tenacious D
20. Ronnie James Dio & Rob Halford & Yngwie Malmsteen - Mr Crowley
Triumph - Allied Forces (1981)
1. Fool for Your Love (4:32)
2. Magic Power (4:55)
3. Air Raid (1:20)
4. Allied Forces (5:04)
5. Hot Time (In This City Tonight) (3:24)
6. Fight the Good Fight (6:31)
7. Ordinary Man (7:17)
8. Petite Etude (1:16)
9. Say Goodbye (4:34)
- Rik Emmett / guitar, vocals
- Michael Levine / keyboards, bass
- G.L. Moore / drums, vocals
Gene Krupa & Buddy Rich - Krupa & Rich (1955)
A1. Buddy’s Blues 10:26
Written-By – Rich
A2. Bernie’s Tune 13:53
Written-By – Bernie Miller , Leiber & Stoller
B1. Gene’s Blues 7:43
Written-By – Krupa
B2. Sweethearts On Parad 8:46
Written-By – Lombardo , Newman
B3. I Never Knew 8:48
Written-By – Carroll
Ray Brown- Bass
Buddy Rich , Gene Krupa- Drums
Herb Ellis- Guitar
Oscar Peterson- Piano
Flip Phillips , Illinois Jacquet- Tenor Sax
Dizzy Gillespie , Roy Eldridge- Trumpet
Written-By – Rich
A2. Bernie’s Tune 13:53
Written-By – Bernie Miller , Leiber & Stoller
B1. Gene’s Blues 7:43
Written-By – Krupa
B2. Sweethearts On Parad 8:46
Written-By – Lombardo , Newman
B3. I Never Knew 8:48
Written-By – Carroll
Ray Brown- Bass
Buddy Rich , Gene Krupa- Drums
Herb Ellis- Guitar
Oscar Peterson- Piano
Flip Phillips , Illinois Jacquet- Tenor Sax
Dizzy Gillespie , Roy Eldridge- Trumpet
Bozzio, Levin & Stevens - Situation Dangerous (2000)
01. Dangerous (6:38)
02. Endless (10:09)
03. Crash (5:08)
04. Spiral (4:36)
05. Melt (3:37)
06. Tragic (6:58)
07. Tziganne (4:26)
08. Lost (6:24)
Terry Bozzio / drums, percussion
Tony Levin / basses, cello, Stick
Steve Stevens / guitars, effects
Guest musicians:
Marcus Nand / flamenco guitar
02. Endless (10:09)
03. Crash (5:08)
04. Spiral (4:36)
05. Melt (3:37)
06. Tragic (6:58)
07. Tziganne (4:26)
08. Lost (6:24)
Terry Bozzio / drums, percussion
Tony Levin / basses, cello, Stick
Steve Stevens / guitars, effects
Guest musicians:
Marcus Nand / flamenco guitar
terça-feira, 5 de abril de 2011
Joelho de Porco - Joelho de Porco (1978)
01 - O Rapé
02 - São Paulo By Day
03 - Paulete, Mon Amour
04 - Rio de Janeiro City
05 - Feijão com Arroz
06 - Aeroporto de Conconhas
07 - Golden Acapulco
08 - Boing 723897
09 - Mandrake
Um dos grandes nomes do rock-humor brasileiro (“amadrinhado” pela cantora Aracy de Almeida) e precursor da atitude punk, o grupo paulistano Joelho de Porco foi formado em 1972 por Tico Terpins (ex-Os Baobás), Walter Baillot, Próspero Albanese, Conrado Assis e Rodolfo Ayres Braga. Em 1973, com o vocalista (e ator) Ricardo Petraglia, gravou o compacto simples “Se Você Vai de Xaxado, Eu Vou de Rock And Roll/Fly America”, produzido pelo ex-Mutantes Arnaldo Baptista. Dois anos depois, o Joelho lançou seu primeiro LP, “São Paulo 1554/Hoje”, um dos mais elogiados discos do pop da época, misturando rock pesado e referências tropicalistas em faixas como “Boeing 723897” e “Mardito Fiapo de Manga”. Em 1976, entrou o vocalista argentino Billy Bond, com quem a banda partiria para uma linha mais agressiva, próxima do punk rock que explodia naquela mesma época na Inglaterra. Em 1977, o Joelho gravou LP homônimo e, pouco tempo depois, encerrou suas atividades. Tico Terpins partiu para o mercado dos jingles publicitários, montando o estúdio Audio Patrulha. Com Próspero e o cantor e compositor Zé Rodrix (ex-Sá, Rodrix e Guarabira), ele logo remontou o Joelho, que voltou ao disco em 1983 com o LP duplo “Saqueando a Cidade”, das músicas “Vigilante Rodoviário”, “Vai Fundo” e “Funicoli, Funicolá” (versão roqueira da tradicional canção italiana). Com o vocalista e fotógrafo David Drew Zingg, a banda ganhou o prêmio de melhor letra do Festival dos Festivais da TV Globo (1985) por “A Última Voz do Brasil”. Em 1988, o Joelho de Porco lançou o LP “18 Anos Sem Sucesso”, com repertório do pop americano pré-rock. Em 1998, Tico Terpins morreu de enfarte.
Richie Kotzen - Into The Black (2006)
You can't save me
Misunderstood
Fear
The shadow
Doin'what the devil says to do
Till you put me down
Sacred ground
Your lies
Livin'in bliss
My angel
Álbum do guitarrista Richie Kotzen, que esbanja talento... com composições brilhantes... tocou na banda Mr. Big e tem um longo currículo em sua carreira solo, tocando com Guthrie Govan, Greg Howe e muitos outros... Ganhou muitos prêmios e chegou juntos aos grandes guitarristas que eram suas influências...
Ancesttral - The Famous Unknown (2007)
1.We Kill 04:57
2.Helleluiah 05:32
3.The Famous Unknown 03:35
4.Demolition Man 04:37
5.Lost in Myself 04:43
6.Endless Trip 05:02
7.Put Me Through 04:46
8.Hell is my Home 05:22
9.Visual Mask 04:16
10.Feel My Hate 03:01
Alexandre Grunheidt: Vocals and Guitars
Billy Houster: Drums
Leonardo Brito: Guitars
Renato Canonico: Bass
2.Helleluiah 05:32
3.The Famous Unknown 03:35
4.Demolition Man 04:37
5.Lost in Myself 04:43
6.Endless Trip 05:02
7.Put Me Through 04:46
8.Hell is my Home 05:22
9.Visual Mask 04:16
10.Feel My Hate 03:01
Alexandre Grunheidt: Vocals and Guitars
Billy Houster: Drums
Leonardo Brito: Guitars
Renato Canonico: Bass
sábado, 12 de março de 2011
Charles Darwin - Origem das Espécies
Decorridos quase dois séculos desde a primeira vez que esta obra foi publicada, ela continua sólida e robusta como uma montanha. E é isso que ela é: uma das montanhas mais altas que se ergueram na história da investigação científica do mundo em que vivemos, assim como é o seu próprio autor, o inglês Charles Darwin.
Não se trata de uma obra surgida ao acaso, ao sabor da especulação filosófica, do pensamento mágico. Ela é o resultado de toda uma vida dedicada ao esforço humano de entender o funcionamento da Natureza com base nos fatos e evidências apresentados pela própria Natureza.
Darwin reúne aqui o resultado do seu trabalho pessoal de muitas décadas, viajando incansavelmente pelos lugares mais recônditos do planeta em que vivemos, observando, medindo, testando, analisando e sintetizando coisas, até o momento em que se sentiu capacitado a concluir sua teoria de evolução das espécies.
Apesar de solidamente ancorado em fatos e análises suas e de seus contemporâneos mais ilustres, desde a sua primeira edição esta obra tem sido vítima de desmoralização pública e difamação por parte daqueles que, de tão pequenos e insignificantes, se julgam acima das evidências dos fatos e evidências do mundo real. Gente cuja mente preguiçosa prefere ancorar-se em crenças vazias e despropositadas a respeito da Natureza, em vez de se dar ao trabalho de por em teste falsas verdades consideradas como intocáveis e definitivas.
O Capital - (karl marx)
O Capital - Volume 01 (karl marx) - Download
O Capital - Volume 02 (karl marx) - Download
À medida que o cenário internacional se agrava, a leitura de "O Capital", obra de inegável significação histórica se torna indispensável. Neste livro, um dos mais importantes da história da humanidade, Karl Marx ataca o capitalismo e procura desenvolver uma teoria que explique todo o seu funcionamento, tomando como "célula" a mercadoria.
"O Capital" têm sido há séculos alvo das críticas mais veementes ou violentos ataques. Essa é a primeira edição traduzida para o português da obra. Sua leitura faz-se necessária para historiadores, economistas, sociólogos, filósofos e militantes políticos.
Base teórica para a Revolução Russa, "O Capital" é fundamental para uma análise crítica sobre o passado humano e o destino dos povos e nações.
Esta edição está dividida em dois volumes, traduzidos pelo economista Reginaldo Santana. O primeiro volume contém os primeiros 25 capítulos da obra, com os prefácios da primeira à quarta edição, mais os da edição francesa e inglesa e um posfácio da edição francesa.
Sobre o autor
Karl Marx nasceu em 1818, em Tréveris, Londres. Em 1835 ingressou na Universidade de Bonn para estudar Direito, mas no ano seguinte transferiu-se para a Universidade de Berlim, que tinha forte influência de Hegel.
Seus interesses voltaram-se para Filosofia, participou do movimento dos Jovens Hegelianos. Doutorou-se em Jena, em 1841, mesmo ano em que concebeu a idéia de combinar o materialismo de Feuerbach com a dialética de Hegel.
Tornou-se redator chefe do periódico “Gazeta Renana”, mas o jornal foi fechado pelos censores do governo prussiano, em 1843, Marx, então, emigrou para a França. Casou-se com Jenny von Westphalen e teve cinco filhos.
Dedicou-se ao estudo de todo o funcionamento do sistema capitalista e da luta política de emancipação da classe operária. Escreveu centenas de livros durante a sua vida, culminando em sua obra máxima "O Capital".
O Capital - Volume 02 (karl marx) - Download
À medida que o cenário internacional se agrava, a leitura de "O Capital", obra de inegável significação histórica se torna indispensável. Neste livro, um dos mais importantes da história da humanidade, Karl Marx ataca o capitalismo e procura desenvolver uma teoria que explique todo o seu funcionamento, tomando como "célula" a mercadoria.
"O Capital" têm sido há séculos alvo das críticas mais veementes ou violentos ataques. Essa é a primeira edição traduzida para o português da obra. Sua leitura faz-se necessária para historiadores, economistas, sociólogos, filósofos e militantes políticos.
Base teórica para a Revolução Russa, "O Capital" é fundamental para uma análise crítica sobre o passado humano e o destino dos povos e nações.
Esta edição está dividida em dois volumes, traduzidos pelo economista Reginaldo Santana. O primeiro volume contém os primeiros 25 capítulos da obra, com os prefácios da primeira à quarta edição, mais os da edição francesa e inglesa e um posfácio da edição francesa.
Sobre o autor
Karl Marx nasceu em 1818, em Tréveris, Londres. Em 1835 ingressou na Universidade de Bonn para estudar Direito, mas no ano seguinte transferiu-se para a Universidade de Berlim, que tinha forte influência de Hegel.
Seus interesses voltaram-se para Filosofia, participou do movimento dos Jovens Hegelianos. Doutorou-se em Jena, em 1841, mesmo ano em que concebeu a idéia de combinar o materialismo de Feuerbach com a dialética de Hegel.
Tornou-se redator chefe do periódico “Gazeta Renana”, mas o jornal foi fechado pelos censores do governo prussiano, em 1843, Marx, então, emigrou para a França. Casou-se com Jenny von Westphalen e teve cinco filhos.
Dedicou-se ao estudo de todo o funcionamento do sistema capitalista e da luta política de emancipação da classe operária. Escreveu centenas de livros durante a sua vida, culminando em sua obra máxima "O Capital".
Dan Brown - Ponto de Impacto
Quando um novo satélite da NASA encontra um estranho objeto escondido nas profundezas do Ártico, a agência espacial aproveita a descoberta para contornar uma série crise econômica e de credibilidade, gerando sérias implicações para a política espacial norte-americana e, sobretudo, para a iminente eleição presidencial.
Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de Inteligência Rachel Sexton para o local. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta com uma profunda revelação.
Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.
"Um excelente suspense com um cenário convincente e uma boa mistura de personagens adoráveis e detestáveis. Sua pesquisa é muito bem feita, encaixando sofisticados detalhes científicos e militares que fazem a história bem mais interessante que a média."
Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de Inteligência Rachel Sexton para o local. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta com uma profunda revelação.
Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.
"Um excelente suspense com um cenário convincente e uma boa mistura de personagens adoráveis e detestáveis. Sua pesquisa é muito bem feita, encaixando sofisticados detalhes científicos e militares que fazem a história bem mais interessante que a média."
Dan Brown - O Código da Vinci
O Código Da Vinci - Dan Brown Que mistério se esconde por trás do sorriso de Mona Lisa? Durante séculos, a igreja conseguiu manter a verdade oculta... até agora. Antes de morrer assassinado, Jacques Saunière, o último grande mestre de uma sociedade secreta que remonta ao tempo da fundação dos Templários, transmite a sua neta Sofia uma chave misteriosa. Saunière e seus antecessores, entre os quais se encontravam homens como Isaac Newton e Leonardo da Vinci, conservaram durante séculos um conhecimento que pôde mudar completamente a história da humanidade. Agora Sofia, com a ajuda do expert em simbologia Robert Langdon, parte em busca deste segredo, em uma carreira trepidante que os levam de uma chave a outra, decifrando mensagens ocultas nos mais famosos quadros do genial pintor e nas paredes das antigas catedrais. Um quebra-cabeças que poderá ser solucionado, já que não estão sozinhos no jogo: uma poderosa e influente organização católica está disposta a utilizar todos os meios para evitar que o segredo seja divulgado. Um apaixonante jogo de chaves escondidas, revelações surpreendentes, enigmas complicados, verdades, mentiras, realidades históricas, mitos, símbolos, ritos, mistérios e suposições em uma trama cheia de reviravoltas inesperadas narrada com um ritmo incessante que conduz o leitor ao segredo mais cuidadosamente guardado desde o inicio da nossa era. Esse livro é sensacional! Acho que foi um clásssico de Dan Brown que consegue deixar o leitor vidrado no livro do ínicio ao fim. O filme não se compara ao livro. Diversas outras obras também foram feitas a partir deste livro e são muito boas.
Dan Brown - Fortaleza Digital
Antes de estourar no mundo inteiro com O Código Da Vinci, Dan Brown já demonstrava um talento singular como contador de histórias no seu primeiro livro, Fortaleza Digital, lançado em 1998 nos Estados Unidos.
Muitos dos ingredientes que, anos depois, fariam com que o autor fosse reconhecido como um novo mestre dos livros de ação e suspense já estavam presentes no seu romance de estréia: a narrativa rápida, a trama repleta de reviravoltas que prendem o leitor da primeira à última página e o fascínio exercido por códigos secretos, criptografia e enigmas misteriosos.
Em Fortaleza Digital, Brown mergulha no intrigante universo dos serviços de informação e ambienta sua história na ultra-secreta e multibilionária NSA, a Agência de Segurança Nacional americana, mais poderosa do que a CIA ou qualquer outra organização de inteligência do mundo.
Quando o supercomputador da NSA, até então considerado uma arma invencível para decodificar mensagens terroristas transmitidas pela Internet, se depara com um novo código que não pode ser quebrado, a agência recorre à sua mais brilhante criptógrafa, a bela matemática Susan Fletcher.
Presa numa teia de segredos e mentiras, sem saber em quem confiar, Susan precisa encontrar a chave do engenhoso código para evitar o maior desastre da história da inteligência americana e para salvar a sua vida e a do homem que ama.
Uma corrida desesperada se desenrola paralelamente nos corredores do submundo do poder, nos arranha-céus de Tóquio e nas ruas de Sevilha. É uma batalha de vida ou morte que pode mudar para sempre o equilíbrio de forças no mundo.
"Fortaleza Digital é o melhor e mais realístico suspense tecnológico lançado em muitos anos. A habilidade de Dan Brown para tratar do conflito entre as liberdades individuais e as questões de segurança nacional é impressionante... Impossível não ficar arrepiado a cada página."
Muitos dos ingredientes que, anos depois, fariam com que o autor fosse reconhecido como um novo mestre dos livros de ação e suspense já estavam presentes no seu romance de estréia: a narrativa rápida, a trama repleta de reviravoltas que prendem o leitor da primeira à última página e o fascínio exercido por códigos secretos, criptografia e enigmas misteriosos.
Em Fortaleza Digital, Brown mergulha no intrigante universo dos serviços de informação e ambienta sua história na ultra-secreta e multibilionária NSA, a Agência de Segurança Nacional americana, mais poderosa do que a CIA ou qualquer outra organização de inteligência do mundo.
Quando o supercomputador da NSA, até então considerado uma arma invencível para decodificar mensagens terroristas transmitidas pela Internet, se depara com um novo código que não pode ser quebrado, a agência recorre à sua mais brilhante criptógrafa, a bela matemática Susan Fletcher.
Presa numa teia de segredos e mentiras, sem saber em quem confiar, Susan precisa encontrar a chave do engenhoso código para evitar o maior desastre da história da inteligência americana e para salvar a sua vida e a do homem que ama.
Uma corrida desesperada se desenrola paralelamente nos corredores do submundo do poder, nos arranha-céus de Tóquio e nas ruas de Sevilha. É uma batalha de vida ou morte que pode mudar para sempre o equilíbrio de forças no mundo.
"Fortaleza Digital é o melhor e mais realístico suspense tecnológico lançado em muitos anos. A habilidade de Dan Brown para tratar do conflito entre as liberdades individuais e as questões de segurança nacional é impressionante... Impossível não ficar arrepiado a cada página."
Dan Brown - Anjos e Demonios
cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em Anjos e Demônios, Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.
Julio Verne - A Volta ao Mundo em 80 Dias
Júlio Verne, em francês Jules Verne, (Nantes, 8 de fevereiro de 1828 — Amiens, 24 de março de 1905) foi um escritor francês.
Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado, e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes [1]. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
Júlio Verne passou a infância com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Mais tarde, seu pai, com a esperança de que o filho seguisse sua carreira de advogado, enviou o jovem Júlio para Paris, a fim de estudar Direito. Ali começou a se interessar mais pelo teatro do que pelas leis, tendo escrito alguns livretos de operetas e pequenas histórias de viagens. Seu pai, ao saber disso, cortou-lhe o apoio financeiro, o que o levou a trabalhar como corretor de ações, o que teve como propósito lhe garantir alguma estabilidade financeira. Foi quando conheceu uma viúva com duas filhas chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e teve em 1861 um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante esse período conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado, e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes [1]. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
Júlio Verne passou a infância com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Mais tarde, seu pai, com a esperança de que o filho seguisse sua carreira de advogado, enviou o jovem Júlio para Paris, a fim de estudar Direito. Ali começou a se interessar mais pelo teatro do que pelas leis, tendo escrito alguns livretos de operetas e pequenas histórias de viagens. Seu pai, ao saber disso, cortou-lhe o apoio financeiro, o que o levou a trabalhar como corretor de ações, o que teve como propósito lhe garantir alguma estabilidade financeira. Foi quando conheceu uma viúva com duas filhas chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e teve em 1861 um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante esse período conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
O Livro de Ouro da Mitologia (Thomas Bulfinch)
A guerra de Tróia, Hércules, Minerva, Midas, as divindades rurais, as mitologias oriental e nórdica, os druidas, são alguns dos temas tratados nessa obra que conquistou milhares de pessoas. Você leitor ficará fascinado com as mais encantadoras histórias e adquirirá conhecimentos indispensáveis à sua formação cultural.
O termo mitologia indica, de modo geral, um conjunto de histórias e lendas sem autoria definida, transmitidas oralmente de geração a geração.No estudo da civilização greco-romana a palavra mitologia passou a designar as histórias tradicionais dos deuses.O Livro de Ouro da Mitologia corresponde aos capítulos de Histórias de Deuses e Heróis, da Mitologia de Bulfinch, célebre historiador norte-americano, falecido em 1867.A obra é mais que um mero dicionário clássico e menos formal que uma tradução acadêmica da imensa literatura sobre os mitos.O Livro de Ouro da Mitologia é a melhor obra de referência e divulgação da mitologia, indicada em escolas e universidades de todo o mundo.
O termo mitologia indica, de modo geral, um conjunto de histórias e lendas sem autoria definida, transmitidas oralmente de geração a geração.No estudo da civilização greco-romana a palavra mitologia passou a designar as histórias tradicionais dos deuses.O Livro de Ouro da Mitologia corresponde aos capítulos de Histórias de Deuses e Heróis, da Mitologia de Bulfinch, célebre historiador norte-americano, falecido em 1867.A obra é mais que um mero dicionário clássico e menos formal que uma tradução acadêmica da imensa literatura sobre os mitos.O Livro de Ouro da Mitologia é a melhor obra de referência e divulgação da mitologia, indicada em escolas e universidades de todo o mundo.
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